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igreja e hospicio da boa viagem
O orçamento das obras de restauração da Igreja e Hospício da Boa Viagem, em Salvador, pode saltar de R$ 7,2 milhões para aproximadamente R$ 10,4 milhões após o Conselho Federal Gestor do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (CFDD) aprovar, em maio de 2026, um reajuste de 45% sobre o valor original. A aprovação, no entanto, tem caráter apenas autorizativo e não garante o repasse imediato, condicionado à existência de recursos disponíveis.
O presidente do conselho esclareceu durante a reunião que não há disponibilidade orçamentária no momento para cobrir o aumento solicitado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A formalização do aditivo ao contrato depende de verificação futura de recursos, em um cenário de restrições financeiras enfrentado pelo fundo. A aprovação foi decidida por maioria, após debate entre os conselheiros sobre o impacto da medida.
As obras tiveram início em abril de 2025 e contemplam a recuperação do templo e a implantação de uma hospedaria, com o objetivo de fortalecer o turismo religioso e garantir a sustentabilidade econômica do bem. Os recursos são oriundos do Iphan e do Fundo de Direitos Difusos (FDD).
Inaugurada em 1741, a Igreja da Boa Viagem passa pela primeira grande intervenção estrutural de sua história. O templo havia sido interditado pelo Iphan em fevereiro de 2025, uma semana após o acidente que deixou uma turista morta na Igreja de São Francisco, no Pelourinho. Em janeiro deste ano, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, visitou as obras em andamento.
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) autorizou a realização de uma pesquisa arqueológica vinculada às obras de restauração da Igreja e Hospício da Boa Viagem, localizados em Salvador.
De acordo com o processo, a atividade será coordenada por dois arqueólogos, com apoio institucional da Superintendência do Iphan na Bahia. O prazo de validade da autorização da pesquisa é de seis meses.

Foto: Amanda Tropicana / Ministério da Cultura
A movimentação ocorre um ano após o Bahia Notícias mostrar que a paróquia da Boa Viagem avançaria no projeto de restauração. Tombado pelo Iphan, o templo passou por um reajuste contratual do Iphan com uma empresa especializada em arquitetura e engenharia.
A igreja foi interditada pelo próprio órgão em fevereiro de 2025, uma semana após o acidente que deixou uma turista morta na Igreja de São Francisco, no Pelourinho.
Em janeiro deste ano, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, visitou as obras de restauração, que tiveram início em abril de 2025 e contemplam a restauração do templo e a implantação de uma hospedaria, com o objetivo de fortalecer o turismo religioso e garantir a sustentabilidade econômica do bem.
O investimento total foi reajustado para R$ 7,2 milhões, com recursos do Iphan e do Fundo de Direitos Difusos (FDD), do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Inaugurada em 1741, a igreja passa pela primeira grande intervenção estrutural de sua história.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Tânia Scofield
"Na verdade, o que a gente encontra hoje na rua de Salvador é uma faixa de veículo assim, bem acima do necessário. Esse acima do necessário permite inclusive que um carro ultrapasse, porque às vezes tem 3 metros e meio, 3 metros, às vezes 4 metros".
Disse a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, durante entrevista nesta terça-feira (8) ao programa Bahia Notícias no Ar, ao comentar a preocupação de parte dos motoristas com a redução do espaço para os carros nas obras de requalificação da Avenida Lafayette Coutinho, popularmente como Avenida Contorno é uma "percepção um pouco equivocada".