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Matheus Cunha aparece à frente de Vinícius Júnior na percepção dos torcedores de Salvador sobre o melhor jogador da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. Segundo a terceira rodada da pesquisa Hexatômetro, realizada pela Duplamente Inteligência de Mercado em parceria com o Bahia Notícias, o atacante foi citado por 44,5% dos entrevistados como o principal nome do Brasil no torneio até o momento.
Vinícius Júnior aparece na segunda posição, com 38% das respostas. Lucas Paquetá foi citado por 12,5%, enquanto 5% dos entrevistados escolheram outros jogadores ou não souberam responder.
O levantamento foi realizado em Salvador, no dia 24 de junho de 2026, data do jogo entre Brasil e Escócia pela terceira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo. Ao todo, foram ouvidas 400 pessoas. A pesquisa tem margem de erro de cinco pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
O desempenho de Matheus Cunha na vitória por 3 a 0 sobre o Haiti ajudou a impulsionar a percepção positiva sobre o atacante. No relatório, o jogador é apontado como protagonista do triunfo brasileiro na segunda rodada, resultado que também contribuiu para a recuperação da confiança de parte dos torcedores na Seleção.
Apesar de aparecer atrás de Matheus Cunha no recorte geral, Vinícius Júnior segue com avaliação forte entre os entrevistados. O atacante foi citado por 38% e aparece como o segundo principal jogador brasileiro na opinião dos soteropolitanos. Paquetá, por sua vez, aparece em terceiro, associado ao equilíbrio no meio-campo da equipe.
O recorte por gênero mostra diferenças na avaliação dos jogadores. Entre as mulheres entrevistadas, Matheus Cunha foi escolhido por 52,4% como o melhor jogador do Brasil na Copa. Vinícius Júnior teve 31,3% nesse grupo. Já entre os homens, Vini aparece à frente, com 45,3%, enquanto Matheus Cunha foi citado por 35,9%.
A divisão também aparece no recorte por classe social. Entre os entrevistados das classes A e B, Vinícius Júnior lidera a preferência, com 59,8%. Matheus Cunha, nesse grupo, aparece com 29,3%. Já na classe C e nas classes D e E, o cenário se inverte: Matheus Cunha foi citado por 47,9% e 50,8%, respectivamente.
A pesquisa indica que a percepção sobre o protagonismo da Seleção Brasileira não está concentrada em apenas um nome. Embora Vinícius Júnior mantenha força entre parte do público, principalmente nos recortes masculino e de maior renda, Matheus Cunha ganhou espaço após a vitória contra o Haiti e passou a liderar a avaliação geral dos torcedores de Salvador.
O Brasil volta a campo contra a Escócia nesta quarta-feira (24), às 19h, pela terceira e última rodada da fase de grupos.
A vitória por 3 a 0 sobre o Haiti mudou o sentimento de parte dos torcedores de Salvador em relação à Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. Segundo a terceira rodada da pesquisa Hexatômetro, realizada pela Duplamente Inteligência de Mercado em parceria com o Bahia Notícias, 48,5% dos entrevistados afirmaram sentir alívio ou recuperação após o resultado conquistado pelo Brasil na segunda rodada da fase de grupos.
O levantamento aponta ainda que 31% dos soteropolitanos demonstram confiança moderada na Seleção. Outros 15,5% seguem com ceticismo em relação ao desempenho técnico da equipe, enquanto 5% disseram estar indiferentes ao momento do Brasil na competição.
A pesquisa foi realizada em Salvador, no dia 24 de junho de 2026, data do jogo entre Brasil e Escócia pela terceira rodada da Copa do Mundo. Ao todo, foram ouvidas 400 pessoas. O levantamento tem margem de erro de cinco pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
O resultado contra o Haiti representou uma mudança em relação ao clima registrado após a estreia, quando o empate com Marrocos aumentou a desconfiança do torcedor. Na nova rodada da pesquisa, a indiferença aparece em queda, enquanto os sentimentos de alívio e confiança voltam a predominar entre os entrevistados.
O interesse pela Copa também cresceu entre os soteropolitanos. De acordo com o Hexatômetro, 55% dos entrevistados afirmaram que pretendem assistir a todos os jogos possíveis do Mundial. Outros 38,5% disseram que acompanharão apenas as partidas da Seleção Brasileira. Já 6,5% declararam não ter interesse ou que raramente assistirão aos jogos.
Apesar da recuperação do otimismo, o torcedor de Salvador ainda aparece dividido sobre o futuro do Brasil na Copa. Para 39% dos entrevistados, a Seleção será eliminada nas quartas de final. O índice é praticamente igual ao dos que acreditam no título: 38,5% apontam que o Brasil será campeão mundial. Outros 22,5% projetam eliminação na semifinal ou vice-campeonato.
A pesquisa também mediu a expectativa para o jogo contra a Escócia. O placar mais citado pelos entrevistados foi vitória do Brasil por 2 a 0, escolhido por 41,5% dos participantes. Outros 36% apostaram em triunfo brasileiro por 3 a 0 ou 3 a 1. Já 18,5% projetaram um cenário mais apertado, com vitória por 1 a 0 ou empate por 1 a 1.
Entre os jogadores brasileiros, Matheus Cunha aparece como o principal nome da Seleção na percepção dos entrevistados. O atacante foi citado por 44,5% como o melhor jogador do Brasil na Copa até o momento. Vinícius Júnior aparece em seguida, com 38%, enquanto Lucas Paquetá foi lembrado por 12,5%.
Os dados indicam que a goleada sobre o Haiti não eliminou completamente a cobrança sobre a Seleção Brasileira, mas recolocou parte do torcedor soteropolitano em um cenário de maior confiança. A equipe chega ao jogo contra a Escócia com a missão de confirmar a reação e avançar na competição em meio a um público que voltou a acreditar, ainda que com cautela.
O Consulado-Geral do Haiti em Salvador lançou, nesta sexta-feira (19), um projeto de diplomacia cultural em parceria com a representação regional do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty). A iniciativa foi apresentada na Universidade Federal da Bahia (Ufba) e tem como objetivo fortalecer os laços históricos, culturais e institucionais entre Haiti e Brasil.
A cerimônia reuniu representantes da comunidade haitiana, autoridades, integrantes do corpo consular e embaixadores. Ao fim do evento, os participantes acompanharam a transmissão da partida entre Haiti e Brasil pela Copa do Mundo.
Durante a solenidade, o cônsul-geral do Haiti em Salvador, Henri Claude Voltaire, afirmou que a proposta busca ampliar a cooperação entre os dois países por meio da cultura, da educação e do diálogo. Segundo ele, o projeto pretende incentivar novas iniciativas acadêmicas e institucionais de forma permanente.
“As relações entre os povos se constroem não apenas por meio da diplomacia tradicional, mas também pela cultura, pela memória, pela educação e pelo diálogo. Se escolhemos o tema “Haiti–Bahia: Atlântico Negro, Diálogo, Memória e Cooperação” é porque nossas duas sociedades compartilham uma história profunda”, afirmou.
O embaixador e chefe do escritório do Itamaraty em Salvador, Francisco Luz, destacou que a convivência entre brasileiros e haitianos ao longo dos últimos anos fortaleceu a aproximação entre os povos. Para ele, o intercâmbio cultural deve ser ampliado para estimular o conhecimento mútuo.
De acordo com os organizadores, o projeto marca o início de uma agenda contínua de cooperação voltada à valorização da memória, da identidade e das relações culturais compartilhadas entre Haiti e Brasil.
Antes do confronto entre Brasil e Haiti, Ítalo Ferreira fez uma promessa para Matheus Cunha. Amigo do atacante da Seleção Brasileira, o surfista afirmou que, caso o camisa 9 marcasse na segunda partida do Brasil na Copa do Mundo, iria presentear o jogador com pranchas até o fim do ano.
Matheus Cunha fez mais do que cumprir a parte dele. O atacante marcou duas vezes na vitória brasileira sobre o Haiti, no Estádio da Filadélfia, e fez Ítalo manter a promessa.
"Estou devendo as pranchas, já pedi as medidas para ele. O moleque brilhou no dia de ontem. Um cara que trabalha muito, tem um talento incrível e merece esse sucesso, todo esse brilho. Desejo muita sorte para ele durante essa jornada e a gente vai fazer uma bateria em breve em uma piscina de ondas", disse Ítalo.
O palpite inicial do campeão mundial de surfe era de que Matheus Cunha marcaria um gol e daria uma assistência. Dentro de campo, o atacante superou a previsão do amigo. Após abrir o placar na Copa do Mundo, o camisa 9 comemorou com sua tradicional “pose de surfista”.
A relação entre Matheus Cunha e Ítalo Ferreira vai além da torcida. Amigos próximos, os dois compartilham a paixão pelo surfe. O atacante nasceu em João Pessoa, na Paraíba, mas costuma visitar Baía Formosa, no Rio Grande do Norte, cidade do campeão mundial da WSL, onde surfa as direitas da região.
"Comecei a praticar o surfe em Baía Formosa. O surfe virou parte da minha vida. Um dos grandes amigos meus é surfista. Sou muito amigo do Ítalo Ferreira, acho que o surfe está introduzido na minha vida. Eu acho que passo mais tempo vendo surfe do que futebol. Estou assistindo agora Saquarema pré-jogo", comentou Matheus Cunha após o jogo do Brasil.
Ítalo Ferreira está nas oitavas de final da sexta etapa da WSL, em Saquarema. Líder do ranking, o brasileiro busca o segundo título mundial da carreira e tenta manter o domínio do país no Circuito Mundial de Surfe.
Haiti e Turquia se tornaram as duas primeiras seleções eliminadas da Copa do Mundo de 2026. As equipes deram adeus ao torneio com uma rodada de antecedência, mesmo ainda tendo chances matemáticas de alcançar três pontos na última rodada da fase de grupos.
No caso do Haiti, a eliminação foi confirmada após duas derrotas nas duas primeiras rodadas. A seleção caribenha perdeu para a Escócia por 1 a 0 na estreia e foi superada pelo Brasil por 3 a 0 na segunda rodada.
Mesmo que vença o Marrocos no último compromisso e chegue aos três pontos, o Haiti não conseguirá ultrapassar a Escócia, já que foi derrotado no confronto direto. Com isso, tornou-se uma das primeiras seleções a se despedir da competição.
A Turquia vive situação semelhante. A equipe de Arda Güler perdeu para a Austrália por 2 a 0 na estreia e depois foi derrotada pelo Paraguai por 1 a 0 na segunda rodada.
Com os resultados, mesmo que vença os Estados Unidos na última rodada e também alcance três pontos, a seleção turca não pode mais superar australianos nem paraguaios, adversários para os quais perdeu nos confrontos diretos.
Na prática, o cenário mostra o peso dos jogos diretos na definição das vagas. Em situações de empate na pontuação, os resultados entre as seleções envolvidas passam a ser decisivos para determinar quem segue vivo na disputa e quem deixa a competição.
Um dos destaques da vitória por 3 a 0 sobre o Haiti, nesta sexta-feira (19), Vinícius Júnior deixou o campo com motivos de sobra para comemorar. Além de marcar um gol e participar diretamente da construção do resultado, o atacante falou sobre o principal objetivo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026: recolocar o país no topo do futebol mundial.
Em entrevista coletiva concedida à imprensa no Lincoln Financial Field, após a partida, o camisa 7 destacou a importância pessoal de conquistar o Mundial com a camisa da Seleção e afirmou que pretende seguir evoluindo ao longo da competição.
"Ganhar a Copa pelo Brasil significa muito pra mim. Espero poder seguir nesse nível e evoluindo para levar o Brasil ao lugar onde ele nunca deveria ter saído", declarou o camisa 7.
O atacante também comentou a lesão sofrida por Raphinha ainda no primeiro tempo. Vinícius demonstrou preocupação com o companheiro e ressaltou a importância do jogador para o grupo comandado por Carlo Ancelotti.
"Acho que foi a posterior. Muito triste pelo Rafa [Raphinha]. Sofrer lesão é sempre complicado, ainda mais com o Rafa sendo um jogador muito importante para nós. Ele sofreu muito com lesões nessa temporada e esperamos que não seja nada grave e ele siga na Copa com a gente", lamentou.
Durante o confronto, Vinícius atuou em uma função diferente da habitual, mais centralizado no ataque. Segundo ele, a mudança foi um pedido direto de Ancelotti, responsável por ajustar a equipe após a saída de Raphinha.
"Depende muito do jogo e depende muito do adversário. Hoje joguei numa posição diferente, onde o mister pediu para eu jogar por dentro, entre os dois zagueiros. A verdade é que eu não jogo muito por ali, mas sempre que o mister me pede e fala que tenho que jogar por ali eu marco gols. Tenho que escutar muito mais vezes ele. Seguramente ele vai falar para mim no vestiário que entende muito de futebol", contou Vini.
