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gene simmons
Conhecido mundialmente pelo rosto pintado no comando da banda de rock KISS, Gene Simmons acaba de adicionar uma nova faceta ao seu currículo: produtor de cinema. O lendário baixista faz sua estreia com “Águas Mortais”, suspense de sobrevivência que chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (23). "Tudo começa com uma folha em branco... e, eventualmente, se o projeto for bom, atores consagrados como Ben Kingsley e Aaron Eckhart se interessam", afirmou Gene Simmons ao Mama's Geeky.
A entrada do artista pelos bastidores de Hollywood começou a se desenhar em 2023, quando o músico fundou a produtora Simmons/Hamilton Productions ao lado do produtor executivo Gary Hamilton. Para a estreia do selo, Simmons uniu forças com um amigo de longa data, o diretor finlandês Renny Harlin, veterano de sucessos de ação e terror como Duro de Matar 2 e Do Fundo do Mar.
Em “Águas Mortais”, a trama acompanha os sobreviventes de um voo que cai no meio do oceano. Tendo que lidar com os destroços e as diferenças interpessoais, passageiros e tripulação se veem à deriva no ecossistema de tubarões assassinos. O projeto de estreia do rockeiro atraiu nomes de peso para o elenco, como Aaron Eckhart, Ben Kingsley e Wenham Li.
Aaron Eckhart, um dos protagonistas, para o papel em Sully, de 2016, e agora para a nova produção, teve aulas reais de aviação, mas optou por não tirar a licença por achar perigoso voar sozinho. O filme marca, também, a volta ao subgênero de tubarões de Renny Harlin, que ficou mais de duas décadas fora depois de dirigir o clássico “Do Fundo do Mar” de 1999.
Águas Mortais promete agradar tanto aos fãs de suspenses de sobrevivência quanto aos curiosos em ver o primeiro passo da jornada de Gene Simmons nos bastidores das grandes telas. O filme já está disponível nos cinemas brasileiros.
A fala do presidente Jair Bolsonaro, que disse não se responsabilizar se a pessoa se transformar em jacaré como efeito colateral da vacina contra a Covid-19, ultrapassou as fronteiras do Brasil.
Depois de chocar o Brasil, a notícia foi estampada na imprensa internacional. Ao ler a manchete no New York Post, o músico Gene Simmons, do grupo Kiss, comentou com indignação. “Sem comentários! O presidente brasileiro Bolsonaro afirma que vacina contra Covid pode transformar pessoas em crocodilos”, criticou.

O baixista da banda KISS, Gene Simmons, resolveu patentear o “devil horn”, símbolo conhecido popularmente como “chifrinhos”. O músico alega ter inventado a “marca”. O veterano de 67 anos já entrou com um processo de registro de patente nos Estados Unidos e o documento descreve o objeto como “um gesto de mão com os dedos indicador e mínimo estendidos para cima e o dedão estendido de forma perpendicular”. Ainda de acordo o registro, Geme teria feito o gesto pela primeira vez em 14 de novembro de 1974, durante a turnê do disco Hotter Tahn Heell, e o repetido na capa de Love Gun, em 1977. Segundo o site Baú do Rock, na ação é descrito também que o dedão fica perpendicular aos outros dedos. A viúva de Ronnie James Dio, Wendy, criticou a iniciativa: “Tentar fazer dinheiro com algo assim é nojento. Pertence a todos, não pertence a ninguém. É um domínio público, não deve ser marca registrada. A atitude de Gene Simmons é risível, penso eu, honestamente. Eu acho que ele se tornou um completo tolo de si mesmo”. Jinx Dawson também posicionou-se contra a atitude, e rebateu compartilhando a capa de um álbum de 1969 de Coven Witchcraft Destroys Minds & Reaps Souls onde os integrantes da banda reproduzem o mesmo gesto. No Facebook, a artista escreveu: “Eu fiz o sinal dos chifres quando o Coven começou no final de 1967. Eu nunca registrei como minha marca porque era para todos fazerem. O Gene nem faz o sinal corretamente. Se ele se atrever a registrar, eu vou processar em nome de todos nós”, prometeu.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Tânia Scofield
"Na verdade, o que a gente encontra hoje na rua de Salvador é uma faixa de veículo assim, bem acima do necessário. Esse acima do necessário permite inclusive que um carro ultrapasse, porque às vezes tem 3 metros e meio, 3 metros, às vezes 4 metros".
Disse a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, durante entrevista nesta terça-feira (8) ao programa Bahia Notícias no Ar, ao comentar a preocupação de parte dos motoristas com a redução do espaço para os carros nas obras de requalificação da Avenida Lafayette Coutinho, popularmente como Avenida Contorno é uma "percepção um pouco equivocada".