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ingressos camarotes
Uma investigação conduzida pela Polícia Civil de São Paulo trouxe novos desdobramentos envolvendo os bastidores do São Paulo nesta sexta-feira (20). As apurações indicaram possíveis irregularidades relacionadas à exploração de camarotes e à comercialização de ingressos no MorumBIS.
De acordo com informações divulgadas pelo jornalista Bruno Giufrida, do ge.globo a polícia identificou indícios da atuação de um grupo estruturado que operaria dentro do clube. A suspeita é de que o esquema envolva práticas como uso de empresas intermediárias e possíveis fraudes na destinação de receitas oriundas dessas negociações.
Segundo a reportagem, parte dos valores que deveriam ser destinados ao clube pode ter sido desviada por meio de contratos irregulares, com participação de empresas ligadas a terceiros. O caso também envolve um conselheiro apontado como próximo ao ex-presidente Julio Casares, o que amplia a repercussão interna.
A Polícia Civil vê indícios de uma associação criminosa instalada dentro do departamento de marketing do São Paulo para fraudar a locação de camarotes e a venda de ingressos no MorumBIS. A reportagem também menciona a atuação de um dos investigados. O principal alvo da investigação é um conselheiro e aliado político do presidente Julio Casares, que teria facilitado o acesso de empresas parceiras ao estádio em troca de repasses financeiros não contabilizados.
Até o momento, o São Paulo Futebol Clube não apresentou posicionamento conclusivo sobre o tema, enquanto a investigação segue em andamento.
Em nota a Polícia Civil infirmou que "o caso é investigado, sob sigilo, pelo Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC). Diligências estão em andamento visando ao esclarecimento dos fatos".
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.