Sobre o desempenho coletivo, o atacante avaliou que a equipe mostrou evolução em relação ao empate da estreia diante do Marrocos e destacou o ganho de confiança para a sequência do torneio.
"Sem dúvida a vitória de hoje nos dá confiança para seguir evoluindo dentro da competição e tranquilidade para a próxima partida. O primeiro jogo foi um pouco diferente pelo peso da estreia. Hoje todo mundo estava mais leve. O campo estava melhor e também nos ajudou a fazer o nosso futebol", avaliou.
Vinícius também reservou elogios a Neymar, que segue em recuperação física e ainda busca condições para retornar aos gramados durante o Mundial. O atacante afirmou que a presença do camisa 10 no grupo tem papel importante nos bastidores da Seleção.
"O Ney é um jogador muito importante pra nós. Esperamos que ele possa jogar o próximo jogo. Estamos felizes com a evolução dele, e ele estar no grupo é algo muito importante pra nós. É o meu ídolo, que me deu muito suporte. Espero que possa nos ajudar no decorrer da Copa", concluiu.
Vinícius Jr chegou a três participações em gols nesta Copa do Mundo. Contando com a partida de estreia, contra Marrocos, o camisa 7 soma dois gols e uma assistência concedida.
A vitória por 3 a 0 sobre o Haiti deixou Carlo Ancelotti satisfeito com a resposta da Seleção Brasileira após a atuação contestada na estreia da Copa do Mundo de 2026. Em entrevista coletiva após a partida, o treinador destacou a evolução coletiva da equipe, elogiou a atuação de Matheus Cunha e afirmou que, apesar da classificação encaminhada ao Mata-Mata, o foco segue totalmente voltado para o duelo contra a Escócia.
Autor de dois gols na Filadélfia, Matheus Cunha foi um dos principais assuntos da entrevista. Segundo Ancelotti, a posição ocupada pelo atacante foi pensada especificamente para explorar fragilidades do sistema defensivo haitiano.
"Acho que, para esse jogo, a posição do Matheus [Cunha] era uma boa posição para criar problemas na defesa [do Haiti]. Infiltrou muito bem, entrou na posição dele. Pode ser uma posição, mas, como falei ontem, não quero uma identidade clara. Pode ser que, no próximo jogo, possamos mudar", argumentou.
O treinador também explicou os ajustes promovidos após a saída de Raphinha ainda na primeira etapa. A solução encontrada foi aproximar Vinícius Júnior da faixa central do ataque, enquanto Douglas Santos passou a ter maior protagonismo pelo lado esquerdo.
"Colocamos o Vinícius mais por dentro, deixando o jogo por fora com Douglas Santos, que fez muito bem. Vini é perigoso não só no um contra um, mas também atacando a profundidade. Assim, marcou um gol e deu uma assistência", explicou.
Ancelotti avaliou que a equipe apresentou avanços importantes em relação ao empate contra o Marrocos, especialmente na organização defensiva e na redução dos erros com a bola.
"Era o que esperava desse jogo. Melhorar a qualidade, com menos erros, mais efetividade na frente e mais controle atrás. Acho que, a nível defensivo, foi um bom jogo."
Apesar do placar confortável, o Brasil encontrou mais dificuldades na etapa final, quando o Haiti passou a frequentar mais o campo ofensivo. O italiano atribuiu o cenário às mudanças promovidas pelo adversário e admitiu que a Seleção poderia ter mantido uma intensidade maior.
"Chegaram bastante porque mudaram um pouco o sistema. Tivemos oportunidades no contra-ataque. Poderíamos jogar melhor, com mais intensidade, mas é um momento dentro da Copa do Mundo em que se tem que pensar nos outros jogos", analisou.
Líder do Grupo C após a segunda rodada, o Brasil depende apenas de um empate contra a Escócia para garantir vaga na próxima fase. Ainda assim, Ancelotti descartou qualquer pensamento antecipado sobre o mata-mata e ressaltou a importância de terminar a chave na primeira colocação.
"Não pensamos no mata-mata. Pensamos em jogar bem contra a Escócia e ganhar o jogo. Se possível, chegar na primeira posição do grupo pode ser importante para o futuro", ressaltou o italiano.
O comandante brasileiro também elogiou o trabalho psicológico realizado com o elenco durante a competição. De acordo com ele, a equipe demonstrou maior tranquilidade em campo e conseguiu controlar melhor a partida. Vale lembrar que a atual psicóloga da equipe é Marisa Santiago. Ela trabalhou no Bahia durante um ano e cinco meses, saindo em 2025 para prestar serviços à Seleção Canarinho.
"Ela está trabalhando muito bem conosco. É verdade que hoje a equipe estava mais tranquila e focada no jogo", destacou.
Ao comentar o nível da Seleção em comparação com as principais potências do futebol mundial, Ancelotti reconheceu a força de equipes como a França, mas reforçou a confiança na capacidade competitiva do Brasil.
"Todos os jogos são difíceis. O ranking fala e é óbvio que a França é mais forte que o Haiti, isso é normal. Em todos os jogos, o que pensamos na CBF é que podemos competir com todas as equipes, incluindo a França", concluiu.
Carlo Ancelotti voltará à beira do gramado na próxima quarta-feira (24), quando comandará a Seleção Brasileira diante da Escócia, às 19h (horário de Brasília), no Hard Rock Stadium, em Miami. Após a vitória sobre o Haiti, o Brasil precisa apenas de um empate para garantir a classificação à próxima fase da Copa do Mundo.
Principal nome da vitória do Brasil por 3 a 0 sobre o Haiti, nesta sexta-feira (19), pela segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, o atacante Matheus Cunha comemorou o momento especial vivido com a camisa da Seleção Brasileira. Autor de dois gols na partida, o jogador destacou a realização de um sonho construído desde a infância na Paraíba.
"É muito gratificante. Marcar gols em uma Copa do Mundo e ajudar a minha equipe é tudo que eu sempre sonhei", afirmou.
Além da atuação decisiva dentro de campo, Matheus Cunha relembrou sua trajetória até chegar ao principal palco do futebol mundial. Natural da Paraíba, o atacante falou sobre a emoção de representar o Brasil em uma Copa do Mundo.
"Lembrar daquele menino lá da Paraíba é difícil. Sou muito grato por estar aqui e fazendo o que eu sempre sonhei", declarou.
Após o empate por 1 a 1 com o Marrocos na estreia, o centroavante comentou as cobranças que cercam a Seleção Brasileira e ressaltou a dificuldade de enfrentar qualquer adversário em uma Copa do Mundo. Para ele, o resultado diante do Haiti foi expressivo, mesmo que parte da torcida esperasse uma goleada ainda maior.
"Sempre vão haver críticas e vocês esperam que as coisas sejam maravilhosas porque o nosso povo sabe que o futebol é desfrutar a vida. Sofrer dentro de um jogo de futebol é importante. O Haiti quase empata com a Escócia. Cada jogo impõe sua dificuldade e foi um ótimo placar, mas o mundo queria que fosse maior", disse.
Com o resultado, a Seleção Brasileira assumiu a liderança do Grupo C, com quatro pontos, e ficou muito próxima da classificação para a fase eliminatória. O próximo compromisso será diante da Escócia, na quarta-feira (24), quando o Brasil precisa apenas de um empate para avançar ao mata-mata da Copa do Mundo.
A vitória da Seleção Brasileira por 3 a 0 sobre o Haiti, nesta sexta-feira (19), pela segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, trouxe uma preocupação para o técnico Carlo Ancelotti. Segundo informação da Assessoria de Imprensa da CBF, o atacante Raphinha sentiu dores no músculo posterior da coxa direita durante o primeiro tempo da partida e passará por nova avaliação médica.
Titular da Seleção, Raphinha deixou o gramado ainda durante a etapa inicial após relatar o desconforto muscular. Substituído por Rayan, o atacante iniciou imediatamente o tratamento junto ao departamento médico da equipe e aguarda os próximos exames para que a gravidade do problema seja identificada.
Líder do Grupo C com quatro pontos, o Brasil volta a campo na próxima quarta-feira (24), quando enfrenta a Escócia, pela última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo. Até o momento, a CBF não divulgou prazo para recuperação nem informou se o jogador corre risco de desfalcar a Seleção na sequência do torneio.
Após a vitória por 3 a 0 da Seleção Brasileira diante do Haiti, nesta sexta-feira (19), pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo, o volante Casemiro destacou a atuação "completa" da equipe e ressaltou a importância do resultado para a sequência da competição.
Segundo o camisa 5, o Brasil apresentou uma evolução significativa em relação à estreia diante do Marrocos e mostrou maturidade para superar um adversário que exigiu atenção durante os 90 minutos.
"O empenho da equipe foi muito completo desde o começo. A gente sabe que Copa do Mundo não tem jogo fácil. Muitas seleções estão empatando, perdendo jogos. A ansiedade da estreia já passou. Agora vamos melhorar e esse é o caminho. Ainda falta muito, sabemos que precisamos melhorar, mas foi uma boa vitória", afirmou.
Além do desempenho ofensivo, que resultou nos gols de Matheus Cunha, duas vezes, e Vinícius Júnior, Casemiro fez questão de enaltecer o comportamento defensivo da equipe. O Brasil não sofreu gols pela primeira vez no torneio e terminou a partida sem permitir grandes oportunidades ao Haiti.
"É muito importante não sofrer gols. O princípio de uma Copa é não sofrer. O sistema defensivo foi muito bem e a parte defensiva também começa lá da frente. Acho que foi uma partida muito completa", destacou o volante.
Com o resultado, a equipe comandada por Carlo Ancelotti chegou aos quatro pontos e assumiu a liderança do Grupo C, ficando em situação confortável na luta por uma vaga n de final. A Seleção Brasileira volta a campo na próxima quarta-feira (24), quando enfrenta a Escócia, em Miami, precisando apenas de um empate para garantir a classificação ao mata-mata.
Depois de uma estreia abaixo das expectativas diante do Marrocos, a Seleção Brasileira deu a resposta que o torcedor esperava. Na noite desta sexta-feira (19), o time comandado por Carlo Ancelotti venceu o Haiti por 3 a 0, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, e assumiu a liderança do Grupo C da Copa do Mundo de 2026.
O grande nome da partida foi Matheus Cunha. O atacante marcou duas vezes e teve atuação decisiva para conduzir o Brasil ao primeiro triunfo no Mundial. Vinícius Júnior também balançou as redes e anotou seu segundo gol na competição, completando o placar da equipe brasileira.
A vitória recoloca o Brasil em posição confortável na chave após o empate por 1 a 1 com o Marrocos na rodada de abertura. Com quatro pontos conquistados, a Seleção chega à última rodada dependendo apenas de um empate para garantir presença na fase eliminatória da Copa. Além da pontuação, o resultado também colocou os brasileiros na ponta da classificação do Grupo C graças ao saldo de gols. Marrocos aparece na segunda colocação, enquanto a Escócia ocupa o terceiro lugar na disputa por uma vaga no mata-mata.
Agora, a delegação brasileira deixa a Filadélfia e retorna a Morristown, em Nova Jersey, onde dará sequência à preparação para o último compromisso da fase de grupos. O adversário será a Escócia, em confronto marcado para a próxima quarta-feira (24), no Hard Rock Stadium, em Miami, às 19h (horário de Brasília).
O JOGO
A Seleção Brasileira começou demonstrando uma atitude diferente em relação à partida de estreia e foi quem dominou as ações nos primeiros onze minutos de jogo. Em uma boa troca de passes, Bruno Guimarães descolou um belo lançamento para Raphinha, que bateu colocado no canto direito do goleiro Placide. No entanto, o árbitro assinalou impedimento.
GOOOOOOOLLL DO BRASIL!!!
Enfim, saiu o gol brasileiro. Após Raphinha desperdiçar uma grande chance em posição de impedimento, Matheus Cunha abriu o placar. Aos 23 minutos, Bruno Guimarães enfiou a bola para Vinícius Júnior na entrada da área. Vini driblou o marcador e finalizou forte para a defesa de Placide, que deu rebote nos pés de Cunha. Livre, o camisa 9 apenas empurrou para o fundo das redes e colocou o Brasil em vantagem.
Rafinha desperdiça mais uma chance
Pelo meio, Lucas Paquetá encontrou Raphinha livre, cara a cara com o goleiro haitiano, em um ótimo lançamento. O camisa 11 teve espaço para finalizar, mas bateu fraco, facilitando a defesa de Placide aos 29 minutos.
CUNHA MARCA O SEGUNDO PARA O BRASIL!
