Artigos
Eleições 2026 e Violência Política de Gênero
Multimídia
Olívia Santana critica indicação de Jorge Messias e defende ministra negra no STF
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
infraero
Um voo da Azul com destino a Marabá (PA), programado para decolar às 13h15 da sexta-feira (26) do Aeroporto Internacional de Belém, foi cancelado após um passageiro anunciar que transportava uma bomba a bordo. A ameaça foi descartada pela Polícia Federal após inspeção na aeronave.
De acordo com as informações, durante o procedimento de embarque, um passageiro informou à tripulação que carregava um artefato explosivo dentro de uma caixa. O homem foi detido no local e conduzido para prestar depoimento na delegacia da Polícia Federal instalada no aeroporto.
A Norte da Amazônia Airports (NOA), concessionária que administra o terminal, afirmou que acionou imediatamente o plano de contingência previsto nos protocolos de segurança aeroportuária. A companhia aérea Azul confirmou que o cancelamento do voo foi uma "medida preventiva de segurança".
"As autoridades competentes, incluindo a Polícia Federal, realizaram a inspeção da aeronave e das bagagens, e descartaram a presença de qualquer artefato explosivo", informou a NOA em nota. A concessionária acrescentou que as demais operações no aeroporto seguiram normalmente, sem impactos em outros pousos e decolagens.
Em comunicado, a Azul disse que "lamenta eventuais transtornos e ressalta que medidas como essas são necessárias para conferir a segurança de suas operações". A empresa informou que os clientes afetados pelo cancelamento serão reacomodados em um voo extra programado para sábado (27).
As informações são do g1.
A 13ª Turma do Tribunal Regional Federal (TRF-1) manteve a sentença da 20ª Vara Federal da Seção Judiciária da Bahia (SJ-BA), que declarou a imunidade da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), sobre a cobrança do IPTU da área do Aeroporto Internacional de Salvador por considerar a empresa como pública e prestadora de serviço. Processo movido pelo Município de Salvador.
A prefeitura da capital baiana moveu a ação contra o Aeroporto Internacional de Salvador para que a empresa passasse a pagar IPTU da área, alegando que as receitas da Infraero não são exclusivamente de tarifas aeroportuárias, o que tornaria inviável a ausência de cobrança.
O desembargador federal Jamil Rosa de Jesus Oliveira afirmou que, conforme o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), a Infraero é uma empresa pública e possui imunidade recíproca, ou seja, há isenção de impostos sobre o patrimônio.
O governo do estado vai contratar a Infraero [Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária] para prestar serviços no aeroporto de Paulo Afonso, na divisa da Bahia com Sergipe e Alagoas. O contrato, com dispensa de licitação ao valor de R$ 3,6 milhões, servirá para prestação de serviços técnicos especializados de gestão e operação aeroportuária de aviação geral/executiva e comercial regular. O tempo de contrato é de 12 meses.
Em novembro de 2020, o aeroporto de Paulo Afonso passou a ser administrado pelo governo baiano após delegação do Ministério de Infraestrutura.
Com isso, o estado passou a explorar o terminal por 35 anos. O aeroporto de Paulo Afonso opera com aviação regular e geral e tem a capacidade de receber aeronaves com até 160 passageiros.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.