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genocida la ele
Em entrevista concedida nesta quarta-feira (5) durante sabatina promovida pela TV Aratu, o candidato ao Governo da Bahia pelo PSOL, Ronaldo Mansur, fez duras críticas à gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro e à política de preços do setor de combustíveis no estado. Questionado por jornalistas, o postulante acusou o candidato ACM Neto (União) de aliança com a ala bolsonarista por meio do “Genócida Lá ele”, bem como direcionou críticas também ao atual governador, Jerônimo Rodrigues (PT).
Veja momento em vídeo:
??Ronaldo Mansur cita 'Genocida Lá Ele' para criticar ACM Neto e defende retomada da Landulpho Alves
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) August 5, 2026
????TV Aratu
Confira?? pic.twitter.com/KMFOzkQFSc
Ao abordar os preços praticados na Bahia, Mansur cobrou um posicionamento público do adversário do União Brasil sobre a privatização da Refinaria Landulpho Alves (RLAM).
“É preciso perguntar ao candidato ACM qual é a posição dele em relação à venda da Landufo Alves. Porque foi o seu aliado, 'Genocida Lá Ele', quem vendeu a refinaria Landufo Alves. E hoje, se a Bahia tem o combustível, a gasolina mais cara da Bahia, deve-se ao aliado de ACM Neto, o 'Genocida Lá Ele'”, dispara o candidato.
Mansur acrescentou que a coligação de ACM Neto possui postulantes ao Senado alinhados ao bolsonarismo, contrapondo essa composição à chapa apresentada pelo PSOL.
O candidato afirmou que, caso eleito, atuará em alinhamento com o Governo Federal para reverter a venda da refinaria e buscar a equiparação das tarifas baianas com as de outros estados, criticando a postura da atual gestão estadual diante do tema.
“No nosso governo, nós vamos trabalhar junto com o Governo Federal para que a gente retome a refinaria Landufo Alves e não tenha uma política tímida, inexistente, do governador Jerônimo, que não batalhou para que a gente conseguisse de volta essa refinaria, que é um patrimônio não só da Bahia”, afirma.
RELEMBRE O CASO
A Refinaria Landulpho Alves (RLAM) foi privatizada pela Petrobras em novembro de 2021, durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, sendo vendida por US$ 1,65 bilhão ao fundo Mubadala Capital, grupo de investimentos de Abu Dhabi pertencente à família real dos Emirados Árabes Unidos.
Um relatório de auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) concluiu que a unidade foi vendida abaixo do preço de mercado. Segundo a CGU, a transação ocorreu em meio à pandemia de Covid-19, período de forte desvalorização dos indicadores econômicos do setor petrolífero.
O órgão apontou que a Petrobras assumiu riscos desnecessários ao manter as negociações naquele momento de turbulência, em vez de aguardar a recuperação e a estabilização do mercado internacional, além de ter utilizado metodologias atípicas na avaliação do ativo.
Ao comparar o mercado baiano com o de outros estados, Mansur citou disparidades de valores em relação a São Paulo: “É inaceitável. Olha que em São Paulo o consumo de combustível é um número significativamente maior do que o da Bahia, e hoje o da Bahia é maior do que o combustível comprado no Estado de São Paulo”, conclui.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.