Aos 35 minutos, Lucas Paquetá roubou a bola de Casimir até ela chegar nos pés de Vinícius Jr. O camisa 7 arrancou pelo meio e enfiou para Matheus Cunha passar por trás do marcador e chutar forte no ângulo direito do goleiro do Haiti.
VINÍCIUS JÚNIOR FAZ O TERCEIRO!
Na saída de bola do Brasil, Marquinhos avançou pela direita e acionou Lucas Paquetá pelo meio. O camisa 20 girou e fez um belo lançamento pelo alto para Vinicius Júnior, que arrancou em velocidade, invadiu a área e finalizou rasteiro para marcar o terceiro gol da Seleção aos 47 minutos.

Vinícius Jr., Matheus Cunha e Lucas Paquetá foram os grandes destaques da Seleção Brasileira na primeira etapa | Foto: x / @fabrizioromano
SEGUNDO TEMPO
A Seleção do Haiti voltou para a etapa final com maior posse de bola, mas sem conseguir transformar o domínio territorial em chances claras de perigo. Ainda assim, foi o Brasil quem assustou primeiro. Aos 12 minutos, Douglas Santos lançou Vinicius Júnior em profundidade. O camisa 10 avançou pela esquerda e rolou para Rayan dentro da área, mas o atacante não conseguiu alcançar a bola e desperdiçou uma boa oportunidade para ampliar o placar.
SALVA, ALISSON!
Alisson evitou o que seria o primeiro gol do Haiti na partida. Aos 17, em cobrança de escanteio de Bellegarde, Adé subiu mais alto que a defesa brasileira e cabeceou com força em direção ao gol. Atento, o goleiro brasileiro fez grande defesa ao espalmar a bola, e Marquinhos apareceu na sequência para afastar o perigo e evitar o gol haitiano.
MARTINELLI MANDA NA TRAVE, MAS NÃO VALE!
Pelo meio, Bruno Guimarães enfiou a bola para Vinicius Júnior dentro da área. Com categoria, o camisa 10 ajeitou de calcanhar para Martinelli, que apareceu livre e soltou uma bomba no travessão do gol haitiano. Apesar do belo lance e do quase golaço brasileiro, o árbitro assinalou impedimento na jogada aos 22 minutos.
Douglas Santos quase marca o quarto
Aos 30 minutos, Endrick encontrou Rayan livre pelo meio. O atacante acionou Douglas Santos pela esquerda, que avançou com liberdade e teve espaço para finalizar. No entanto, o camisa 16 bateu com força e mandou a bola por cima do gol do Haiti, desperdiçando uma boa oportunidade para ampliar o placar.
GOL DE ENDRICK, MAS NÃO VALEU!
Rayan arrancou pelo meio e encontrou um belo passe para Endrick. O atacante saiu cara a cara com o goleiro e finalizou por baixo de Placide, balançando as redes. No entanto, o assistente assinalou impedimento no lance, e o gol foi anulado aos 32.
Ederson perde mais uma chance para o Brasil
Aos 45 minutos, Danilo Santos encontrou Martinelli livre pela esquerda. O atacante fez um bom cruzamento para a área, mas Éderson chegou desequilibrado na disputa e finalizou em cima da defesa haitiana, desperdiçando mais uma oportunidade para o Brasil ampliar o placar.
Alisson defende mais uma
Etienne tocou para Simon, que arriscou de fora da área. Alisson voou para espalmar a bola e mandar para escanteio, evitando o gol haitiano aos 47 minutos.
FICHA TÉCNICA
Brasil 3 x 0 Haiti
Copa do Mundo de 2026
Local: Lincol Financial Field, Filadélfia, Estados Unidos
Data: 19/06/2026 (sexta-feira)
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro principal: Alejandro Hernandez (Espanha)
Assistentes: Jose Henrique Naranjo (Espanha) e Diego Sanchez (Espanha)
VAR: Carlos del Cerro Grande (Espanha)
Onde assistir: TV Globo, Globoplay, SBT e CazéTV
Cartões amarelos: Douglas Santos (Brasil) / Pierrot, Arcus e Jean Jacques (Haiti)
Gols: Matheus Cunha [2], Vinícius Jr. (Brasil) /
Brasil: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães (Éderson Santos); Lucas Paquetá (Gabriel Martinelli), Raphinha (Rayan), Vinícius Júnior (Danilo Santos) e Matheus Cunha (Endrick). Técnico: Carlo Ancelotti.
Haiti: Placide; Arcus (Simon), Adé, Duverne, Delcroix e Expérience; Jean Jacques, Bellegarde (Etienne Jr.) e Casimir (Deedson); Providence (Joseph) e Pierrot (Isidor). Técnico: Sébastien Migné
A influenciadora Virginia Fonseca foi flagrada chegando ao Lincoln Financial Field, na Filadélfia, nesta sexta-feira (19), para acompanhar a partida entre Brasil e Haiti. Virginia está nos Estados Unidos gravando conteúdos especiais de cobertura da Copa do Mundo para o programa Domingão com Huck.
Durante sua chegada, em meio aos presentes, alguém gritou "Hala Madrid!", o tradicional grito da torcida do Real Madrid, e a influenciadora prontamente respondeu com o mesmo bordão. O momento chamou a atenção por conta do histórico de Virginia com Vini Jr., um dos principais craques do clube merengue e da Seleção Brasileira.
Recentemente, os rumores de uma possível reconciliação ganharam força na internet após a influenciadora publicar a foto de um buquê de flores que recebeu, e o jogador comentar um emoji de coração na postagem.
Brasil e Haiti entram em campo logo mais, às 21h30 (de Brasília), pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo.
Tudo pronto! Brasil e Haiti medem forças na noite desta sexta-feira (19), em confronto válido pela segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. O palco do duelo será o Lincoln Financial Field, na Filadélfia, e ambas as equipes já estão escaladas.
Sob o comando de Carlo Ancelotti, a Seleção Brasileira vai a campo com: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães; Lucas Paquetá, Matheus Cunha, Raphinha e Vinícius Jr.
Já o time haitiano, do técnico Sébastien Migné, está montado com: Placide; Arcus, Adé, Duverne, Delcroix e Expérience; Jean Jacques, Bellegarde e Casimir; Providence e Pierrot.
Confira abaixo a escalação oficial do Brasil. A seleção do Haiti ainda não divulgou o card oficial; esta matéria será atualizada assim que o material for disponibilizado.

Brasil pode assumir liderança do grupo? Veja o que acontece se a Seleção vencer o Haiti na Copa 2026
A Seleção Brasileira volta a campo nesta sexta-feira (19) para enfrentar o Haiti pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026, no estádio Lincoln Financial Field, na Filadélfia. O confronto é decisivo para as pretensões da equipe na fase de grupos e pode alterar completamente o cenário da chave.
Após o empate por 1 a 1 na estreia contra o Marrocos e a vitória da Escócia sobre o Haiti por 1 a 0, o grupo está embolado: os escoceses lideram com 3 pontos, enquanto Brasil e Marrocos somam 1 ponto cada. O Haiti ainda não pontuou.
Caso vença o Haiti, o Brasil chega a 4 pontos e pode assumir a liderança do Grupo C ao fim da rodada. Isso porque o resultado do duelo entre Escócia e Marrocos também interfere diretamente na classificação.
Se houver empate nesse outro jogo, a Seleção Brasileira termina a rodada na liderança isolada. Se houver vencedor, o Brasil ainda pode ficar entre os primeiros colocados, dependendo do saldo de gols.
Pelo formato da Copa do Mundo de 2026, os dois primeiros colocados de cada grupo avançam diretamente às oitavas de final, além de alguns melhores terceiros colocados. Por isso, uma vitória contra o Haiti coloca o Brasil em posição confortável para a última rodada.
Com 4 pontos, a Seleção precisaria apenas de um bom resultado contra a Escócia na terceira rodada para confirmar a classificação sem depender de outros grupos.
Apesar de ser considerado o adversário mais frágil do grupo, o Haiti chega pressionado após a derrota na estreia e precisa pontuar para seguir vivo na competição. Um resultado inesperado contra o Brasil pode embolar totalmente a chave e aumentar a pressão na última rodada.
Uma vitória recoloca o Brasil em posição de força no grupo e reduz a pressão após a atuação irregular na estreia. Já um tropeço pode obrigar a Seleção a jogar a última rodada sob risco real de eliminação.
Após o México se consagrar como o primeiro país classificado para a fase de 16 avos de final do Mundial de 2026, a Seleção Brasileira volta a campo nesta sexta-feira (19). O Brasil enfrenta o Haiti às 21h30 (horário de Brasília), no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, pela segunda rodada do Grupo C.
A rodada do dia promete ser decisiva para os donos da casa. No Grupo D, os Estados Unidos buscam sua primeira vitória no torneio diante da Austrália. Ainda no Grupo C, Escócia e Marrocos fazem um confronto direto pela liderança.
Na virada para o sábado, Turquia e Paraguai fecham os compromissos da noite.
CONFIRA OS HORÁRIOS E ONDE ASSISTIR AOS JOGOS DESTA SEXTA-FEIRA (19)
16h - Estados Unidos x Austrália
Local: Lumen Field, Seattle (EUA)
Transmissão: CazéTV
19h - Escócia x Marrocos
Local: Gillette Stadium, Foxborough (EUA)
Transmissão: CazéTV
21h30 - Brasil x Haiti
Local: Lincoln Financial Field, Filadélfia (EUA)
Transmissão: TV Globo, Globoplay, SporTV, ge TV, SBT, NSports e CazéTV
0h (sábado, 20) - Turquia x Paraguai
Local: Levi's Stadium, Santa Clara (EUA)
Transmissão: TV Globo, Globoplay, SporTV e CazéTV
RESULTADOS DOS JOGOS DESTA SEXTA-FEIRA (18)
Tchéquia 1 x 1 África do Sul
Dando início à segunda rodada da fase de grupos, tchecos e sul-africanos continuam sem vencer no Mundial. A partida realizada em Atlanta terminou empatada em 1 a 1. Sadílek abriu o placar para a Tchéquia aos 6 minutos do primeiro tempo, mas Mokoena garantiu a igualdade para a África do Sul aos 38 da etapa final.
Suíça 4 x 1 Bósnia e Herzegovina
A Suíça pressionou intensamente até superar o bloqueio defensivo da Bósnia, mas só encontraram o caminho das redes após a entrada dos reservas no segundo tempo. Johan Manzambi, duas vezes, Rúben Vargas e Granit Xhaka marcaram para os suíços, enquanto Ermin Mahmic descontou para os bósnios nos acréscimos.
Canadá 6 x 0 Catar
Jogando em Vancouver, o Canadá aplicou uma goleada histórica de 6 a 0 sobre o Catar, registrando o placar mais elástico de uma seleção da Concacaf na história do torneio. O confronto foi marcado por uma atuação inspirada de Jonathan David (que marcou três gols), além de tentos de Cyle Larin, Nathan-Dylan Saliba e um gol contra de Almanai. A nota triste do jogo foi a grave lesão na perna do meio-campista canadense Ismaël Koné.
México 1 x 0 Coreia do Sul
O primeiro classificado para o mata-mata está confirmado. Atuando em Guadalajara, o México venceu a Coreia do Sul por 1 a 0 com gol de Luis Romo logo no início do segundo tempo. Com o resultado, os donos da casa chegaram aos 6 pontos e carimbaram antecipadamente a vaga na próxima fase.
O Consulado-Geral do Haiti em Salvador realiza nesta sexta-feira (19), às 16h, na Faculdade de São Lázaro da UFBA, o lançamento oficial da diplomacia cultural haitiana na Bahia, e o evento terá como ponto alto a transmissão ao vivo da partida entre Haiti e Brasil pela Copa do Mundo de 2026. A iniciativa é realizada em parceria com a representação regional do Itamaraty em Salvador.
O encontro reunirá representantes dos meios diplomático, acadêmico, governamental e cultural, além de membros da comunidade haitiana, em torno dos laços históricos e culturais que unem o Haiti, a Bahia e o Brasil. O objetivo é fortalecer o conhecimento mútuo entre os povos, promover o patrimônio cultural haitiano e abrir caminho para intercâmbios acadêmicos, artísticos e institucionais.
"Salvador, cidade profundamente marcada por sua herança afro-atlântica, oferece um ambiente privilegiado para o desenvolvimento desta iniciativa", afirmou o cônsul-geral do Haiti em Salvador, Henri Claude Voltaire.
Para ele, a escolha de encerrar o evento com a transmissão do jogo não é por acaso: "O futebol, assim como a cultura, possui essa capacidade excepcional de reunir os povos e fortalecer os laços de amizade para além das fronteiras."
