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ips 2026
Os novos dados do Índice de Progresso Social (IPS) 2026 na Bahia apontam que, entre as cidades da Bahia com mais de 100 mil habitantes, Feira de Santana possui o pior índice em segurança pessoal do estado. O município registrou nota 16,70 de 100 no indicador, a menor entre os grandes centros baianos, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira (20).
A segunda pior colocação ficou com Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, com nota 18,63. O critério é elaborado a partir de uma série de levantamentos com base em dados oficiais. Entre as dez maiores cidades da Bahia, segundo estimativas populacionais do IBGE, Vitória da Conquista aparece como a cidade mais segura, com nota 46,80.
Confira ranking de Segurança Pessoal nas maiores cidades da Bahia:
- Vitória da Conquista — 46,80
- Barreiras — 42,51
- Lauro de Freitas — 38,02
- Salvador — 37,39
- Itabuna — 35,45
- Juazeiro — 32,06
- Porto Seguro — 30,99
- Ilhéus — 23,32
- Camaçari — 18,63
- Feira de Santana — 16,70
O BN analisou as três dimensões gerais utilizadas pelo IPS como parâmetro de avaliação. Entre elas estão as chamadas “Necessidades Humanas Básicas”, calculadas a partir de diversas bases de dados oficiais.
Para medir a “Segurança Pessoal” dos moradores — um dos temas centrais do debate público e das eleições brasileiras de 2026 —, o índice considera os impactos da violência sobre a população por meio de diversos usos de dados.
São avaliadas: “as taxas de assassinatos de jovens entre 15 e 29 anos”, “homicídios de mulheres”, “taxa geral de homicídios” e “mortes em acidentes de transporte terrestre, aéreo e aquaviário”. Os números têm como base dados do DataSUS e estimativas populacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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Vale contextualizar que a segurança pública é uma responsabilidade prioritária do Governo do Estado. Contudo, a Bahia tem observado o fortalecimento e a ampliação do armamento das guardas civis municipais, impulsionados por autorizações concedidas pela Polícia Federal.
O BN já mapeou os municípios baianos que ampliaram esse processo nos últimos anos. A cidade de Feira de Santana é uma dessas 30 cidades. Após um pico de melhora entre 2024 e 2025, com crescimento de aproximadamente 106,8% no índice de segurança pessoal, Feira de Santana apresenta dificuldades para manter a evolução do indicador.
Segundo os dados do IPS Brasil, o critério de ocorrências de homicídio continua sendo o principal obstáculo para a melhora do índice. De 2025 para 2026, o indicador apresentou uma leve retração de cerca de 1,65%, indicando que o avanço observado no período anterior não se sustentou no ano seguinte.
Confira o gráfico abaixo:
Apesar do desempenho ruim em segurança, algumas cidades se destacaram em outros indicadores. Itabuna registrou nota 93,63 em Água e Saneamento, além de 84,22 em Acesso à Informação e Comunicação. Feira de Santana também apresentou desempenho elevado em Moradia, com nota 94,60, superando Itabuna, que obteve 93,21 no mesmo indicador.
E A QUALIDADE DE VIDA?
Quando observados todos os 57 indicadores de dados de fontes oficiais e de institutos de pesquisa, o ranking geral do IPS Brasil 2026 mostra que as 15 maiores cidades da Bahia apresentaram desempenhos variados, refletindo diferenças em áreas como desenvolvimento urbano, qualidade de vida, infraestrutura e gestão pública.
O levantamento mostra Lauro de Freitas na liderança estadual, seguida por Barreiras e Salvador. Os dados também evidenciam o fortalecimento de municípios do interior, que aparecem entre os melhores índices do estado ao lado de grandes centros urbanos. Por outro lado, as cidades de Ilhéus, Jequié e Simões Filho ficaram abaixo da média baiana de 58,72 pontos.
