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ian gouveia
As semifinais do Pipe Pro 2025 foram marcadas por surpresas e eliminações brasileiras. Ítalo Ferreira e Ian Gouveia, que estavam entre os favoritos, foram superados por Barron Mamiya e Leonardo Fioravanti, respectivamente. O havaiano Mamiya, atual campeão do evento, reafirmou seu domínio em Pipeline, enquanto o italiano Fioravanti demonstrou grande adaptação às condições desafiadoras.
Ítalo Ferreira x Barron Mamiya
Na primeira semifinal, Ítalo Ferreira iniciou bem, marcando 8.50 pontos em sua primeira onda. No entanto, o brasileiro teve dificuldades para encontrar boas ondas ao longo da bateria e não conseguiu elevar sua pontuação, fechando com um total de 10.33 pontos.
Do outro lado, Barron Mamiya aproveitou sua experiência nas águas havaianas e surfou com precisão. Ele recebeu notas de 9.00 e 9.50, alcançando um total de 18.90 pontos e garantindo sua vaga na final.
Ian Gouveia x Leonardo Fioravanti
Na segunda semifinal, Ian Gouveia enfrentou Leonardo Fioravanti, que, apesar de não ser local, mostrou um alto nível de adaptação a Pipeline. Fioravanti surfou apenas três ondas, mas duas delas lhe renderam notas 8.33 e 8.24, somando 17.57 pontos.
Gouveia, por sua vez, não conseguiu igualar a performance do adversário. Sua melhor onda foi de 6.67 pontos, resultando em um total de 9.34. Com isso, o italiano garantiu sua vaga na final contra Mamiya.
O que esperar da final
A grande decisão do Pipe Pro 2025 será um duelo entre Barron Mamiya e Leonardo Fioravanti. Mamiya, atual campeão do evento, busca o bicampeonato em casa, enquanto Fioravanti tenta conquistar seu primeiro título em Pipeline. O confronto promete ser marcado por estratégias precisas e um alto nível técnico, onde o posicionamento e o controle das ondas serão determinantes para a vitória.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.