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ian mckellen
O ator Ian McKellen publicou uma homenagem a Patrick Stewart, que morreu na quarta-feira (28), aos 86 anos, em sua residência em Los Angeles. Conhecido por interpretar Magneto em X-Men, McKellen destacou a trajetória do amigo, suas origens em Yorkshire, na Inglaterra, e a relação construída ao longo de décadas.
No texto, McKellen descreveu Stewart como um homem marcado pela origem no norte inglês, ressaltando sua franqueza e a ligação com a terra natal. Os dois se conheceram há cerca de 50 anos, quando eram jovens atores da Royal Shakespeare Company, mas a amizade se fortaleceu apenas em 2000, durante as filmagens do primeiro longa da franquia X-Men, no qual interpretaram os rivais Magneto e Professor Charles Xavier.
McKellen também recordou uma conversa em Londres, anos antes, quando aconselhou Stewart a pensar cuidadosamente antes de aceitar o papel principal em Star Trek. Na época, o ator ponderou que a oportunidade poderia afastá-lo dos palcos britânicos por muitos anos. Stewart decidiu assumir o desafio e se tornou mundialmente conhecido como o capitão Jean-Luc Picard.
Na homenagem, McKellen destacou a nomeação de Stewart como chanceler da Universidade de Huddersfield, em Yorkshire, como uma de suas conquistas mais importantes. “Ele usava o seu coração na manga, o que o tornou um homem em quem confiar, admirar e, no meu caso, amar. [...] Ele nunca abandonou as suas origens”, escreveu McKellen.
McKellen encerrou o texto mencionando a participação póstuma do amigo em Avengers: Doomsday, ainda não lançada. A morte do ator foi anunciada pela família nesta quinta-feira (29). Segundo o comunicado, Stewart enfrentava Alzheimer e demência por corpos de Lewy. Além de Star Trek e X-Men, o britânico construiu uma carreira de mais de seis décadas no teatro, no cinema e na televisão.
CONFIRA A NOTA COMPLETA:
O ator Ian McKellen, que interpretou o mago Gandalf na saga “O Senhor dos Anéis” e Magneto em X-Men, foi vacinado contra a Covid-19, em Londres. Aos 81 anos, ele integra o grupo de risco e por isso integrou um dos primeiros grupos a receber o imunizante no Reino Unido.
"É um momento especial. Realmente espero que, à medida que mais pessoas forem vacinadas, avancemos no caminho de volta a um estilo de vida mais normal", comemorou o artista, em declaração publicada pelo perfil do sistema de saúde britânico, no Twitter.
Já em sua conta oficial, ele compartilhou a notícia de que havia sido imunizado e estimulou a população a fazer o mesmo: “Eu me sinto muito sortudo por ter recebido a vacina. Eu não hesitaria em recomendá-la a ninguém”, escreveu.
O ator Ian McKellen irá participar de um documentário no qual estarão presentes temas delicados. Em entrevista à “Time Out”, o ator falou sobre “McKellen: Playing the Part”, dirigido por Joe Stephenson, e além disso, falou sobre como revelou ser homossexual. “Harold Pinter me queria em um filme de 1983, “Betrayal”, e ele me levou para conhecer o produtor, Sam Spiegel. Quando fui ao seu escritório, eu acabei comentando que ia para Nova York. Ele disse: ‘Vai levar a família’. Eu respondi: ‘Não tenho família, sou gay’. Acho que foi a primeira vez que admiti ser gay a alguém. Bem, eu estava fora do escritório em dois minutos”, relatou o ator. “Levou 25 anos para Pinter se desculpar por não se manter firme comigo. Mas jovens atores de Londres agora se revelam há anos. Este é o futuro”, disse Ian McKelley. O ator ainda foi questionado sobre o jovem Dumbledore não ser explicitamente gay no filme “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” e se ele achava que existem poucos papéis com personagens homossexuais. “Ele, não é? É uma pena. Bom, ninguém vê os filmes de Hollywood para comentários sociais, vê? Eles só agoram descobriram que há pessoas negras no mundo. Hollywood maltratou mulheres de todas as formas possíveis em sua história. Homens gays não existem (para Hollywood). ‘Deuses e Monstros’, eu acho, foi o início de Hollywood admitir que há gays, mesmo que metade de Hollywood seja gay”, criticou Ian McKelley.
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Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.