Veja no ranking de qualidade de vida no IPS 2026 na Bahia:
- Lauro de Freitas — 63,76
- Barreiras — 62,49
- Salvador — 62,18
- Vitória da Conquista — 61,52
- Juazeiro — 61,31
- Paulo Afonso — 60,94
- Feira de Santana — 60,70
- Camaçari — 60,39
- Itabuna — 60,19
- Alagoinhas — 59,64
- Porto Seguro — 59,63
- Teixeira de Freitas — 59,44
- Ilhéus — 58,52
- Jequié — 58,08
- Simões Filho — 57,37
A reportagem contatou a Superintendência de Prevenção à Violência (Sprev) de Feira de Santana para comentar os dados apresentados pelo IPS 2026 e os indicadores relacionados à segurança pública. Em resposta, por e-mail, repassaram as perguntas para a SSP-BA (Secretaria de Segurança Pública da Bahia).
Conhecida como a capital da cachaça baiana, Abaíra não ficou “de ressaca” quando o assunto foi qualidade de vida. O município liderou o ranking de desenvolvimento social do Índice de Progresso Social (IPS) 2026 na Bahia e puxou uma lista — curta — de cidades baianas acima da média nacional. Além de Abaíra, apenas Lauro de Freitas, Itiruçu e Valente superaram a média brasileira de 63,40 no levantamento divulgado nesta quarta-feira (20).
Vale explicar que os números são altos em comparação à média da Bahia. Em uma análise geral, o estado ocupou uma das piores posições nacionais e atingiu a média de 58,72, ficando à frente somente de cinco estados: Rondônia, Amapá, Acre, Maranhão e Pará.
O BN teve acesso aos dados do índice geral do IPS em 2026. Ao todo, 115 cidades estão acima da média baiana, ou seja, 27,58% do estado atingiu uma média qualidade de vida. Contudo, esses números apresentam uma série histórica de desigualdades nas três categorias gerais avaliadas pelo levantamento, que foca em como a população recebe os investimentos, em contraponto aos valores em si.
A nota geral é resultado de uma média de três indicadores avaliados no índice: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades. Esses indicadores usam um total de 57 bases de dados de fontes oficiais e de institutos de pesquisa.
Alguns exemplos são o Ministério da Saúde, Ministério da Cidadania, Sistema Nacional de Informações sobre o Saneamento (SNIS), Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), MapBiomas, Anatel, CadÚnico, entre outras.
As 10 melhores cidades no Índice de Progresso Social (IPS) da Bahia são:
- 1º Abaíra, com índice de 65,14;
- 2º Lauro de Freitas, com 63,76;
- 3º Valente, com 63,57;
- 4º Itiruçu, com 63,46;
- 5º Tanque Novo, com 63,16;
- 6º Presidente Dutra, com 62,88;
- 7º Madre de Deus, com 62,69;
- 8º Catu, com 62,58;
- 9º Barreiras, com 62,49;
- 10º Ibiassucê, com 62,40.
As cidades com os piores desempenhos no Índice de Progresso Social (IPS) da Bahia foram Camamu, com 48,39, e Taperoá, com 49,54. Veja o ranking das 10 menores notas do estado:
- 417º Camamu, com 48,39;
- 416º Taperoá, com 49,54;
- 415º Pedro Alexandre, com 50,14;
- 414º Pilão Arcado, com 50,16;
- 413º Wenceslau Guimarães, com 50,17;
- 412º Prado, com 50,18;
- 411º Una, com 50,40;
- 410º Belmonte, com 50,55;
- 409º Pau Brasil, com 50,56;
- 408º Itanagra, com 51,29.
A capital baiana também não pontuou de modo muito positivo quando comparada com a última edição, de 2025. Salvador ficou na quarta pior posição em qualidade de vida entre as capitais e, na Bahia, ocupou a 15ª posição dos municípios baianos, com 62,18. A cidade ficou atrás de municípios como São Gabriel, com 62,32, e Luís Eduardo Magalhães, com 62,27.
COMO É FEITA A NOTA?