Às vésperas de enfrentar o Haiti pela segunda rodada do Grupo C na Copa do Mundo de 2026, o técnico Carlo Ancelotti confirmou que fará mudanças na escalação titular do Brasil. A afirmação foi feita nesta quinta-feira (18), durante entrevista coletiva na Filadélfia, cidade que sediará o confronto.
Ao longo da semana, Ancelotti realizou testes em todos os setores da equipe, com atenção especial ao ataque. O treinador avaliou o retorno do esquema com quatro atacantes, escalando Luiz Henrique pela direita e Endrick centralizado, modificação que tiraria Lucas Paquetá do time. Na linha de defesa, Danilo entrou na vaga de Ibañez, enquanto Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos foram mantidos. Já no meio-campo, Fabinho substituiu Casemiro ao lado de Bruno Guimarães.
Apesar de dar pistas sobre os treinos, o comandante fez mistério sobre os 11 iniciais e indicou que Endrick pode seguir como opção no banco de reservas.
“O Matheus Cunha tem mais qualidade de meia, é um atacante diferente do Igor Thiago, que é forte nos duelos e agressivo na recuperação. O Endrick não é nem um nem outro; ele é outra coisa. Para mim, é um talento extraordinário. O Brasil vai aproveitar suas qualidades nesta Copa do Mundo e na próxima. Ele é paciente, não tem pressa e é muito maduro para a idade que tem. Isso é um aspecto muito importante, assim como o comportamento de sua família. São pontos fundamentais para um jovem”, destacou Carletto.
RESPEITO AO ADVERSÁRIO
Avaliando aquele que é considerado por muitos o oponente mais frágil do Grupo C, Ancelotti fez questão de destacar as qualidades da seleção haitiana.
“O Haiti mostrou qualidade física, é uma equipe bastante organizada e com um sistema claro. Eles têm um centroavante de referência muito alto e jogam um bom futebol dentro das características que possuem. Temos que respeitar, assim como fazemos com todos os rivais. Na Copa do Mundo não existe jogo com resultado garantido. Todas as partidas são equilibradas”, alertou o técnico.
Por fim, o treinador reforçou que o desgaste físico e a situação disciplinar do elenco vão pesar na escolha final. “Os cartões podem influenciar. Essa é a razão pela qual fiz alterações no último jogo. Alguma mudança nós vamos fazer. Alguns jogadores estão mais frescos do que outros. Temos que melhorar em aspectos como equilíbrio, passe e qualidade. Precisamos de um jogo mais intenso”, completou.
O Brasil volta a campo nesta sexta-feira (19), às 21h30, para enfrentar o Haiti, pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026. A definição da classificação para a próxima fase acontecerá na próxima quarta-feira (24), quando a Seleção enfrenta a Escócia.
Um dos jogadores da Seleção Brasileira mais bem recebidos na chegada na Filadélfia, onde o Brasil enfrentará o Haiti nesta sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), no Lincoln Financial Field, pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo, foi o jovem Endrick, que chegou até a tocar um instrumento da torcida. As imagens são da TNT Sports Brasil.
Depois do empate em 1 a 1 contra o Marrocos, onde o Brasil perdeu oportunidades claras, a expectativa dos torcedores pela entrada do nome de Endrick foi ainda maior, mas o técnico Carlo Ancelotti decidiu que ainda não é o momento do camisa 19.
No amistoso contra o Egito, no último dia 6 de junho, já nos Estados Unidos, Endrick entrou na segunda etapa e marcou o gol da vitória verde e amarela por 2 a 1. Na segunda rodada, a Seleção pega o Haiti e o treinador italiano testou algumas mudanças na equipe titular. O detalhe é que o técnico manteve o centroavante Igor Thiago na equipe, o que fortalece a insatisfação da torcida sobre o ataque brasileiro.
Uma das lideranças da Seleção Brasileira nesta Copa do Mundo, o lateral Danilo foi questionado sobre o nível de contribuição de Neymar para o elenco, e o defensor foi claro: “Temos que lidar com a realidade e não com questões hipotéticas”. A afirmação aconteceu nesta quarta-feira (17), em entrevista coletiva realizada no hotel The Ridge, onde a delegação brasileira está hospedada nos Estados Unidos.
Questionado se o camisa 10 bem fisicamente poderia trazer o mesmo nível de atuação que Messi entregou pela Argentina, onde marcou três gols na sua estreia nesta edição do torneio, Danilo disse que “é chover no molhado, precisamos lidar com a realidade e não com questões hipotéticas. O que a gente espera é que ele esteja bem fisicamente e possa se recuperar, e que seu contributo seja com 10, 15, 20 ou 30 minutos. A qualidade dele já foi provada por onde passou e a todo tempo”, opinou.
ENDRICK COMO PEÇA DO GRUPO
Aproveitando a oportunidade, o lateral-direito defendeu a utilização de Endrick no elenco da Canarinho, fazendo referência a uma entrevista de Casemiro na qual o volante afirmou que o jovem atacante ainda “não fazia parte do grupo”.
“É um tema que a gente fantasia muito. Teve a entrevista do Casemiro, na qual ele falou de uma forma que possa ter dado margem à interpretação. É justo, então cabe a nós, quando sentamos nessa cadeira, nos comunicarmos da melhor maneira e da forma mais clara possível”, afirmou. “É um jogador que tem uma potência de perna muito grande, um poder de decisão muito grande, tem estrela, que acontece as coisas e você não sabe o por que e ele faz gol”.
Em entrevista à TNT Sports, o volante brasileiro havia sido perguntado sobre a situação de Endrick e disse que ele não estava totalmente garantido no Mundial.
“Se ele for para a Copa do Mundo, e temos de ser realistas que ele ainda não é do grupo, a gente não pode botar uma pressão de que vai resolver, que vai entrar nos jogos para resolver. A gente sabe que têm jogadores de frente que precisam puxar mais, tirar mais da equipe [...] A gente não pode colocar uma pressão nele, não pode dizer que ele vai solucionar o nosso problema na Copa do Mundo, porque é muito jovem”, pontuou Casemiro.
Após empatar com o Marrocos, a Seleção Brasileira volta a campo nesta sexta-feira (19), contra o Haiti, pela segunda rodada do Grupo C. Fechando a primeira fase, o Brasil enfrenta a Escócia na última rodada, no dia 24 (quarta-feira). Confira a classificação do Grupo C abaixo:
A expectativa pela volta de Neymar ganhou força nesta quarta-feira (17). Após iniciar a transição física nos últimos dias, o camisa 10 participou do treinamento da Seleção Brasileira e trabalhou com o restante do elenco pela primeira vez desde a lesão na panturrilha direita.
"Estavam com saudades?", disse Neymar à imprensa após pisar no gramado do CT Columbia Park.
A presença do atacante foi confirmada com imagens por Leonardo Baran, correspondente do Bahia Notícias nos Estados Unidos. Ele já havia revelado no programa BN na Bola, na última terça-feira (16), que existia uma expectativa interna pela presença do atacante entre os relacionados para o duelo contra o Haiti, nesta sexta-feira (19), pela segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. Assista:
?? Neymar treina pela primeira vez com o elenco da Seleção e aumenta chances de retorno contra o Haiti
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 17, 2026
???? Leonardo Baran / Bahia Notícias
Confira ?? pic.twitter.com/0ewU62CN0d
O treinamento desta quarta representa mais um avanço no processo de recuperação. Na terça, Neymar havia retornado ao gramado para atividades controladas. Agora, o jogador participou das movimentações ao lado dos companheiros, aumentando as chances de voltar a ficar à disposição da comissão técnica de Carlo Ancelotti.
Nesta quarta, Neymar também completa um mês da pancada sofrida na derrota do Santos para o Coritiba, pelo Campeonato Brasileiro, lesão que aconteceu às vésperas da convocação final para a Copa do Mundo. Além disso, passam-se três semanas desde a ressonância magnética realizada na Granja Comary, exame que apontou uma lesão grau 2 na panturrilha.
Na estreia do Brasil no Mundial, diante do Marrocos, o atacante permaneceu no banco de reservas, mas não foi relacionado para atuar. Desde então, o departamento médico da CBF adotou cautela no tratamento, com foco na recuperação completa do jogador.
A participação de Neymar no treino com o grupo é o indicativo mais positivo desde o início da Copa. Apesar disso, a decisão sobre sua utilização contra o Haiti ainda dependerá das avaliações finais da comissão técnica e dos médicos da Seleção.
Com dois treinamentos restantes antes da partida em Filadélfia, a tendência é que a definição aconteça nas próximas horas. Caso seja liberado, Neymar poderá fazer sua primeira aparição na Copa do Mundo de 2026 justamente em um confronto que pode encaminhar a classificação brasileira para as oitavas de final.
Brasil e Haiti se enfrentam nesta sexta-feira (19), no Lincoln Financial Field, na Filadélfia. A bola rola às 21h30, pelo horário de Brasília, pela segunda rodada da primeira fase, no Grupo C.
Neymar vai reforçar o Brasil contra o Haiti? Confira as atualizações sobre a recuperação do atacante
Nesta quarta-feira (17), Neymar completa um mês da lesão sofrida na derrota do Santos para o Coritiba, pelo Campeonato Brasileiro, no dia 17 de maio. O problema aconteceu poucos dias antes da convocação final da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026, com a equipe médica do Santos garantindo que o jogador ainda teria condições de jogo.
Indo em contrapartida ao que foi dito pelo Santos, nesta quarta também se completam três semanas desde a realização da ressonância magnética feita na Granja Comary, exame que identificou uma lesão de grau 2 na panturrilha direita. Desde então, Neymar vem seguindo um cronograma de recuperação acompanhado pelo departamento médico da CBF.
O principal avanço aconteceu na última terça-feira (16), durante o segundo treino fechado da Seleção Brasileira em solo norte-americano. Pela primeira vez desde a chegada da delegação aos Estados Unidos, o atacante voltou a realizar atividades no gramado, iniciando a transição entre o tratamento médico e o retorno aos trabalhos de campo. O jogador participou de alguns exercícios físicos e teve contato controlado com a bola, mas ainda sem integrar as atividades táticas com o restante do elenco.
Em conversas com Hugo Araújo e Thiago Tolentino, durante o episódio 102 do BN na Bola, transmitido na última terça-feira no YouTube do Bahia Notícias, o correspondente Leonardo Baran, presente nos EUA, destacou que a evolução aumenta a expectativa de que Neymar volte a aparecer entre os relacionados para o duelo contra o Haiti, nesta sexta-feira (19), na Filadélfia, pela segunda rodada da fase de grupos. Na estreia diante do Marrocos, o camisa 10 permaneceu no banco de reservas, mas não foi relacionado para atuar.
Internamente, existe a percepção de que Neymar está mais próximo de retornar. No entanto, a comissão técnica liderada por Carlo Ancelotti segue adotando cautela. Fontes ligadas à Seleção indicam que não há intenção de acelerar o processo de recuperação, especialmente após o histórico recente de problemas físicos do jogador.
Os próximos treinamentos serão decisivos para definir se o atacante terá condições de ficar à disposição diante dos haitianos ou se o retorno ficará para a terceira rodada, contra a Escócia. A tendência é que a decisão final aconteça nas próximas 72 horas.
A presença de Neymar no gramado foi considerada um passo importante pela comissão técnica, mas ainda não representa liberação para jogo. O atacante precisa recuperar ritmo de treinamento e condicionamento físico antes de ser reintegrado completamente ao grupo.
A Seleção Brasileira volta a campo nesta sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), para enfrentar o Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026. Além da importância do resultado para a classificação, o confronto coloca frente a frente duas seleções com um histórico amplamente favorável ao lado brasileiro.
Em toda a história, Brasil e Haiti se enfrentaram apenas três vezes, sendo essa a primeira em Copas. O retrospecto é perfeito para a Seleção Brasileira, que venceu todos os confrontos com goleada. São 17 gols marcados e apenas um sofrido, média de 5,67 gols por partida.
O primeiro encontro aconteceu em 1974, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Sob o comando de Zagallo, o Brasil venceu por 4 a 0, com gols de Paulo César Caju, Rivellino, Marinho Chagas e Edu. A equipe contava com jogadores que marcaram época, como Jairzinho, Clodoaldo, Leivinha, Carpegiani e o goleiro Emerson Leão. Veja abaixo os melhores momentos:
Vídeo: Marco Antônio Pereira / YouTube
Trinta anos depois, em 2004, as seleções voltaram a se enfrentar em Porto Príncipe, no famoso "Jogo da Paz". Na ocasião, Ronaldinho Gaúcho foi o principal destaque da goleada por 6 a 0 ao marcar três vezes. Roger Flores anotou dois gols e Nilmar fechou o placar. A equipe dirigida por Carlos Alberto Parreira ainda tinha nomes como Ronaldo Fenômeno, Roberto Carlos, Júlio César, Roque Júnior, Juan e Juninho Pernambucano.
