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O presidente da Fifa, Gianni Infantino, falou nesta sexta-feira (17) sobre as críticas relacionadas aos preços dos ingressos para a Copa do Mundo de 2026. Durante participação no evento Semafor World Economy, em Washington, o dirigente afirmou que há diferentes faixas de valores disponíveis ao público.
"Temos uma categoria de ingressos para torcedores mais dedicados a partir de 60 dólares, incluindo a final. Claro, também existem ingressos, como camarotes na final, que podem custar dezenas de milhares de dólares. Então há opções para todos os perfis", declarou.
Infantino explicou que a política de preços está diretamente ligada ao modelo de receita da entidade, que depende majoritariamente da realização da Copa do Mundo.
"A principal e até agora única fonte de receita da Fifa é a Copa do Mundo. A Copa do Mundo acontece durante um mês a cada quatro anos. Ou seja, geramos receita em um único mês. Nos outros 47 meses até a próxima Copa, gastamos esse dinheiro", afirmou.
Apesar dos valores elevados, o dirigente ressaltou que a FIFA opera como uma organização sem fins lucrativos e que os recursos arrecadados são destinados ao desenvolvimento do futebol em escala global.
"Mas o que é interessante, e digo isso meio em tom de brincadeira, é algo que muitas pessoas não sabem: embora geremos bilhões com a Copa, a Fifa é uma organização sem fins lucrativos. Isso significa que toda a receita gerada é reinvestida na organização do futebol em 211 países ao redor do mundo", completou.
A discussão sobre os preços dos ingressos tem sido recorrente no período prévio ao Mundial, especialmente diante da alta demanda e das diferentes categorias disponíveis para os torcedores.
A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) se antecipou ao cenário eleitoral da Fifa e declarou apoio "de maneira unânime" a uma possível reeleição de Gianni Infantino para a presidência da entidade máxima do futebol mundial. O anúncio foi feito pelo presidente Alejandro Domínguez, em uma publicação no X, na última quinta-feira (9).
El Consejo de la CONMEBOL manifestó de manera unánime su respaldo a la gestión de Gianni Infantino al frente de la FIFA, ante una eventual postulación a la reelección para el período 2027–2031.
— Alejandro Domínguez (@agdws) April 9, 2026
Presidente, gracias por su compromiso permanente con el desarrollo del fútbol… pic.twitter.com/NQhDlx18BI
"O Conselho da CONMEBOL manifestou de maneira unânime seu respaldo à gestão de Gianni Infantino à frente da FIFA, ante uma eventual postulação à reeleição para o período 2027–2031. Presidente, obrigado por seu compromisso permanente com o desenvolvimento do futebol sul-americano e pelo liderança impulsionada a nível global", escreveu Domínguez.
Apesar de ainda não ter oficializado candidatura, o dirigente suíço-italiano é considerado favorito para disputar um quarto mandato consecutivo nas eleições previstas para 2027.
O posicionamento da Conmebol marca o primeiro respaldo público de uma confederação continental ao atual presidente da Fifa. A decisão foi tomada após reunião do Conselho da entidade sul-americana, que reúne dez federações, incluindo Brasil e Argentina.
Infantino é presidente da Fifa desde 2016, quando assumiu a função após o escândalo conhecido como "Fifagate". Desde então, foi reconduzido ao posto por aclamação nas eleições de 2019 e 2023.
O apoio ocorre em meio a articulações políticas no cenário do futebol internacional. O próprio Domínguez tem defendido a ampliação da Copa do Mundo de 2030, sugerindo o aumento de 48 para 64 seleções como forma de celebrar o centenário do torneio.
A proposta, no entanto, ainda não conta com o respaldo público de Infantino e enfrenta resistência de outras lideranças do futebol mundial.
A edição de 2030 terá jogos distribuídos em diferentes continentes. Paraguai, Uruguai e Argentina receberão partidas comemorativas, enquanto Espanha, Portugal e Marrocos serão os principais anfitriões do torneio.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, confirmou que o Irã estará na Copa do Mundo de 2026, mesmo diante de incertezas políticas envolvendo o país. A declaração foi feita nesta terça-feira (31), durante um amistoso da seleção iraniana na Turquia.
"Estamos felizes porque é uma equipe muito, muito forte", afirmou o dirigente ao assegurar a participação do Irã no torneio.
Nos últimos dias, surgiram especulações sobre uma possível exclusão da seleção, em meio a pressões internacionais relacionadas a questões políticas e de direitos humanos. A fala de Infantino, porém, afasta esse cenário e reforça a presença iraniana no Mundial.
