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A Fórmula 1 e equipes da categoria prestaram homenagens a Ayrton Senna nesta sexta-feira (1º), data que marca os 32 anos da morte do tricampeão mundial. O piloto brasileiro faleceu em 1994, após acidente durante o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália.
Em publicação oficial, a Fórmula 1 destacou a permanência do legado de Senna no esporte e relembrou sua importância histórica para o automobilismo mundial.
"Sempre em nossos pensamentos. Lembrando de Ayrton Senna hoje e todos os dias", diz a publicação.
Forever in our thoughts
— Formula 1 (@F1) May 1, 2026
Remembering Ayrton Senna today, and every day ???????? pic.twitter.com/0fyURkM7iL
A McLaren, equipe pela qual o brasileiro conquistou seus três títulos mundiais, também divulgou homenagem nas redes sociais, reforçando a relação histórica com o ex-piloto.
"Ou você faz algo muito bem, ou nem faz", publicou a escuderia.
Já a Williams, última equipe defendida por Senna na categoria, também prestou tributo.
"Senna sempre", escreveu.
"With regard to performance, commitment, effort, dedication, there is no middle ground. Or you do something very well or not at all."
— McLaren Mastercard Formula 1 Team (@McLarenF1) May 1, 2026
Today we remember Ayrton Senna ????#McLarenF1 pic.twitter.com/QMwywKI3sZ
Senna Sempre ???? pic.twitter.com/i3TQ0Cq2XT
— Atlassian Williams F1 Team (@WilliamsF1) May 1, 2026
Ayrton Senna morreu aos 34 anos, na sétima volta da corrida em Ímola, quando seu carro saiu da pista na curva Tamburello e colidiu contra o muro. O episódio gerou comoção mundial e provocou mudanças significativas nos protocolos de segurança da Fórmula 1 nos anos seguintes.
Responsável pelas coberturas da Fórmula 1 desde 1969, o jornalista Roger Benoit compartilhou recentemente uma série de histórias de bastidores envolvendo grandes nomes do automobilismo mundial. Os relatos foram publicados pela revista alemã Sport BILD e reúnem episódios pouco conhecidos ao longo de mais de quatro décadas de cobertura.
Entre os casos citados pelo suiço, está um desentendimento entre Ayrton Senna e Michael Schumacher durante testes realizados em 1992, no circuito de Hockenheim, na Alemanha. De acordo com Benoit, o brasileiro procurou o alemão após se sentir prejudicado na pista.
"Senna foi até a garagem da Benetton para questioná-lo, e Schumacher respondeu de forma arrogante, mandando que ele fosse embora", relatou o jornalista.
As memórias também abordam episódios fora das pistas envolvendo Schumacher, como uma comemoração especial em seu 400º Grande Prêmio, organizada com participação do então dirigente da categoria, Bernie Ecclestone.
Outro momento destacado envolve Niki Lauda. Benoit afirma ter acompanhado de perto a recuperação do piloto após o grave acidente no GP da Alemanha de 1976, no circuito de Nürburgring. Segundo ele, semanas após o ocorrido, o austríaco já demonstrava intenção de retornar às pistas.
"Esperei no corredor do hospital. Primeiro saiu um padre, depois a mulher dele. Pouco tempo depois, Lauda já pensava em voltar a correr", contou.
Os relatos também incluem histórias sobre o perfil pessoal de Lauda, descrito como um competidor de personalidade forte ao longo da carreira.
As histórias fazem parte de um conjunto de memórias acumuladas ao longo de décadas e ajudam a revelar bastidores pouco conhecidos de algumas das maiores figuras da história da Fórmula 1.
Puxando para um contexto mais recente, uma história sobre Sebastian Vettel, Benoit relembra um episódio curioso após sua primeira vitória na Fórmula 1, em 2008, pela Toro Rosso. Segundo ele, no dia seguinte ao triunfo em Monza, a equipe recebeu uma cobrança financeira prevista em contrato pelo resultado alcançado.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.