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goleira
Nesta terça-feira (18), Lorena, goleira do Seleção Brasileira, recebeu o Prêmio Brasil Olímpico 2024 por ter sido um nome importante na campanha destacável da equipe nas Olimpíadas de Paris. O desempenho da arqueira foi expressivo para que a seleção conquistasse a medalha de prata.
A honraria foi concedida pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Lorena está junto com a delegação do Brasil, em Teresópolis, por isso, quem fez a entrega do troféu foi Cris Gambaré, coordenadora técnica das Seleções Femininas da CBF.
“Significa muito pra mim. Mas isso é fruto do trabalho do grupo inteiro. Ninguém conquista nada sozinho. Sou muito grata pela oportunidade de ter conseguido esse prêmio vestindo a camisa da Seleção Brasileira”, afirmou Lorena.
A guarda-redes relembrou momentos importantes da trajetória da equipe nos jogos olímpicos. Para ela, o lance mais marcante foi o seu pênalti defendido contra a França, em partida válida pelas quartas de final, disputada em Nantes. Quando o placar ainda estava em 0 a 0, houve a oportunidade da cobrança para as francesas e a brasileira fez a defesa.
No segundo tempo, Gabi Portilho marcou o gol da histórica classificação do Brasil, que nunca havia vencido a França, classificando a Seleção Brasileira para semifinal.
“A defesa mais importante foi aquele pênalti contra a França, foi num momento muito decisivo do jogo", declarou a arqueira.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.