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A Associação de Tenistas Profissionais (ATP) confirmou o cancelamento definitivo do torneio Challenger de Fujairah, que seria realizado nesta quarta-feira (4). A decisão ocorre em decorrência dos ataques realizados pelo Irã ao porto da cidade, que provocaram a suspensão imediata das partidas ainda na terça-feira. A organização do evento priorizou a integridade física dos atletas e demais profissionais envolvidos na competição diante da instabilidade na região dos Emirados Árabes Unidos.
Os competidores aguardavam uma definição sobre a continuidade do torneio nos alojamentos oficiais desde o início das hostilidades. A entidade comunicou aos participantes que não há condições de retomada do calendário esportivo no local e estabeleceu um plano de logística para a saída do país.
"Interrompido desde terça-feira, o torneio Challenger da ATP realizado em Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, atingido por ataques do Irã, foi definitivamente cancelado pela organização. Nesta quarta-feira, a entidade está organizando o transporte de todos os envolvidos no torneio até Milão, na Itália", informou a nota oficial emitida pela ATP.
O plano de retirada envolve uma operação coordenada por terra e ar para garantir a saída do grupo do território em conflito. Os tenistas e membros das comissões técnicas realizarão um trajeto rodoviário de 340 quilômetros, com duração estimada de quatro horas, até Mascate, capital de Omã. De acordo com o cronograma estabelecido, o embarque em solo omanense está programado para quinta-feira, às 17h35, em uma aeronave fretada especificamente para esta finalidade.
A viagem aérea será realizada em um Boeing 737 com capacidade para 90 passageiros, tendo como destino final a cidade de Milão. O voo contará com uma escala técnica no Egito antes de ingressar no espaço aéreo europeu. A organização do Challenger garantiu que todos os custos referentes ao deslocamento terrestre e ao fretamento da aeronave serão de responsabilidade da ATP, isentando os jogadores de despesas extras durante o processo de evacuação.
Ao chegarem em território italiano, os profissionais do circuito de tênis assumirão a gestão de seus próprios deslocamentos. A responsabilidade da entidade organizadora encerra-se com o desembarque em Milão, cabendo a cada atleta providenciar as passagens e hospedagens necessárias para retornar aos seus países de origem ou seguir para os próximos torneios da temporada. A ATP monitora a situação dos demais eventos previstos para a região do Oriente Médio nas próximas semanas.
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"Esses carros não serão vendidos na Bahia, terão que ser exportados, levados pros mercados das outras regiões. Como eles vão ser transportados se a gente não tem ferrovias e rodovias? Restam os portos, mas nós temos um único terminal de contêineres que está estrangulado. É preciso encontrar caminhos para ampliar o pátio, se não não teremos continuidade no crescimento".
Disse o ex secretário de Planejamento, Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia e ex-ministro da Previdência do governo FHC classificou como um desafio a logística de escoamento da produção da fábrica da BYD, em Camaçari. A declaração aconteceu nesta quarta-feira (22), na rádio Antena 1.