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Um voo da Azul com destino a Marabá (PA), programado para decolar às 13h15 da sexta-feira (26) do Aeroporto Internacional de Belém, foi cancelado após um passageiro anunciar que transportava uma bomba a bordo. A ameaça foi descartada pela Polícia Federal após inspeção na aeronave.
De acordo com as informações, durante o procedimento de embarque, um passageiro informou à tripulação que carregava um artefato explosivo dentro de uma caixa. O homem foi detido no local e conduzido para prestar depoimento na delegacia da Polícia Federal instalada no aeroporto.
A Norte da Amazônia Airports (NOA), concessionária que administra o terminal, afirmou que acionou imediatamente o plano de contingência previsto nos protocolos de segurança aeroportuária. A companhia aérea Azul confirmou que o cancelamento do voo foi uma "medida preventiva de segurança".
"As autoridades competentes, incluindo a Polícia Federal, realizaram a inspeção da aeronave e das bagagens, e descartaram a presença de qualquer artefato explosivo", informou a NOA em nota. A concessionária acrescentou que as demais operações no aeroporto seguiram normalmente, sem impactos em outros pousos e decolagens.
Em comunicado, a Azul disse que "lamenta eventuais transtornos e ressalta que medidas como essas são necessárias para conferir a segurança de suas operações". A empresa informou que os clientes afetados pelo cancelamento serão reacomodados em um voo extra programado para sábado (27).
As informações são do g1.
A 13ª Turma do Tribunal Regional Federal (TRF-1) manteve a sentença da 20ª Vara Federal da Seção Judiciária da Bahia (SJ-BA), que declarou a imunidade da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), sobre a cobrança do IPTU da área do Aeroporto Internacional de Salvador por considerar a empresa como pública e prestadora de serviço. Processo movido pelo Município de Salvador.
A prefeitura da capital baiana moveu a ação contra o Aeroporto Internacional de Salvador para que a empresa passasse a pagar IPTU da área, alegando que as receitas da Infraero não são exclusivamente de tarifas aeroportuárias, o que tornaria inviável a ausência de cobrança.
O desembargador federal Jamil Rosa de Jesus Oliveira afirmou que, conforme o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), a Infraero é uma empresa pública e possui imunidade recíproca, ou seja, há isenção de impostos sobre o patrimônio.
O governo do estado vai contratar a Infraero [Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária] para prestar serviços no aeroporto de Paulo Afonso, na divisa da Bahia com Sergipe e Alagoas. O contrato, com dispensa de licitação ao valor de R$ 3,6 milhões, servirá para prestação de serviços técnicos especializados de gestão e operação aeroportuária de aviação geral/executiva e comercial regular. O tempo de contrato é de 12 meses.
Em novembro de 2020, o aeroporto de Paulo Afonso passou a ser administrado pelo governo baiano após delegação do Ministério de Infraestrutura.
Com isso, o estado passou a explorar o terminal por 35 anos. O aeroporto de Paulo Afonso opera com aviação regular e geral e tem a capacidade de receber aeronaves com até 160 passageiros.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Edson Gomes
"Quero que você prove".
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