De modo simples, o índice também foi pensado como uma ferramenta prática para orientar políticas públicas e investimentos privados, além de possuir aplicação territorial. A estrutura do IPS é dividida em três grandes dimensões: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades.
A primeira, “Necessidades Humanas Básicas”, avalia aspectos essenciais como nutrição, cuidados médicos, moradia, saneamento e segurança pessoal. A segunda, “Fundamentos do Bem-Estar”, analisa fatores que contribuem para a manutenção da qualidade de vida, como acesso à educação básica, saúde, bem-estar, informação, comunicação e qualidade ambiental.
Já a dimensão “Oportunidades” verifica se existem condições para que os indivíduos desenvolvam plenamente suas capacidades, observando indicadores ligados a direitos individuais, inclusão social, liberdades e acesso ao ensino superior.
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Ao todo, o IPS Brasil 2026 utiliza 57 indicadores provenientes de bases oficiais e institutos de pesquisa. Entre os indicadores avaliados estão cobertura vacinal, mortalidade infantil, acesso à água, internet, violência, expectativa de vida, obesidade, inclusão política de mulheres e negros, homicídios e acesso à educação superior.
O índice varia de 0 a 100, sendo que, quanto maior a nota, melhor o desempenho social do território. O cálculo é feito a partir da média das três dimensões principais, enquanto cada componente recebe pontuação baseada em indicadores padronizados e comparáveis entre os municípios.
O Bahia Notícias realizou um mapa completo e interativo em que você consegue conferir esses dados. Confira abaixo:
O estado da Bahia figurou em vigésimo segundo lugar no ranking nacional do Índice de Progresso Social Brasil (IPS), divulgado nesta quarta-feira (20). O levantamento, que se debruçou sobre os dados públicos dos municípios, também avaliou o desempenho médio dos estados brasileiros. A nota da Bahia foi 58,72, em uma média que vai de 0 a 100.
Entre os demais estados do país, a Bahia figurou na sexta pior colocação, à frente apenas de Rondônia (23º), Amapá (24º), Acre (25º), Maranhão (26º) e Pará (27º). Os destaques nacionais positivos, por sua vez, foram o Distrito Federal (1º), São Paulo (2º) e Santa Catarina (3º), que apresentaram as melhores pontuações, se destacando no mapa com os níveis mais elevados de progresso social.

Foto: Reprodução / IPS Brasil
Considerando as regiões geográficas, o Distrito Federal lidera no Centro-Oeste, São Paulo no Sudeste e Santa Catarina no Sul, enquanto a Paraíba se destaca no Nordeste e Tocantins apresenta o melhor desempenho entre os estados da região Norte.
Entre os municípios baianos, a cidade de Abaíra, na Chapada Diamantina, lidera o ranking das melhores cidades do estado, com nota 65,14, seguida por Lauro de Freitas, Valente, Itiruçu e Tanque Novo. A capital e maior cidade do estado, Salvador, aparece na 15ª posição entre os municípios mais bem posicionados, com a nota 62,18.
PROGRESSO SOCIAL
O ranking IPS utiliza a metodologia do Social Progress Imperative, uma ferramenta de gestão territorial baseada em dados públicos, que identifica e apresenta balanços sobre a realidade socioambiental dos municípios. Em sua definição, o IPS Brasil explica que, em uma mesma escala, o levantamento avalia se as pessoas têm o que precisam para prosperar, desde necessidades básicas como abrigo, alimentação e segurança.
A análise considera 57 indicadores divididos entre 12 eixos temáticos e 3 categorias. As categorias são: Necessidades Humanas Básicas, que inclui indicadores como saneamento, moradia e segurança; Fundamentos do Bem-Estar, que inclui os referenciais de qualidade do meio ambiente e acesso à informação; e Oportunidades, onde estão incluídos indicadores como inclusão social e liberdades individuais.
