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Senadores e deputados entregaram ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva o decreto de intervenção federal na segurança do Distrito Federal aprovada pelo Congresso Nacional na terça-feira (11). O encontro aconteceu no Palácio do Planalto, em Brasília.
Além dos líderes do governo, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e o vice-presidente do Senado, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), estiveram presentes na reunião. Estava previsto para o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), comparecer, mas a assessoria informou que ele acordou indisposto e não pode participar do ato simbólico.
"O ato de entrega do Projeto de Decreto Legislativo número 1 de 2023, editado por vossa excelência, e referendado pelo Congresso Nacional, cumpre o rito democrático legal e constitucional da efetivação dessas ações que por certo terão rumo daqui pra frente com muito diálogo, mas com muita firmeza em defesa dos preceitos maiores da nossa constituição”, afirmou Lira durante a entrega do decreto na reunião com o presidente.
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Após a entrega, o presidente Lula agradeceu aos congressistas pela aprovação do decreto de intervenção federal. "O que vocês estão fazendo com esse decreto é dizendo: a gente tem que punir, quem não quer respeitar a lei. E é preciso respeitar a ordem democrática tão dificilmente alcançada por nós, a partir da Constituição de 88”, afirmou Lula.
A medida foi assinada no último domingo (8) pelo presidente, após os atos terroristas que vandalizaram os edifícios-sede dos Três Poderes, em Brasília.
"Eu até não gostaria de pensar em golpe, uma coisa menor, um grupo de pessoas alopradas que ainda não entendeu que a eleição acabou, pessoas que não querem aceitar que a urna eletrônica é o modelo mais perfeito que temos”, disse Lula. O presidente ainda classificou os terroristas como “pessoas alopradas”.
O presidente ainda disse que não gostaria de ter feito uma intervenção, que queria ter resolvido isso “na base da conversa”. “Mas as pessoas que estavam lá não estavam dispostas a conversar, porque eles faziam parte daqueles que estavam praticando vandalismo no Brasil”, declarou o petista.
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Pérolas do Dia
Júlio Pinheiro
“Eu acho que na democracia cabe a representação de qualquer forma, desde que ela seja validada pelas urnas. Eu entendo que a rede social é um instrumento, ela não pode ser a base política, porque a base política ela precisa expressar anseios da sociedade que sejam calcados em coisas concretas, certo?".
Disse o deputado estadual eleito Júlio Pinheiro (PT), ao comentar em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 Salvador (100.1) nesta segunda-feira (21), sobre a popularização da modalidade de “políticos influencers”, aqueles parlamentares que se elegem com forte apelo das redes sociais e conteúdos virais. Segundo o ex-prefeito de Amargosa, “na democracia cabe a representação de qualquer forma”, mas é necessário avaliar o conteúdo produzido e incentivado pelos candidatos nas redes sociais.