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global mangue
A Bahia sediará o Global Mangue - Fórum Internacional de Educação Ambiental em Áreas de Manguezais - que reunirá cientistas, comunidades tradicionais, docentes, rede estadual e municipal de ensino, universitários, agentes governamentais e sociedade civil, entre os dias 17 a 20 de outubro de 2023, em Maragojipe, cidade do Recôncavo Baiano considerada a capital nacional dos Manguezais.
As pessoas que tiverem interesse em participar do evento podem se inscrever de forma gratuita e online, pelo globalmangue.org. A cerimônia de abertura será realizada no dia 17 de outubro, às 09h, na Fundação Vovó do Mangue, em Maragojipe. O fórum é realizado pela Fundação Vovó do Mangue, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente do Governo da Bahia e a Prefeitura de Maragojipe, e conta com o apoio institucional do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e está inserido no programa Década das Nações Unidas da Restauração de Ecossistemas.
O principal objetivo do evento é avaliar a realidade ambiental e discutir os principais desafios ecológicos e sociais em nível local, regional e global, com foco na proposição de programas e ações que promovam a educação ambiental e o desenvolvimento sustentável em áreas de manguezais. O encontro acontecerá simultaneamente na Fundação Vovó do Mangue, sede do evento, na Filarmônica Terpsicore Popular, na Casa da Cultura e na Arena Multicultural Conselheiro Antônio Rebouças, com transmissão pelo Youtube, no link https://www.youtube.com/@canalfvm. Contando com painéis expositivos, palestras, feira de inovações, mostras e apresentações multiculturais, o Global Mangue apresentará discussões sobre educação ambiental, sustentabilidade, comunidades tradicionais, conservação dos manguezais, carbono azul e mudanças climáticas, de forma a indicar ideias e argumentos para desenvolvimento de medidas sustentáveis de preservação aos manguezais.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
social X, antigo Twitter], dizendo que ele vai desobstruir, mas cada navio que ele desobstruir, que ele tirar do estreito, o dono do petróleo tem que pagar 20% para ele. Isso, antigamente, se chamava pirataria".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao fazer duras críticas nesta segunda-feira (13) à decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de cobrar uma taxa de 20% sobre a carga que passa pelo Estreito de Ormuz, qualificando a medida como "pirataria". O presidente republicano anunciou ainda que pretende restaurar o bloqueio naval contra navios iranianos.