A cidade de Abaíra, na Chapada Diamantina, lidera o ranking das melhores cidades da Bahia, conforme o levantamento do Índice de Progresso Social Brasil (IPS), divulgado nesta quarta-feira (20). Conhecida como “Capital da Cachaça”, a cidade obteve um índice de 65,14 em uma avaliação de 0 a 100, superando a nota média dos municípios brasileiros, que é de 63,40.
A nota é resultado de uma média de três categorias avaliadas no índice: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades. Com uma população de pouco mais de 12 mil pessoas, a cidade obteve resultados positivos especialmente na categoria de Bem-Estar, onde foram bem avaliados os índices de acesso ao conhecimento básico, com a nota de 78,23/100, e acesso à informação, com índice 76,43/100. O indicador melhor avaliado, no entanto, foi o de moradia, na categoria de Necessidades Humanas, onde o município recebeu a nota 88,08/100.
O rótulo de “capital baiana da Cachaça” não é à toa. Segundo os registros locais, a história da produção da cachaça de alambique se confunde com a história da região, com uma tradição de mais de 450 anos. Inicialmente, com as plantações de cana-de-açúcar na região, e posteriormente com o crescimento da produção nos anos 80.
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Foto: Prefeitura de Abaíra
O município é a sede da Cooperativa dos Produtores de Cana e Seus Derivados da Microrregião de Abaíra, a COOPAMA, que produz a famosa “Cachaça Abaíra” desde 1988. O produto conhecido nacionalmente impulsionou a economia da região a tal ponto que a fabricação da cachaça se tornou a principal atividade econômica do município e ainda atraiu produtores de cana-de-açúcar de municípios vizinhos para integrarem esse “sistema” de produção.
Em 2011, eram registrados 700 produtores de cana-de-açúcar e derivados na Associação dos Produtores de Aguardente de Qualidade da Microrregião de Abaíra (APAMA).
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O RANKING
Além de Abaíra, os municípios de Lauro de Freitas, Valente, Itiruçu e Tanque Novo completam o ranking das melhores cidades em termos de desenvolvimento social na Bahia.
No caso de Lauro de Freitas, o município da Região Metropolitana de Salvador (RMS) aparece em segundo lugar no estado, com índice 63,76. O município, que tem cerca de 219 mil habitantes, é uma das dez maiores cidades da Bahia. Com um PIB per capita de R$ 40 mil, o maior destaque de Lauro de Freitas foi o indicador de moradia, com nota 88,50/100; seguido de água e saneamento básico, com nota 85,35/100.
Foto: ASCOM - Prefeitura Municipal de Lauro de Freitas
Já no sisal baiano, a cidade de Valente se destacou no levantamento como a terceira mais bem desenvolvida do estado. Com a nota 63,57, o município é conhecido como a “capital do sisal”, tendo como uma de suas forças econômicas a produção de fios naturais e tapetes e carpetes de sisal, planta natural do semiárido. Atualmente, o município tem cerca de 25.132 habitantes e, na avaliação do IPS, o destaque vai para o indicador de moradia, com nota 91,38/100; e o de nutrição e cuidados médicos básicos, com avaliação 76,71/100.
Foto: Prefeitura de Valente
A quarta posição entre os resultados mais positivos do ranking vai para Itiruçu, município no Vale do Jiquiriçá. A cidade recebeu a nota 63,46, considerando a média das três categorias, e se destacou especialmente nas Necessidades Humanas Básicas, com avaliações de 95,32/100 no indicador de moradia e 81,60/100 em água e saneamento.
Foto: Prefeitura de Itiruçu
Já no Sertão Produtivo, a cidade de Tanque Novo também apresentou boas notas no IPS Brasil. A nota atribuída ao município, de 17.812 habitantes, foi 63,16. O destaque vai para os indicadores de segurança pessoal, com avaliação 82,80/100, e nutrição e cuidados médicos básicos, com nota 75,15/100.
