Artigos
Pesquisa, diagnóstico e dignidade: o compromisso do MCTI com a saúde da mulher
Multimídia
Rosemberg prevê vitória de Jerônimo contra ACM Neto no 1º turno
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
hospital de porto seguro
A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) afirmou nesta terça-feira (2) que o atendimento às gestantes e bebês no Hospital Deputado Luís Eduardo Magalhães (HDLEM), em Porto Seguro, na Costa do Descobrimento, seguirá funcionando normalmente. O fato ocorre após a demissão da equipe de obstetrícia do local, informou o Radar News, parceiro do Bahia Notícias.
A unidade de saúde tem convivido com problemas. No dia 30 de setembro, o governo do estado anunciou o encerramento do contrato com a então administradora da unidade, o Instituto de Gestão e Humanização (IGH).
Segundo a Sesab, o atual gestor, o Instituto Setes, já contratou um novo grupo de obstetras para manter a escala de trabalho e garantir a assistência a gestantes e recém-nascidos. A última crise começou na última segunda-feira (1°), quando a antiga equipe médica pediu demissão coletiva.
Entre as justificativas, estavam uma redução salarial encaminhada pelo Instituto Setes e a falta de pagamento das verbas rescisórias pela gestão anterior, o IGH.
Para garantir a continuidade dos serviços, a Sesab acionou órgãos como o Conselho Regional de Medicina (Cremeb) e o Ministério Público, solicitando fiscalização e medidas que confirmem a permanência dos profissionais na unidade.
Em nota, a secretaria informou também que acompanha de perto as negociações para o pagamento das rescisões trabalhistas dos profissionais que atuavam no hospital sob contrato com o IGH.
A pasta afirmou que tem tomado as medidas necessárias para assegurar uma transição contratual regular e a manutenção sustentável da assistência.
Médicos do Hospital Luís Eduardo Magalhães, em Porto Seguro, na Costa do Descobrimento, acusam a administração do local de demitir um colega sem justificativa. Uma carta, assinada por profissionais, atribuiu a demissão do colega a uma perseguição da empresa IGH, ainda responsável pela gestão do hospital.
“De maneira unilateral, arbitrária, opressiva e tirana, a atual administração do hospital, sob a gestão da empresa IGH, atingiu o ápice do desrespeito e da perseguição ao demitir um dos médicos mais antigos da unidade, o Dr. Vinícius Santos Ferreira”, diz trecho da nota, assinada pelo corpo clínico médico do hospital.
As irregularidades passariam por atrasos constantes no pagamento de salários, estrutura precária e falta de insumos e de equipamentos básicos, queixas recorrentes entre os profissionais. Nesta terça-feira (28), o médico Vinícius Santos Ferreira, que ocupada a direção do corpo clínico do hospital, foi não só retirado do posto, como demitido da unidade. Ele atribui o fato a críticas feitas à administração do hospital, que é o maior da região.
"Além dos constantes atrasos no salário, nós estamos lutando também por melhorias na assistência médica, o que passa por melhores equipamentos, abastecimento de insumos. Aqui, já tivemos falta de antibióticos, falta de coisas básicas como anti-hipertensivos, analgésicos adequados, fio de sutura", relatou em entrevista ao Bahia Notícias nesta quarta-feira (29).
Segundo Ferreira, a justificativa para a demissão é que haveria uma reorganização da unidade, o que não o convence. "Trabalho desde 2013 no hospital e nunca houve nenhum problema, nenhuma queixa", completa o médico, que pretende acionar a Justiça no caso.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.