Vídeo: Futebol Nacional / YouTube
O confronto mais recente ocorreu em 2016, pela Copa América Centenário, disputada nos Estados Unidos. Mesmo sem Neymar, poupado para a campanha olímpica que terminaria com a inédita medalha de ouro no Rio de Janeiro, o Brasil goleou por 7 a 1. Philippe Coutinho marcou três vezes, Renato Augusto fez dois gols, enquanto Gabigol e Lucas Lima completaram a vitória. James Marcelin descontou para os haitianos, anotando o único gol da história do país contra a Seleção Brasileira.
Vídeo: trader money / YouTube | Reprodução / TV Globo
Dez anos depois do último encontro, as equipes voltam a se enfrentar em um momento decisivo na Copa do Mundo. O Brasil iniciou sua campanha com empate diante de Marrocos e ocupa a segunda colocação do Grupo C com um ponto. Já o Haiti foi derrotado pela Escócia na estreia e precisa reagir para seguir com chances de classificação. Uma vitória brasileira pode deixar a equipe de Carlo Ancelotti muito próxima das oitavas de final e manter a escrita de domínio absoluto sobre os haitianos.
A recuperação de Neymar segue evoluindo e o camisa 10 da Seleção Brasileira pode voltar a ficar à disposição já na próxima partida da Copa do Mundo de 2026. Em entrevista ao BN na Bola, podcast de esportes do Bahia Notícias, nesta terça-feira (16), o correspondente Leonardo Baran afirmou que o atacante está "muito próximo de voltar" e deve ser relacionado para o duelo contra o Haiti, na sexta-feira (19).
Segundo Baran, a expectativa inicial era de que Neymar sequer participasse das atividades do dia, já que o treinamento da Seleção foi fechado para a imprensa. No entanto, imagens divulgadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) mostraram o jogador em campo, de chuteiras, realizando exercícios com bola.
"A informação que eu tinha era de que o Neymar não treinaria. Inclusive, a CBF me disse que, quando ele voltasse aos trabalhos, faria questão de mostrar isso. E foi exatamente o que aconteceu. O Neymar está muito próximo de voltar", afirmou o jornalista.
Nesta quarta-feira (17), completa um mês da lesão sofrida pelo atacante na partida contra o Coritiba e três semanas desde a ressonância magnética realizada na Granja Comary, em Teresópolis. Para Baran, o jogador deverá estar apto fisicamente para enfrentar o Haiti, embora a comissão técnica ainda avalie a utilização.
"No último jogo ele estava no banco apenas acompanhando a equipe, mas nem sequer foi relacionado. Tenho a impressão de que contra o Haiti ele já estará relacionado e em condições de atuar, mesmo que não entre em campo. Contra a Escócia, acredito que ele jogue", projetou.
A Seleção Brasileira volta a campo na sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), diante do Haiti, pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026. Confira classificação abaixo:
Neymar deu mais um passo em seu processo de recuperação física e voltou a treinar no gramado nesta terça-feira (16), no CT de Columbia Park, base da Seleção Brasileira nos Estados Unidos durante a Copa do Mundo de 2026. As imagens da atividade foram registradas pela CBF TV.
???????? Neymar no processo de transição para o campo.
— Planeta do Futebol ???? (@futebol_info) June 16, 2026
???? @CBF_Futebol pic.twitter.com/yyzQ7IWhFl
Ainda sem bola, o camisa 10 participou dos trabalhos em campo pela primeira vez desde a chegada da delegação brasileira aos Estados Unidos. A evolução é vista com otimismo pela comissão técnica, embora ainda exista cautela em relação ao retorno do jogador às partidas oficiais.
A utilização de Neymar contra o Haiti, na próxima sexta-feira (19), pela segunda rodada do Grupo C, ainda é considerada improvável, mas não está descartada. Caso apresente evolução nos próximos treinamentos e seja liberado pelo departamento médico, o atacante poderá ser relacionado e atuar por alguns minutos.
A orientação da comissão técnica liderada por Carlo Ancelotti é que o retorno aconteça apenas quando o jogador estiver totalmente recuperado, sem acelerar etapas do processo de recuperação.
Na última semana, Neymar foi submetido a uma ressonância magnética para avaliação da lesão na panturrilha. O exame apontou evolução considerada positiva pelos profissionais que acompanham o tratamento, dentro do cronograma previsto.
A expectativa é de que novas avaliações sejam realizadas nos próximos dias para definir a disponibilidade do atacante para a sequência da competição.
Enquanto Neymar avançava em sua recuperação, a Seleção Brasileira realizou nesta terça-feira um treinamento fechado à imprensa no CT de Columbia Park. A atividade ocorreu após a entrevista coletiva concedida pelo lateral-esquerdo Douglas Santos.
O Brasil volta a campo na sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), quando enfrenta o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia. A equipe soma um ponto no Grupo C após empatar por 1 a 1 com Marrocos na estreia.
Após ser poupado na estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, Neymar deve continuar desfalcando o Brasil contra o Haiti, pela segunda rodada do Grupo C do torneio. Segundo informações divulgadas pela CazéTV, a comissão técnica adota cautela com o jogador.
A Seleção Brasileira voltou aos treinamentos de campo nesta segunda-feira (15), após empatar contra o Marrocos no sábado e focar em atividades regenerativas e academia no domingo. Neymar não acompanhou os demais jogadores no gramado.
De acordo com informações iniciais, a comissão entende que o camisa 10 não precisa ser forçado no jogo contra o Haiti. Ainda há a possibilidade de ele ser utilizado nos minutos finais da partida para ganhar minutagem, a depender do andamento do jogo.
No duelo diante dos marroquinos, Neymar chegou a ir para o banco de reservas, mas com roupas casuais e sem condições de entrar em campo, marcando presença apenas para dar suporte aos companheiros.
Finalizada a primeira rodada, o Brasil ocupa a terceira colocação do Grupo C, com um ponto, empatado com o Marrocos. A Escócia lidera a chave com três pontos, enquanto o Haiti amarga a lanterna. A Canarinho enfrenta os haitianos nesta sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília).
Neymar está em fase de transição física e reabilitação intensiva de uma lesão muscular de grau 2 na panturrilha direita, que envolveu a ruptura parcial das fibras. O atleta está sob os cuidados do departamento médico da Seleção Brasileira desde a apresentação na Granja Comary, no final de maio. Neymar vai passar por novos exames de imagem.
A Seleção Brasileira vive a expectativa pelo retorno de Neymar aos treinamentos nesta semana. O camisa 10 se recupera de uma lesão muscular de grau 2 na panturrilha e completa, nesta quarta-feira (17), um mês da pancada sofrida durante a partida contra o Coritiba, pelo Campeonato Brasileiro.
Informações de Leonardo Baran, correspondente do Bahia Notícias, nos Estados Unidos, apontam que há uma cautela por parte da comissão técnica em relação à utilização do jogador. Neymar só será relacionado e, eventualmente, entrará em campo se estiver 100% apto e com condições físicas para atuar. Caso apresente evolução nos próximos dias, existe uma pequena possibilidade de que o atacante dispute alguns minutos da partida contra o Haiti, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo, nesta sexta-feira (19), pelo Grupo C.
Para que isso aconteça, Neymar precisa ao menos voltar a treinar com bola até esta terça-feira (16). A comissão técnica entende que o retorno deve ocorrer de forma gradual, sem antecipar etapas da recuperação.
Na última semana, Neymar foi submetido a uma ressonância magnética. O exame apontou boa evolução no tratamento, dentro dos parâmetros esperados. A expectativa é de que um novo diagnóstico seja feito nesta segunda-feira (15), para avaliar a atual condição do jogador.
Após o empate em 1 a 1 contra o Marrocos, no último sábado (13), no MetLife Stadium, a Seleção Brasileira realizou um treino regenerativo às 10h30 para os atletas que iniciaram a partida. Os demais jogadores fizeram atividades na academia do Hotel The Ridge, onde a delegação está hospedada.
Nesta segunda-feira (15), o grupo fará treino no CT de Columbia Park, com os 15 minutos iniciais abertos à imprensa. A programação da Seleção Brasileira para o restante da semana ainda não foi divulgada pela CBF.
Após empatar em 1 a 1 com o Marrocos na estreia da Copa do Mundo de 2026, a Seleção Brasileira já voltou suas atenções para o próximo compromisso na competição. A equipe comandada por Carlo Ancelotti enfrenta o Haiti na próxima sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), pela segunda rodada do Grupo C.
Neste domingo (14), o elenco realizou um trabalho regenerativo no Hotel The Ridge, em Nova Jersey, onde está concentrado durante o Mundial. De acordo com o correspondente do Bahia Notícias nos Estados Unidos, Leonardo Baran, os atletas foram divididos em dois grupos: os titulares da partida de estreia fizeram atividades de recuperação física, enquanto os demais jogadores participaram de treinamentos na academia.
A programação prevê o retorno aos trabalhos em campo na segunda-feira (15), quando a delegação treinará no CT de Columbia Park, centro de treinamento oficial da Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo de 2026.
Com um ponto conquistado na primeira rodada, o Brasil busca a primeira vitória no torneio diante do Haiti para seguir firme na disputa por uma vaga nas oitavas de final. A chave é liderada pela Escócia, que venceu os haitianos por 1 a 0 na estreia, enquanto Brasil e Marrocos somam um ponto cada.
A Escócia encerrou um jejum de 36 anos sem vitórias em Copas do Mundo e largou na frente no Grupo C do Mundial de 2026. Na noite deste sábado (13), a seleção europeia derrotou o Haiti por 1 a 0, em Boston, com gol do meio-campista John McGinn, e assumiu a liderança isolada da chave.
A Escócia começou a partida com maior controle da posse de bola e tentou impor seu ritmo desde os primeiros minutos, mas encontrou resistência da defesa do Haiti. Aos nove minutos, os haitianos responderam em um rápido contra-ataque iniciado por Providence, que cruzou pela esquerda para Deedson, mas o atacante não conseguiu dominar. A melhor oportunidade escocesa veio aos 16, quando Doak e McTominay construíram uma jogada que terminou em uma finalização na trave. O gol saiu aos 27 minutos, Adams recebeu pela direita, finalizou para defesa de Placide e, no rebote, John McGinn aproveitou o desvio em Bellegarde para abrir o placar.
Na volta do intervalo, a Escócia voltou a assustar logo aos nove minutos, quando Adams cruzou para Shankland e, após sobra, Doak finalizou para corte da defesa haitiana. Com o passar do tempo, o desgaste físico reduziu a intensidade da partida, mas as oportunidades voltaram a aparecer na reta final. A melhor chance do empate veio aos 38, quando Pierrot cabeceou para fora após cruzamento na área, repetindo o perigo nos acréscimos. Apesar da pressão haitiana nos minutos finais, a Escócia conseguiu administrar a vantagem e confirmou a vitória por 1 a 0 na estreia da Copa do Mundo de 2026.
Com o resultado, os escoceses chegaram aos três pontos e ocupam a primeira colocação do grupo. Brasil e Marrocos aparecem logo atrás, com um ponto cada, após empatarem em 1 a 1 na rodada de estreia. O Haiti fecha a classificação sem pontuar.
Na próxima rodada, marcada para quinta-feira (19), o Brasil enfrenta o Haiti, às 21h30 (horário de Brasília), no Estádio da Filadélfia, enquanto Escócia e Marrocos medem forças às 19h, novamente em Boston.
A fase de grupos será encerrada no dia 24 de junho, com as partidas simultâneas entre Brasil e Escócia e Marrocos e Haiti.
CONFIRA A CLASSIFICAÇÃO DO GRUPO C DA COPA DO MUNDO 2026
O gramado do MetLife Stadium voltou a ser tema entre os jogadores da Seleção Brasileira após o empate em 1 a 1 com Marrocos, neste sábado (13), pela estreia da Copa do Mundo de 2026. Desta vez, quem comentou sobre as condições do campo foi o volante Casemiro.
Na zona mista, o camisa 5 admitiu que o piso dificultou o jogo da equipe brasileira, principalmente por ser diferente dos gramados aos quais os atletas estão acostumados no futebol europeu. Apesar disso, evitou utilizar o campo como justificativa para o resultado.
"É difícil, né? A gente já sabia que é um gramado que não estamos acostumados. Acaba dificultando até mesmo nós que queremos jogar e estamos acostumados com o gramado do futebol europeu. Mas não vamos ficar colocando culpa no gramado ou nisso. Poderia melhorar? Poderia melhorar muito, mas fazer o quê? É bom falar, mas tem outras coisas que precisam melhorar também", afirmou.