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Foto: Prefeitura de Tanque Novo
PROGRESSO SOCIAL
O ranking IPS utiliza a metodologia do Social Progress Imperative, uma ferramenta de gestão territorial baseada em dados públicos, que identifica e apresenta balanços sobre a realidade socioambiental dos municípios. Em sua definição, o IPS Brasil explica que, em uma mesma escala, o levantamento avalia se as pessoas têm o que precisam para prosperar, desde necessidades básicas como abrigo, alimentação e segurança.
A análise considera 57 indicadores divididos entre 12 eixos temáticos e 3 categorias. As categorias são: Necessidades Humanas Básicas, que inclui indicadores como saneamento, moradia e segurança; Fundamentos do Bem-Estar, que inclui os referenciais de qualidade do meio ambiente e acesso à informação; e Oportunidades, onde estão incluídos indicadores como inclusão social e liberdades individuais.
A capital baiana é a quarta pior capital do Brasil em desenvolvimento social. Isso é o que aponta o Índice de Progresso Social Brasil (IPS), divulgado nesta quarta-feira (20). Salvador foi avaliada com a nota 62,12, em uma escala que vai de 0 a 100. O resultado coloca a capital baiana abaixo da média nacional, que é de 63,40.
Entre as capitais, Salvador fica apenas na 24ª posição, à frente apenas de Porto Velho (RO), Macapá (AP) e Maceió (AL). Na Bahia, a capital baiana também não chegou ao topo do levantamento: Salvador foi a 15ª cidade no indicador, atrás de outros municípios como Barreiras, Lauro de Freitas e Camamu.
A nota é resultado de uma média de três categorias avaliadas no índice: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades. No balanço da capital baiana, o IPS identificou déficits especialmente na categoria de Oportunidades, com resultados negativos nos indicadores de Direitos Individuais, com nota 24,88/100, e Inclusão Social, com índice municipal de 39,09/100.
O indicador de Segurança Social, na categoria de Necessidades Humanas Básicas, também derrubou a nota da capital, com avaliação de 37,39/100. No geral, a categoria com melhor desempenho da capital foi Fundamentos do Bem-Estar, que inclui acesso à informação e qualidade do meio ambiente, com nota 69,75.
No cenário nacional, Curitiba (PR), Brasília (DF) e São Paulo figuraram nas melhores posições no ranking de capitais, todas com notas acima de 70. Entre as capitais do Nordeste, a mais bem avaliada foi João Pessoa, na Paraíba, com nota 67,73; seguida de Natal, no Rio Grande do Norte, com índice 66,82 na 13ª posição nacional; e Aracaju, em Sergipe, na 14ª posição, com nota 66,35.
PROGRESSO SOCIAL
O ranking IPS utiliza a metodologia do Social Progress Imperative, uma ferramenta de gestão territorial baseada em dados públicos, que identifica e apresenta balanços sobre a realidade socioambiental dos municípios. Em sua definição, o IPS Brasil explica que, em uma mesma escala, o levantamento avalia se as pessoas têm o que precisam para prosperar, desde necessidades básicas como abrigo, alimentação e segurança.
A análise considera 57 indicadores divididos entre 12 eixos temáticos e 3 categorias. As categorias são: Necessidades Humanas Básicas, que inclui indicadores como saneamento, moradia e segurança; Fundamentos do Bem-Estar, que inclui os referenciais de qualidade do meio ambiente e acesso à informação; e Oportunidades, onde estão incluídos indicadores como inclusão social e liberdades individuais.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
José Múcio Monteiro
"Precisamos ver onde podemos ajudar mais. A simpatia que o meu presidente tem pela Venezuela é absoluta. A partir de agora, Brasil e Venezuela são um só país".
Disse o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro após reunião nesta terça-feira com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, em Caracas. O encontro está marcado para as 14h, horário de Brasília. Pela manhã, Múcio já havia se reunido com o ministro da Defesa venezuelano, Gustavo González López, com quem conversou sobre a ajuda que o Brasil vem enviando ao país após os terremotos da semana passada.