Apesar disso, o principal entrave agora está na definição de onde o Irã disputará suas partidas. Inicialmente, a equipe teria jogos programados nos Estados Unidos, mas a federação do país indicou que pretende evitar atuar em solo americano.
O presidente da Federação Iraniana, Mehdi Taj, declarou que o país não pretende boicotar a Copa, mas não deseja jogar nos Estados Unidos, citando questões diplomáticas, segurança e dificuldades logísticas.
Diante do impasse, a possibilidade de transferir os jogos para o México passou a ser considerada. O governo mexicano já sinalizou que pode receber essas partidas, caso a Fifa opte por alterar o planejamento original. Classificado para o Grupo G, o Irã pode acabar tendo seus jogos deslocados.
O técnico da Seleção Brasileira Masculina, Carlo Ancelotti, participou na última segunda-feira (26) de uma reunião no Palácio do Planalto, em Brasília, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente da Fifa, Gianni Infantino. O encontro integrou a agenda institucional de lançamento da marca da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil.
Além do Mundial Feminino, a conversa também abordou a possibilidade de o Brasil se candidatar para sediar a Copa do Mundo de Clubes de 2029. A proposta, já debatida no âmbito da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), recebeu sinalização positiva do governo federal durante a reunião.
Ancelotti esteve acompanhado de dirigentes da CBF, entre eles o presidente da entidade, Samir Xaud, e o vice-presidente Gustavo Dias Henrique. O ministro do Esporte, André Fufuca, também participou do encontro com Infantino.
Após a reunião, Samir Xaud afirmou que a presença do treinador reforça o alinhamento entre a seleção, a CBF e as instituições envolvidas na organização de grandes eventos esportivos no país. O dirigente reiterou que o Brasil está preparado para receber o Mundial de Clubes.
"A gente acredita que o Brasil está apto a receber esse evento grandioso [Mundial de Clubes], mas isso requer muitas conversas, muitos ajustes, mas o Brasil vai sim colocar a sua candidatura para 2029", afirmou.
Em outro momento, em tom descontraído, Lula dirigiu-se a Ancelotti durante o encontro e fez uma brincadeira sobre o futuro do treinador no futebol brasileiro.
"Você ganha a Copa do Mundo esse ano e depois vem para o Corinthians ganhar o Mundial", brincou.
Vale lembrar que o italiano Carlo Ancelotti está em fase avançada de negociações para renovar seu contrato e permanecer à frente da Seleção Brasileira até 2030.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reúne nesta segunda-feira (26), em Brasília, com Gianni Infantino, presidente da Fifa. O encontro está marcado para o Palácio do Planalto e integra a agenda institucional entre o governo brasileiro e a entidade máxima do futebol mundial.
De acordo com informações publicadas pelo jornal O Globo, a principal pauta da reunião será a Copa do Mundo Feminina da Fifa de 2027, que terá o Brasil como país-sede. O torneio está previsto para ser disputado em oito cidades: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
Além do planejamento do Mundial feminino, outro tema que deve entrar na conversa é a Copa do Mundo de Clubes da Fifa de 2029. Após a realização da primeira edição no novo formato, nos Estados Unidos, em 2025, vencida pelo Chelsea, o presidente brasileiro pretende manifestar o interesse para que o Brasil sedie a competição em uma próxima oportunidade.
A intenção do governo também inclui trazer para o país o Congresso da Fifa, programado para 2027.
No campo esportivo, o Flamengo aparece como o primeiro clube brasileiro classificado para a próxima edição da Copa do Mundo de Clubes. A vaga foi garantida com a conquista da Copa Conmebol Libertadores, em final disputada contra o Palmeiras, em Lima, no Peru. Com isso, o clube carioca, até o momento, figura como o único do país presente em todas as edições do torneio.
A Fifa anunciou na última segunda-feira (29), em Dubai, durante o World Sports Summit, a criação de uma nova premiação internacional do futebol a partir de 2026. A iniciativa será realizada em parceria com o Dubai Sports Council.
Em nota oficial, a entidade máxima do futebol não esclareceu se o The Best, prêmio anual que reconhece os melhores jogadores e jogadoras do mundo, será substituído ou se a nova cerimônia funcionará de forma complementar ao formato já existente.
Segundo o presidente da Fifa, Gianni Infantino, a proposta é ampliar a forma como o futebol será celebrado globalmente.
