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gravidezes de alto risco
A Prefeitura Municipal de Rio Real respondeu, nesta sexta-feira (06), à ação movida pelo Ministério Público estadual para a regulação de grávidas de alto risco. Por decisão da Justiça, o Estado da Bahia e o município de Rio Real foram obrigados a adotarem medidas que assegurem o atendimento adequado às gestantes da cidade, em até 30 dias.
Em nota, o município afirma que já possui uma parceria com o Hospital Maternidade de Estância, em Sergipe, há 72 km de Rio Real e que “as pacientes são referenciadas com todo protocolo necessário e com a certeza que serão atendidas”.
Segundo a Prefeitura, a escolha por um hospital em Sergipe se deu em função da demora de regulação das gestantes em unidades de saúde da Bahia. Eles informam ainda que apesar da falta de infraestrutura da Macrorregião para atendimentos mais complexos o município cumpre com o compromisso da atenção básica às gestantes.
“Quando tais gestantes são identificadas como de alto risco na atenção básica do município de Rio Real, os profissionais encaminham relatório para regulação municipal, a qual encaminha via email para maternidades do Estado da Bahia, fora da macrorregião Nordeste, e aguardam retorno para o agendamento de consultas nessas maternidades, visando garantir a vinculação e realização do parto nessas unidades, porém nem sempre há disponibilidade de vagas por essas maternidades localizadas em Salvador e que pertencem ao Estado da Bahia.”, diz a nota.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.