Titular na estreia, Casemiro deixou a partida no intervalo e foi substituído por Fabinho, mudança que coincidiu com a melhora do Brasil na segunda etapa. Questionado sobre o motivo da saída, o volante indicou que a decisão da comissão técnica passou pelo cartão amarelo recebido ainda no primeiro tempo.
"Acho que foi por cartão amarelo. Da mesma forma que o Ibañez saiu. Mas o mais importante é que no segundo tempo fizemos um pouco melhor. Tivemos oportunidades e acho que esse é o caminho", avaliou.
Agora, a Seleção Brasileira terá uma semana de preparação antes de voltar a campo pela segunda rodada do Grupo C. O próximo compromisso será diante do Haiti, na sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.
Após o tropeço na estreia, uma vitória passa a ser fundamental para encaminhar a classificação brasileira às oitavas de final da Copa do Mundo.
O gramado do MetLife Stadium foi alvo de críticas por parte de alguns jogadores da Seleção Brasileira após o empate em 1 a 1 com Marrocos, neste sábado (13), pela estreia da Copa do Mundo de 2026. Depois de Vinícius Júnior comentar sobre as condições do campo, foi a vez de Danilo abordar o tema na zona mista do estádio, em Nova Jersey.
Apesar da crítica, o defensor fez uma avaliação menos dura e afirmou que o campo apresentou condições melhores do que as normalmente encontradas nos Estados Unidos.
"A gente já sabia. O gramado é o que é nos Estados Unidos. A gente está cansado de jogar aqui, mas sinceramente eu acho que estava até bastante bom para aquilo que é o padrão", afirmou.
Utilizado no segundo tempo por Carlo Ancelotti, Danilo também analisou o desempenho da Seleção Brasileira e atribuiu parte das dificuldades à ansiedade da equipe durante alguns momentos da partida. Segundo o jogador, o Brasil perdeu organização tática e acabou cedendo espaços para Marrocos, mas conseguiu crescer após corrigir problemas de posicionamento.
"Acho que a gente precisava ser um pouco mais tranquilo e um pouco mais consciente das nossas forças. Em determinado momento fomos ansiosos demais, perdemos um pouco de posição e, consequentemente, perdemos duelos. As distâncias não estavam boas. A partir do momento que conseguimos corrigir isso, melhoramos. Crescemos durante o jogo e em confiança, e aí sim ficou melhor para nós", avaliou.
Danilo entrou no intervalo na vaga de Ibañez e participou da melhora defensiva da equipe brasileira. Ao lado de Fabinho, que substituiu Casemiro, ajudou a dar mais equilíbrio ao sistema de marcação e reduziu os espaços encontrados pelos marroquinos na etapa final.
Após o empate na estreia, o Brasil volta a campo na próxima sexta-feira (19), quando enfrenta o Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 21h30 (horário de Brasília), pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo.
Autor do gol que garantiu o empate da Seleção Brasileira diante de Marrocos, Vinícius Júnior avaliou que o peso da estreia influenciou o desempenho da equipe no empate por 1 a 1, neste sábado (13), no MetLife Stadium, pela primeira rodada da Copa do Mundo de 2026.
Em entrevista na zona mista após a partida, o atacante afirmou que o Brasil encontrou dificuldades para se adaptar ao adversário e às condições do jogo, mas valorizou a reação da equipe após sair atrás no placar.
"O peso da estreia, sem dúvidas, é o que fez a gente jogar dessa maneira. Acredito que temos pontos positivos. Depois de tomar o gol conseguimos reagir muito rápido, onde fizemos o gol e depois controlamos mais o jogo. Isso é Copa do Mundo, não vai ter jogo fácil. O Marrocos era um adversário que tínhamos que nos adaptar muito bem durante a partida", afirmou.
Vini também destacou que espera uma competição marcada por confrontos equilibrados e por equipes tentando diminuir o ritmo das partidas.
"No final é isso, os adversários vão ser difíceis, onde eles vão querer tranquilizar muito o jogo e ficar parando. O campo não ajuda muito, mas temos que nos adaptar porque isso é Copa do Mundo", completou.
Questionado sobre sua atuação, o atacante reconheceu que ainda está longe do nível que costuma apresentar no Real Madrid. Apesar de ter marcado o gol brasileiro, ele acredita que pode contribuir mais ofensivamente ao longo do torneio.
"Acredito que eu posso melhorar muito ainda. Consegui fazer o gol, mas não tive 100% da minha melhor parte técnica. Acredito que posso melhorar mais nisso e ajudar mais o Brasil na parte do ataque", avaliou.
"Na defesa consegui ajudar muito também, onde todo mundo fez um trabalho impecável. Como falei, a gente tem que melhorar porque vamos precisar melhorar para ganhar a competição" , completou.
Outro assunto abordado por Vinícius foi o estado do gramado do MetLife Stadium. Segundo o jogador, o calor e as condições do campo dificultaram a circulação rápida da bola.
"Por conta do tempo, com o calor, a grama acaba secando muito rápido. O jogo fica muito travado. A gente não consegue ter ritmo de jogo. Isso dificulta porque a gente quer jogar e mover a bola de um lado a outro."
Mesmo com a reclamação, o atacante admitiu que a Seleção precisará se adaptar às condições encontradas durante o Mundial.
"Vamos ter que nos adaptar porque acredito que vai ser assim em toda a competição. Vamos melhorar, evoluir e conseguir grandes vitórias."
Vini Jr também falou sobre Carlo Ancelotti e destacou a relação construída com o treinador ao longo dos anos. Para ele, seu ex-professor no Real Madrid foi o único entre os treinadores em que foi treinado no Brasil que lhe deu o status de craque do time.
"Sem dúvidas. É sempre muito fácil falar dele. É um cara que me conhece como ninguém. Sempre me faz adaptar o mais rápido possível à minha equipe. Me dá a importância que eu preciso e mereço. Se Deus quiser, posso fazer muito mais por ele", completou.
O próximo compromisso da Seleção Brasileira será diante do Haiti, na próxima sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.
Adversário do Brasil no Grupo C da Copa do Mundo de 2026, o Haiti precisou alterar os uniformes que usará no Mundial após uma solicitação da Fifa. A entidade entendeu que o design original da camisa continha "mensagens políticas", por trazer uma bandeira e uma ilustração da Batalha de Vertières, confronto decisivo para a independência do país.
Segundo o jornal The Athletic, a Federação Haitiana de Futebol solicitou à fornecedora Saeta a modificação dos uniformes. Um porta-voz da seleção haitiana afirmou que a leitura da Fifa sobre o desenho foi uma "interpretação equivocada".
"Após uma interpretação equivocada, dirigentes da Fifa pediram à federação que removesse uma imagem que retrata Vertières e alguns heróis da independência hasteando a bandeira haitiana", afirmou o representante.
A Batalha de Vertières foi travada em 18 de novembro de 1803 e marcou a etapa final do processo que levou à independência do Haiti. A data também tem ligação simbólica com a campanha atual da seleção: o Haiti garantiu classificação para a Copa do Mundo de 2026 em 18 de novembro de 2025.
"Vertières foi o local da última batalha que levou à nossa independência, travada em 18 de novembro de 1803. Ironicamente, a seleção se classificou para a Copa do Mundo de 2026 em 18 de novembro de 2025. A federação não fez nenhuma outra declaração sobre o assunto; simplesmente pediu à Saeta que alterasse o uniforme", completou.
O modelo original da camisa trazia uma bandeira azul e vermelha na parte inferior, em referência ao primeiro símbolo nacional adotado após a independência, em 1804. A Revolução Haitiana, liderada por figuras como Toussaint Louverture, é reconhecida historicamente como a única revolta de escravizados bem-sucedida da era moderna. Veja abaixo, com detalhes, em publicação feita pelo perfil mantosdofutebol.com.br:
Pelas regras aplicadas pela Fifa em suas competições, símbolos ou imagens que possam ser interpretados como manifestações políticas podem ser proibidos nos uniformes das seleções.
Em comunicado, a Saeta afirmou que a proposta visual tinha como objetivo representar o "orgulho, a resiliência e o espírito do povo haitiano", sem intenção de transmitir mensagem política.
"Diversos conceitos foram desenvolvidos e refinados ao longo de vários meses e submetidos ao processo padrão de aprovação da Fifa. A proposta era uma homenagem aos homens e mulheres que contribuem diariamente para o futuro do Haiti e não tinha a intenção de transmitir uma mensagem política", disse a fornecedora.
Esta não é a primeira vez que o Haiti precisa modificar um uniforme de última hora. Nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026, o Comitê Olímpico Internacional entendeu que uma imagem de Toussaint Louverture no traje da equipe de esqui não estava de acordo com normas sobre expressão dos atletas. Na ocasião, o rosto do revolucionário foi coberto por um remendo.
Na Copa do Mundo, o Haiti estreia neste sábado (13), às 22h, pelo horário de Brasília, contra a Escócia. Depois, enfrenta o Brasil no dia 19, às 21h30, e encerra a fase de grupos contra Marrocos, no dia 24.
Adversário do Brasil, Haiti recebe solicitação da Fifa para alteração em uniforme para Copa do Mundo
A seleção do Haiti terá de modificar o uniforme que pretendia utilizar na Copa do Mundo após solicitação da Fifa. A informação foi confirmada pela Saeta, empresa responsável pela criação da camisa, em comunicado divulgado na terça-feira (9).
Segundo a fabricante, a entidade máxima do futebol entendeu que alguns elementos visuais presentes no desenho poderiam ser interpretados como manifestações de caráter político, o que motivou o pedido de ajustes.
"O design final apresentado pela Saeta foi um tributo para os homens e mulheres que contribuem todos os dias para o futuro do Haiti e não foram pensados como uma mensagem política. Durante o processo de revisão, a Fifa determinou que certos elementos visuais poderiam ser interpretados de forma diferente por seus regulamentos e pediu modificações no design", informou a empresa.
O uniforme faz referência à Batalha de Vertières, confronto ocorrido em 1803 e considerado um marco na luta pela independência haitiana em relação à França. No entanto, a Saeta não especificou quais detalhes da camisa motivaram a solicitação da Fifa.
Na apresentação oficial do modelo, a empresa destacou o caráter histórico e simbólico da peça.
"Mais de dois séculos atrás, uma nação nasceu. Hoje, uma nova era começou. Essa é mais do que uma camisa, é um tributo ao povo haitiano. Nossa história não é somente contada oralmente. Nós vestimos, defendemos e carregamos orgulhosamente a história. Por 222 anos, o povo haitiano sempre foi orgulhoso de seu país, sempre esperando por dias melhores. O Haiti tem montanhas, mares e paisagens de palmeiras, mas a coisa mais preciosa é o povo desta terra. Nós vestimos história e vestimos orgulho", diz a descrição oficial.
Em seu último compromisso antes da Copa do Mundo, o Haiti foi derrotado pelo Peru por 2 a 1, na última sexta-feira (5), em amistoso preparatório para o torneio. A seleção caribenha saiu na frente do placar, mas sofreu a virada nos minutos finais da partida.
Wilson Isidor marcou o gol haitiano ainda no primeiro tempo. Na etapa complementar, os peruanos reagiram e construíram a vitória com gols de Renzo Garcés e Jairo Vélez.
O confronto encerrou a preparação do Haiti para o Mundial. A equipe fará sua estreia na competição no dia 13 de junho, às 22h (horário de Brasília), diante da Escócia.
Ausente da Copa do Mundo, o Peru, comandado pelo técnico brasileiro Mano Menezes, utilizou o amistoso para dar sequência ao trabalho da seleção após a eliminação nas Eliminatórias Sul-Americanas. A equipe terminou a disputa na nona colocação e não alcançou sequer uma vaga na repescagem.
Integrante do grupo da seleção brasileira, o Haiti será adversário do Brasil na segunda rodada da fase de grupos. O duelo está marcado para 19 de junho, às 21h30 (horário de Brasília), na Filadélfia.
A seleção do Haiti venceu a Nova Zelândia por 4 a 0 na noite da última terça-feira (2), em amistoso preparatório para a Copa do Mundo disputado no Chase Stadium, em Fort Lauderdale, na Flórida, Estados Unidos.
Os gols da partida foram marcados por Providence, Joseph, Pierrot e Lacroix, garantindo uma vitória convincente da equipe caribenha na reta final de preparação para o torneio.
O confronto teve início adiado em 35 minutos por causa da ocorrência de raios nas proximidades do estádio. Em cumprimento aos protocolos de segurança adotados nos Estados Unidos, os torcedores precisaram deixar as arquibancadas e buscar abrigo até que as condições climáticas permitissem a realização do jogo.