"Esta premiação mundial do futebol não será apenas uma cerimônia de entrega de troféus, mas uma maneira inovadora de reconhecer o futebol e destacar os principais nomes do ano, dentro e fora de campo", afirmou o dirigente.
Atualmente, o The Best segue como a principal premiação individual organizada pela Fifa. A edição mais recente foi realizada no dia 16 de dezembro, no Catar, quando o francês Ousmane Dembélé e a espanhola Aitana Bonmatí foram eleitos os melhores jogadores do mundo em 2025. O prêmio é concedido pela entidade desde 1991.
Até o momento, a Fifa não divulgou detalhes sobre categorias, formato de votação ou data da primeira edição da nova premiação.
Durante uma visita oficial à Bolívia na última segunda-feira (20), o presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que o país andino receberá uma edição da Copa do Mundo. A declaração foi feita em La Paz, durante as comemorações do centenário da Federação Boliviana de Futebol (FBF).
"Vamos trazer uma Copa do Mundo para cá, claro, é evidente; vamos ver, vamos conversar sobre qual Copa do Mundo estamos falando", disse Infantino, sem especificar se o torneio seria masculino, feminino ou de categorias de base.
A promessa, no entanto, ainda está distante de se concretizar. A escolha das sedes dos Mundiais é feita por meio de votação entre mais de 200 associações nacionais filiadas à Fifa, o que significa que o apoio do presidente é apenas o primeiro passo no processo.
A visita contou também com a presença do presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, e do recém-eleito presidente da Bolívia, Rodrigo Paz. Infantino destacou que pretende abrir diálogo com o novo governo sobre a possibilidade de organizar o torneio no país, conhecido por seus estádios em grandes altitudes.
O dirigente da Fifa evitou comentar as recentes denúncias do sindicato dos jogadores bolivianos, o Fabol, que pediu a intervenção do órgão internacional na FBF por supostos casos de corrupção. Segundo o sindicato, haveria “ilegalidades” na administração da federação local.
Atualmente, a seleção boliviana se prepara para disputar a repescagem das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, marcada para março, em busca de uma vaga no torneio que será realizado na América do Norte.
A Fifa divulgou na manhã desta quinta-feira (28) a nova versão do seu Código Disciplinar, que passa a ter regras mais rígidas no combate ao racismo no futebol. O documento, aprovado durante a reunião do Conselho da entidade neste mês, traz mudanças significativas nas punições e amplia os poderes dos árbitros e participantes em campo.
Pela nova redação do Artigo 15, qualquer atleta, membro da comissão técnica ou participante do evento pode comunicar ao árbitro um ato de racismo. A partir da denúncia, o juiz deve aplicar o protocolo de três etapas, já adotado desde 2023: paralisar o jogo, suspender temporariamente e, em caso de reincidência, encerrar a partida.
Além de interromper as partidas, a Fifa endureceu as penalidades financeiras. Clubes e federações podem ser multados em no mínimo 20 mil francos suíços (cerca de R$ 137 mil). A punição máxima pode chegar a 5 milhões de francos suíços (aproximadamente R$ 34 milhões) — valor que excede o teto estabelecido para outros tipos de sanções, que é de 1 milhão de francos suíços (R$ 6,8 milhões).
O Código também prevê medidas mais severas em casos de reincidência, que podem incluir:
- Elaboração de um plano de prevenção obrigatório,
- Realização de partidas sem público,
- Dedução de pontos,
- Expulsão de competições,
- Rebaixamento de divisão.
As federações nacionais têm até o dia 31 de dezembro para incorporar as novas regras aos seus próprios regulamentos. Caso isso não aconteça, a Fifa poderá intervir diretamente nessas entidades e até recorrer ao CAS (Corte Arbitral do Esporte) caso entenda que as decisões locais não estejam alinhadas ao combate efetivo contra o racismo.
Durante o Congresso da Fifa, realizado em Assunção, no Paraguai, o presidente da entidade, Gianni Infantino, reforçou que o combate ao racismo é uma das prioridades da federação. Segundo ele, a Fifa tem atuado, inclusive, fora do campo, para garantir que a luta contra a discriminação se torne uma questão de justiça criminal.
“Racismo não é só um problema para atacar no futebol, racismo é simplesmente um crime. E por isso estamos trabalhando com diferentes governos e com a ONU para ter certeza de que a luta contra o racismo esteja inserida na legislação criminal de cada país do mundo”, afirmou Infantino.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.