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hospital anchieta
A polícia prendeu três pessoas suspeitas de assassinatos no Hospital Anchieta, no Distrito Federal. O caso ocorreu entre os meses de novembro e dezembro de 2025. A situação envolve técnicos de enfermagem da unidade de saúde. As mortes ocorreram por meio da aplicação de uma substância considerada letal e de difícil detecção em exames iniciais.
Segundo o G1, os investigados teriam utilizado cloreto de potássio aplicado diretamente na veia desses pacientes, que foram a óbito. A substância utilizada fora de protocolos médicos, pode ocasionar parada cardíaca em poucos minutos. Na investigação estão sendo analisadas imagens das câmeras de segurança da Unidade de Terapia Intensiva onde as vítimas estavam internadas.
Entre as vítimas estão uma professora aposentada de 75 anos, de Taguatinga; um servidor público de 63 anos, do Riacho Fundo I; um servidor público de 33 anos, de Brazlândia. Conforme informações da Polícia Civil, via G1, um técnico de 24 anos aproveitou que o sistema do hospital estava sendo utilizado na conta de um médico e receitou um medicamento "errado". Ele teria buscado na farmácia, e aplicado nas três vítimas sem consultar a equipe médica.
As duas aplicações foram efetuadas no dia 17 de novembro e no dia 1° de dezembro. A Polícia Civil disse que para disfarçar a autoria do crime, o homem fazia massagem cardíaca nos pacientes com a intenção de tentar reanimá-los.
O suspeito ainda aplicou desinfetante dez vezes em um dos pacientes, com uma seringa. Essas aplicações foram feitas no mesmo dia, após o paciente ter tido mais de uma parada cardíaca.
Além disso, as duas mulheres envolvidas no crime auxiliaram em outros dois crimes. A Polícia Civil investiga se há outros casos do tipo. Por meio de nota, o hospital afirmou que “ao identificar circunstâncias atípicas relacionadas a três óbitos ocorridos em sua Unidade de Terapia Intensiva, o Hospital instaurou, por iniciativa própria, em cumprimento ao seu dever civil, ético e ao seu compromisso com a transparência, comitê interno de análise e conduziu investigação célere e rigorosa, que em menos de vinte dias resultou na identificação de evidências envolvendo ex-técnicos de enfermagem, as quais foram formalmente encaminhadas às autoridades competentes.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Leite
"Não estamos diante de uma eleição comum".
Disse o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD) ao anunciar sua pré-candidatura à Presidência. Em "manifesto ao Brasil", o chefe estadual avaliou o cenário nacional e afirmou que o país tem um "problema de direção". Durante o anúncio realizado nesta sexta-feira (6) o gestor também defendeu uma nova relação entre os Poderes e responsabilidade fiscal.