A medida segue orientações do Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos, que prevê a interrupção ou o adiamento de eventos esportivos quando são registradas descargas elétricas em um raio de aproximadamente 13 a 16 quilômetros do local da partida. Procedimentos semelhantes já haviam sido aplicados durante o Mundial de Clubes da Fifa de 2025.
O Haiti chega à Copa do Mundo integrando o Grupo C, ao lado de Seleção Brasileira, Seleção da Escócia e Seleção de Marrocos. A estreia haitiana será no dia 13 de junho, diante dos escoceses. O confronto contra o Brasil está marcado para 19 de junho, pela segunda rodada da chave.
Já a Nova Zelândia integra o Grupo G, que também reúne as seleções da Seleção da Bélgica, Seleção do Egito e Seleção do Irã. Os neozelandeses iniciarão sua campanha no Mundial em 15 de junho, contra os iranianos.
O narrador Galvão Bueno se mostrou preocupado com a situação física de Neymar e colocou em dúvida a presença do camisa 10 já nos primeiros compromissos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. Em vídeo publicado nas redes sociais, na última quinta-feira (28), Galvão avaliou o cenário da recuperação do atacante após a confirmação de uma lesão de grau 2 na panturrilha.
Segundo o comunicador, o tempo estimado de recuperação pode tirar Neymar não apenas da estreia do Brasil contra o Marrocos, no dia 13, mas também da segunda partida da equipe no Mundial, diante do Haiti.
"Se for três semanas de recuperação, ele voltaria só no dia 18 e, assim, estaria de fora do jogo contra o Haiti”, afirmou Galvão.
O narrador ainda destacou que a permanência do jogador na lista de convocados passa diretamente pela decisão de Carlo Ancelotti. Segundo ele, o departamento médico da Seleção deve trabalhar para acelerar o retorno do atacante.
"Cabe ao Ancelotti decidir. Neste momento, ele aponta para a permanência do jogador. Vamos torcer para que tudo acabe dando certo", completou.
ENTENDA O CASO
O médico da Seleção Brasileira, Rodrigo Lasmar, confirmou na última quinta-feira (28) que Neymar sofreu uma lesão de grau 2 na panturrilha esquerda. O atacante sentiu o problema físico no dia 17 de maio, na partida entre Santos e Coritiba, pelo Campeonato Brasileiro, véspera da convocação oficial para a Copa.
Informações do Lance! deram conta nesta semana de que Neymar deixou a clínica em Teresópolis demonstrando preocupação após realizar exames acompanhado por integrantes da comissão técnica da Seleção. Pessoas presentes no local relataram que o jogador saiu mancando e aparentando abatimento enquanto aguardava o resultado da avaliação médica.
Mesmo lesionado, Neymar segue na lista de convocados de Carlo Ancelotti para a disputa do Mundial. A tendência é que a comissão técnica acompanhe diariamente a evolução clínica do atacante antes de tomar qualquer decisão definitiva sobre sua utilização na Copa do Mundo.
A Seleção Brasileira inicia nesta quarta-feira (27) a preparação para o amistoso contra o Panamá, último compromisso em solo nacional antes da viagem para os Estados Unidos, onde o grupo ficará concentrado durante a Copa do Mundo de 2026. A partida será disputada no domingo (31), às 18h30, no Maracanã.
O duelo servirá como despedida do Brasil diante da torcida brasileira antes do Mundial. Depois do jogo no Rio de Janeiro, a equipe comandada por Carlo Ancelotti ainda fará mais um amistoso preparatório, contra o Egito, em Cleveland, já em território norte-americano.
Contra o Panamá, a Seleção Brasileira carrega um retrospecto amplamente favorável. As duas equipes se enfrentaram cinco vezes na história, com quatro vitórias do Brasil e um empate. A Amarelinha nunca foi derrotada pelo adversário.
Ao todo, o Brasil marcou 17 gols nos confrontos, média de 3,4 por partida, e sofreu apenas um, média de 0,2 gol por jogo.
RETROSPECTO
O primeiro encontro aconteceu em 1952, pelo Campeonato Panamericano. Na ocasião, o Brasil venceu por 5 a 0, com gols de Baltazar, Julinho Botelho, Rodrigues Tatu e Pinga.
Quase cinco décadas depois, em 2001, as seleções voltaram a se enfrentar em amistoso internacional. O Brasil repetiu o placar de 5 a 0, com gols de Euller, Alex, Juninho Paulista, Edílson e Roberto Carlos.
Em 2014, durante a preparação para a Copa do Mundo no Brasil, a Seleção venceu novamente por goleada. Neymar, Hulk, Willian e Daniel Alves marcaram no triunfo por 4 a 0.
Dois anos depois, em 2016, o único confronto com mando panamenho terminou com nova vitória brasileira. Jonas e Gabriel Barbosa fizeram os gols do 2 a 0.
O jogo mais recente entre as seleções aconteceu em 2019. Na ocasião, Brasil e Panamá empataram por 1 a 1. Lucas Paquetá marcou para a Seleção Brasileira, enquanto Adolfo Machado deixou tudo igual para os panamenhos.
CAMINHO ATÉ A COPA
Depois dos amistosos contra Panamá e Egito, o Brasil volta as atenções para a estreia na Copa do Mundo. A Seleção está no Grupo C e fará o primeiro jogo no dia 13 de junho, contra Marrocos, no MetLife Stadium, nos Estados Unidos.
Na sequência da fase de grupos, a equipe brasileira enfrenta o Haiti, no Lincoln Financial Field, e encerra a primeira fase contra a Escócia, no Hard Rock Stadium.
Carlo Ancelotti anunciou, nesta segunda-feira (18), a lista final da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026. Em evento realizado no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, o treinador italiano definiu os 26 jogadores que representarão o Brasil no Mundial, que será disputado entre 11 de junho e 19 de julho nos Estados Unidos, México e Canadá.
A convocação marca a primeira Copa de Ancelotti no comando da Amarelinha. O técnico, que assumiu o cargo em 2025, conduzirá a equipe em busca do hexacampeonato. Vale lembrar que seu contrato já está renovado até o fim do Mundial de 2030.
Entre os nomes chamados, o grande destaque é a volta de Neymar Júnior. Ele voltará a vestir a amarelinha, além de retornar ao torneio em sua quarta e última participação na carreira. A presença do atacante do Santos era a principal expectativa do anúncio, já que a comissão técnica havia indicado que sua convocação dependeria da evolução física apresentada na reta final da temporada.
A lista também conta com os pilares deste ciclo, como Alisson, Marquinhos, Casemiro, Bruno Guimarães, Matheus Cunha e Vinícius Júnior.
Outro nome que ficou de fora da convocação, foi o do lateral-esquerdo Luciano Juba, destaque do Bahia da última e atual temporada. O jogador vinha sendo citado por torcedores e parte da imprensa como um possível nome para a lista final, mas acabou não sendo incluído entre os convocados para a Copa do Mundo.
Antes de a bola rolar oficialmente, a Seleção Brasileira fará dois amistosos preparatórios: contra o Panamá, no dia 31 de maio, no Maracanã, e contra o Egito, no dia 6 de junho, já em solo americano. Essas partidas serão os últimos testes do treinador antes do início do torneio.
O Brasil está no Grupo C da Copa do Mundo, ao lado de Marrocos, Escócia e Haiti. A estreia oficial do canarinho será no dia 13 de junho (sábado), às 19h, contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
Confira a seguir a lista completa dos convocados para a Seleção Brasileira:
GOLEIROS
Alisson (Liverpool)
Ederson (Fenerbahçe)
Weverton (Grêmio)
DEFENSORES
Alex Sandro (Flamengo)
Bremer (Juventus)
Douglas Santos (Zenit)
Roger Ibanez (Al-Ahli)
Danilo (Flamengo)
Léo Pereira (Flamengo)
Gabriel Magalhães (Arsenal)
Marquinhos (PSG)
Wesley (Roma)
MEIO-CAMPISTAS
Casemiro (Manchester United)
Bruno Guimarães (Newcastle)
Danilo Santos (Botafogo)
Fabinho (Al-Ittihad)
Lucas Paquetá (Flamengo)
ATACANTES
Vini Jr. (Real Madrid)
Raphinha (Barcelona)
Igor Thiago (Brentford)
Rayan (Bournemouth)
Endrick (Lyon)
Luiz Henrique (Zenit)
Matheus Cunha (Manchester United)
Gabriel Martinelli (Arsenal)
Neymar Jr. (Santos)
A convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 pode ter um nome experiente entre as novidades. Aos 41 anos, Thiago Silva voltou ao centro das discussões e, segundo o jornal francês L’Équipe, deve aparecer na lista final de Carlo Ancelotti para o Mundial.
O anúncio dos 26 convocados será feito nesta segunda-feira (18), no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. O zagueiro do Porto já consta na pré-lista enviada pela CBF à Fifa, composta por 55 jogadores, e passou a ser tratado como possibilidade real nos bastidores da convocação.
Caso seja chamado, Thiago Silva disputará sua quinta Copa do Mundo. O defensor esteve nas edições de 2010, 2014, 2018 e 2022, além de somar 113 partidas e sete gols pela Seleção Brasileira. A estreia dele com a camisa do Brasil aconteceu em 2008, em vitória por 4 a 0 sobre a Venezuela, pelas Eliminatórias.
A permanência em alto nível no futebol europeu é um dos pontos que sustentam a possível convocação. Na atual temporada, Thiago Silva defendeu o FC Porto e conquistou a Liga Portugal. Para Ancelotti, a experiência do zagueiro pode pesar na composição de um elenco que chega ao Mundial com nomes de diferentes gerações.
O treinador italiano já havia indicado recentemente que o defensor seguia no radar da comissão técnica. Na ocasião, destacou a forma física e o desempenho do jogador, sem tratar a idade como fator impeditivo para uma eventual convocação.
A Seleção Brasileira está no Grupo C da Copa do Mundo, ao lado de Marrocos, Escócia e Haiti. A estreia será no dia 13 de junho, um sábado, às 19h, contra os marroquinos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
A Copa do Mundo de 2026 será disputada entre 11 de junho e 19 de julho, com sedes nos Estados Unidos, México e Canadá.
O Haiti divulgou, nesta sexta-feira (15), a lista definitiva de convocados para a Copa do Mundo de 2026. O técnico Sébastien Migné definiu os 26 jogadores que representarão a seleção caribenha no Mundial, marcando o retorno do país ao torneio após 52 anos de ausência.
A última participação haitiana em uma Copa do Mundo aconteceu em 1974, na Alemanha Ocidental. Desde então, o país não disputava a principal competição entre seleções. O retorno em 2026 recoloca o Haiti no cenário mundial em uma edição que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá.
A Seleção Haitiana está no Grupo C, o mesmo do Brasil. A estreia será no dia 13 de junho, contra a Escócia, no Gillette Stadium. Na sequência, o Haiti enfrenta a Seleção Brasileira no dia 19, no Lincoln Financial Field. O último compromisso na fase de grupos será diante do Marrocos, no dia 24, no Mercedes-Benz Stadium.
A partida contra o Brasil será um dos principais jogos da campanha haitiana na primeira fase. A Amarelinha, comandada por Carlo Ancelotti, estreia no Mundial contra o Marrocos, também pelo Grupo C.
Confira abaixo a lista completa com os 26 convocados:
BN na Copa: Entre estreantes e donos da casa, conheça as seleções da Concacaf confirmadas no torneio
Por muitas vezes esquecida ou subestimada no mapa da bola mundial, a Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf) reivindica para si, em 2026, os olhares de todo o planeta. Com a Copa do Mundo sendo realizada em seu território, teremos um marco inédito, o torneio dividido entre três nações irmãs, contando com seis seleções da região.
Após uma repescagem dramática que viu o Suriname cair na semifinal e a Jamaica ser derrotada na final, a lista de representantes está fechada: os anfitriões Estados Unidos, Canadá e México, acompanhados por Panamá, Haiti e Curaçao esta última atingindo o feito histórico de se classificar pela primeira vez para o campeonato mundial.
Os três países-sede chegam com investimentos massivos e objetivos distintos. Os Estados Unidos chegam como a maior potência comercial da copa, com uma estrutura de estádios de NFL convertidos para o "soccer". Conhecido pela força em esportes distintos, a seleção estadunidense chega para colocar a prova a nova geração de jogadores, colocados como "geração de ouro", focada em superar as oitavas de final. Liderados por Christian Pulisic (Milan/IT), os EUA buscam usar o fator casa e a experiência adquirida no Catar 2022 para avançar da primeira fase.

