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O grupo Aguidavi do Jêje, primeira orquestra afro indicada ao Grammy Latino, promoverá um espetáculo especial na Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA), em Salvador, no dia 13 de novembro. A apresentação, que integra a turnê “Encontro Ancestral”, contará com participações de Chico César, BaianaSystem e Ilessi, a partir das 19h.
Formada por 14 ogãs e sob a direção musical de Luizinho do Jêje e Kainã do Jêje, a orquestra afro-percussiva leva ao palco uma tradição secular mantida no Terreiro do Bogum, um dos mais antigos terreiros de Candomblé do país. O grupo utiliza mais de 18 instrumentos, entre eles 15 atabaques confeccionados artesanalmente no próprio terreiro.
O repertório reúne composições autorais e releituras de clássicos da música brasileira. Entre os destaques está “Violão de Cabaça”, faixa gravada em colaboração com Gilberto Gil.
Os ingressos custam entre R$ 48 e R$ 120, com opções de inteira e meia-entrada. As vendas estão abertas pela plataforma Sympla e na bilheteria física do Teatro Castro Alves.
Os portões da Concha Acústica serão abertos às 17h, duas horas antes do início do espetáculo, com acesso exclusivo pela Ladeira da Fonte.
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O Bis, canal de TV por assinatura de propriedade da Globo, censurou a exibição de um videoclipe em sua programação. De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de São Paulo, o clipe era da música “Ladra do Lugar de Fala”, composição de Thiago Amud interpretada pela cantora Ilessi. A justificativa dada pela emissora é que a canção tem “viés político”.
Com forte crítica social, a letra trata de temas como racismo, censura e desigualdade social. “Me dá um beijo, meu fascista preferido/ Vem cá/ Me dá um beijo, meu feitor, meu inimigo”, diz trecho da música. O clipe, por sua vez rebatiza o nome da rua onde mora o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), como “rua Marielle Franco”, em homenagem à vereadora assassinada em março de 2018, na capital fluminense. Outras partes do vídeo mostram os dizeres “ele não” e “ele nunca”, referências à campanha contra a eleição do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Procurado pela coluna, o canal não quis comentar o caso.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Sandro Filho
"Não é flerte, não é namoro, não é casamento. É só uma decisão de um cidadão e agora um deputado eleito acreditando que um candidato a presidente é melhor do que o outro para trazer investimentos tanto para o meu estado quanto para o meu país".
Disse o deputado federal eleito Sandro Filho (PP) rechaçou a caracterização de que sua movimentação política represente um "flerte", "namoro" ou "casamento" com o bolsonarismo.