Christian Pulisic, meio-camposta dos Estados Unidos – Foto: Reprodução/@cmpulisic
Entre os anfitriões, o México é o que carrega a maior pressão pressão social. Lá, o futebol não é apenas esporte, é identidade nacional. Após anos de críticas à federação, os mexicanos esperam que o fator casa finalmente quebre a barreira e finalmente volte a disputar o quinto jogo. Os mexicanos apostam na experiência de nomes como do goleiro Guillermo Ochoa (AEL Limassol/CY) e do atacante Jiménez (Fulham/ENG), além da experiência recente de títulos da Copa Ouro (2025) e Liga das Nações da Concacaf (2025).
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Guillermo Ochoa, goleiro do México – Foto: Divulgação/Selección MX
Já o Canadá representa um sucesso estrutural. Nos últimos anos, o país investiu em uma liga própria (CPL) e viu nomes como Alphonso Davies (Bayern de Munique/GER) e Jonathan David (Juventus/IT) colocarem o país no mapa da elite europeia. Liderada pelos nomes citados, a seleção canadense espera superar o histórico de derrotas e passar da fase de grupos, impulsionada pelo fator casa em Toronto e Vancouver.
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Alphonso Davies, lateral-esquerdo do Canadá – Foto: Darryl Dyck/The Canadian Press
Considerada a quarta força da Confederação, ocupando o 4° lugar no ranking Fifa, a seleção do Panamá chega ao seu segundo Mundial com o status de pedra no sapato para os gigantes. Chega na competição após liderar seu grupo nas eliminatórias da Concacaf e garantir a vaga direta. Estruturalmente, a seleção tem seus principais jogadores disputando a MLS e ligas competitivas na América do Sul.
Entre os principais nomes estão o volante Adalberto Carrasquilla (Houston Dynamo/EUA), o lateral Michael Murillo (Marseille/FRA), o defensor José Córdoba (Norwich City/ENG) e o atacante Ismael Díaz (Universidad Católica/CHL).
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Seleção do Panamá – Foto: Federação Panamenha de Futebol
A classificação direta do Haiti é, talvez, a mais emocionante desta edição. Eles retornam à competição após 52 anos, diante de um contexto político instável e desafios sociais no país. Devido à grave crise de segurança e à violência de gangues no Haiti, a seleção não pôde mandar seus jogos em casa durante as eliminatórias. Agora, liderados pelo francês Sébastien Migné, a seleção nacional atua como um dos símbolos de união e esperança para a população.
Estruturalmente, a Seleção Haitiana usufrui de atletas que atuam na Ligue 1 (França) e na MLS (EUA), trazendo uma bagagem tática que compensa a falta de infraestrutura esportiva dentro da ilha.
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Jogadores do Haiti durante as Eliminatórias da Copa – Foto: Divulgação/Concacaf
A grande surpresa é Curaçao. A pequena ilha caribenha não apenas garantiu sua vaga inédita, como se tornou um fenômeno nas redes sociais antes mesmo da bola rolar. O motivo? A camisa oficial feita pela Adidas. O uniforme para os jogos como visitante, que, segundo a federação, celebra a cultura do país, viralizou globalmente, com torcedores de diversos países destacando-a como a "mais bonita da Copa de 2026".
Tecnicamente, Curaçao reflete a escola holandesa. Com muitos jogadores formados na Eredivisie, a seleção joga um futebol técnico e de posse de bola, longe do estereótipo de "futebol físico" que costuma rotular o Caribe.
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Camisa reserva da Seleção de Curaçao para Copa do Mundo 2026 – Foto: Divulgação/Adidas
OS GRUPOS DA CONCACAF EM 2026
Com o novo formato de 48 seleções, os representantes da região ficaram distribuídos da seguinte forma nos grupos iniciais:
- Grupo A: México (abre a Copa no Estádio Azteca), África do Sul, Coreia do Sul e Tchéquia.
- Grupo B: Canadá, Bósnia, Catar e Suíça.
- Grupo C: Haiti, Escócia, Marrocos e Brasil.
- Grupo D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia.
- Grupo E: Curaçao, Equador, Costa do Marfim e Alemanha.
- Grupo L: Panamá, Gana, Croácia e Inglaterra.
CONCACAF E BRASIL
O Brasil de Carlo Ancelotti terá um "termômetro" direto da Concacaf antes de iniciar sua jornada rumo ao hexa. O penúltimo amistoso da Seleção Brasileira será justamente contra o Panamá, no dia 31 de maio, no Maracanã, em jogo de despedida antes de embarcar para os Estados Unidos. Além disso, como apontado acima, o Haiti integra o grupo onde a canarinho está alocada.
As fórmulas da copa começam a ser testadas agora. Para o torcedor baiano e brasileiro, vale ficar de olho. O quintal vizinho nunca esteve tão preparado para o jogo.
Pela primeira vez na história, o Mundial será sediado em três países simultaneamente, região que já foi considerada "coadjuvante" agora reivindica protagonismo com seis representantes garantidos.
A Federação Internacional de Futebol (Fifa) alterou o horário da segunda partida do Brasil na Copa do Mundo de 2026, que será disputada no México, no Canadá e nos Estados Unidos. Com a nova configuração do grupo após o fim da repescagem, a Seleção enfrentará o Haiti às 21h30 (horário de Brasília) do dia 19 de junho, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia. Inicialmente, a partida estava programada para as 22h.
O Brasil está no Grupo C do Mundial de 2026. A estreia será contra o Marrocos, no dia 13 de junho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, também às 19h.
Com o fim da Data Fifa, as atenções se concentram no dia 18 de maio, quando Carlo Ancelotti fará a convocação oficial dos 26 jogadores que disputarão o Mundial.
Mas, antes de embarcar para a competição, os Canarinhos têm compromisso perante a torcida brasileira. No dia 31 de maio, a Seleção realizará um amistoso contra o Panamá, em pleno Maracanã. Depois, fará um último teste contra o Egito, no dia 6 de junho.
CONFIRA A AGENDA BRASILEIRA NA PRIMEIRA FASE DA COPA DO MUNDO
Brasil x Marrocos – 13/06, às 19h, no MetLife Stadium, Nova Jersey (EUA)
Brasil x Haiti – 19/06, às 21h30, no Lincoln Financial Field, Filadélfia (EUA)
Escócia x Brasil – 24/06, às 19h, no Hard Rock Stadium, Miami Gardens (EUA)
O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, projetou a Copa do Mundo de 2026 após o sorteio dos grupos que vão disputar a competição. O treinador afirmou que os adversários são difíceis e revelou a necessidade de confiança dos brasileiros para enfrentar as seleções adversárias.
"Temos que pensar em ganhar todos os três jogos. Marrocos é o mais difícil das equipes do grupo, mas temos que ter confiança", completou o comandante.
O Brasil é cabeça de chave do Grupo C, que conta com Marrocos, Escócia e Haiti. O italiano avaliou a chave da equipe Canarinha como difícil e focou na preparação para as partidas.
"Batante difícil. Marrocos fez uma última Copa do Mundo muito boa. Escócia tem um time muito sólido, bastante difícil. Temos que ir bem e chegar em primeiro no grupo. Temos que nos preparar bem no início, sobretudo no primeiro que vai ser muito importante", analisou.
O primeiro compromisso da Seleção Brasileira será no dia 13 de junho, contra Marrocos, em Boston ou nova Jersey. Após o duelo, o Brasil disputa contra o Haiti, em 19 de junho, e Escócia, em 24 de junho.
Um capítulo inédito no futebol caribenho ficou marcado na última terça-feira (18). A seleção de Curaçao confirmou sua primeira classificação para uma Copa do Mundo e, de quebra, assumiu o posto de menor país da história a disputar o Mundial, superando Cabo Verde — que havia conquistado esse título há pouco mais de um mês.
A ilha caribenha, com apenas 444 km², deixa para trás o arquipélago africano de Cabo Verde, que possui cerca de 4 mil km² e também estreará no Mundial de 2026.
A vaga veio após um empate sem gols com a Jamaica, fora de casa, resultado suficiente para manter Curaçao na liderança do Grupo B das Eliminatórias da Concacaf, com 12 pontos, um a mais que os jamaicanos.
Além dos caribenhos, Panamá e Haiti completaram o trio de seleções classificadas diretamente pela região. Jamaica e Suriname buscarão a Copa pela repescagem internacional marcada para março.
RETORNO DO PANAMÁ
No Grupo A, o Panamá precisava vencer para não depender de outros resultados e fez o necessário. A vitória por 3 a 0 sobre El Salvador levou o país aos 12 pontos e garantiu o retorno à Copa após sua primeira participação, na Rússia-2018.
O Suriname, que ainda busca estrear no torneio, perdeu por 3 a 1 para a Guatemala, estacionou nos nove pontos e terá de tentar a vaga pela repescagem.
HAITI GARANTE VAGA INÉDITA
O Haiti também mudou a história do Grupo C. A seleção iniciou a rodada atrás de Honduras no saldo de gols, mas venceu a Nicarágua por 2 a 0, ultrapassou o rival e chegou aos 11 pontos.
Honduras, que empatou sem gols com a Costa Rica, terminou em segundo e ficou fora do Mundial.
O Haiti só disputou uma Copa do Mundo uma única vez, em 1974, na Alemanha, e agora volta ao cenário global após mais de cinco décadas.
A presença de seleções com pouca tradição, como Curaçao e Cabo Verde, é resultado direto da expansão do Mundial para 48 seleções e do fato de Canadá, Estados Unidos e México serem anfitriões. Com três vagas já garantidas, a Concacaf teve espaço recorde para novos representantes, e o continente aproveitou.
A Inglaterra carimbou a classificação com o primeiro lugar do Grupo D da Copa do Mundo Feminina, na manhã desta terça-feira (1º). A segunda vaga da chave nas oitavas de final ficou com a Dinamarca.
As inglesas asseguram a liderança com nove pontos e a classificação em grande estilo ao golear a China por 6 a 1, no estádio Hindmarsh. Os gols ingleses foram marcados Russo, Hemp, James, duas vezes, Kelly e Daly, enquanto Wang Shuang anotou o de honra para as chinesas, que ficaram com o terceiro lugar com três. Já a Dinamarca bateu o Haiti por 2 a 0, no Perth Rectangular. Harder e Troelsgaard balançaram as redes para as dinamarquesas, que somaram seis, ocupando a vice-liderança da chave. Zeradas, as haitianas ficaram na lanterna.
Nas oitavas de final, a Inglaterra vai encarar a Nigéria, em Brisbane, na próxima segunda (7), às 4h30 no horário de Brasília. Já a Dinamarca pega a anfitriã Austrália, no estádio Olímpico de Sidney, no mesmo dia, mas às 7h30.
A China está viva na disputa da Copa do Mundo Feminina. Na manhã desta sexta-feira (28), as chinesas venceram o Haiti por 1 a 0, no estádio Hindmarsh, no encerramento da segunda rodada do Grupo D. Wang Shuang marcou o gol que definiu o jogo em cobrança de pênalti, aos 28 minutos do segundo tempo.
Com o resultado, as chinesas seguem na briga por uma vaga nas oitavas de final. O selecionado asiático é o terceiro colocado na tabela de classificação com três pontos, logo atrás da Dinamarca, que é a segunda com a mesma pontuação. Sem nenhum ponto, o Haiti é o lanterna. Enquanto a liderança isolada pertence à Inglaterra com seis.
Os dois jogos da terceira e última rodada da primeira fase da chave acontecem simultaneamente na próxima terça (1º), às 8h no horário de Brasília. China e Inglaterra se enfrentam no estádio Hindmarsh, enquanto Haiti e Dinamarca medem forças no Perth Rectangular.
A Inglaterra suou, mas conseguiu estrear com vitória na Copa do Mundo Feminina na manhã deste sábado (22). As inglesas bateram o Haiti por 1 a 0, no estádio de Brisbane, abrindo a primeira rodada do Grupo D. O único gol da partida foi marcado por Georgia Stanway aos 29 minutos do primeiro tempo.
Com o resultado, a Inglaterra marca três pontos na tabela de classificação. Logo mais às 9h no horário de Brasília, Dinamarca e China entram em campo para fechar a primeira jornada.
As inglesas volta ao gramado na próxima sexta-feira (28), às 5h30 no relógio brasileiro, para enfrentar as dinamarquesas, no estádio de Sydney. No mesmo dia, às 8h, o Haiti mede forças com a China, no Hindmarsh.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
José Múcio Monteiro
"Precisamos ver onde podemos ajudar mais. A simpatia que o meu presidente tem pela Venezuela é absoluta. A partir de agora, Brasil e Venezuela são um só país".
Disse o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro após reunião nesta terça-feira com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, em Caracas. O encontro está marcado para as 14h, horário de Brasília. Pela manhã, Múcio já havia se reunido com o ministro da Defesa venezuelano, Gustavo González López, com quem conversou sobre a ajuda que o Brasil vem enviando ao país após os terremotos da semana passada.