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garotinho
O Republicanos anunciou nesta segunda-feira (20) a candidatura do ex-governador Anthony Garotinho ao governo do Rio de Janeiro. A decisão veio após uma disputa interna com o ex-prefeito de Miguel Pereira, André Português, que também pretendia concorrer à sucessão de Cláudio Castro (PL). Será a quarta vez que Garotinho disputa o governo fluminense nos últimos trinta anos.
Recentemente, Garotinho conseguiu no Supremo Tribunal Federal (STF), por decisão do ministro Cristiano Zanin, anular uma condenação eleitoral que o havia deixado inelegível. Com isso, voltou a ter condições legais de disputar o cargo.
A escolha do Republicanos amplia o número de partidos do Centrão que não embarcaram na candidatura de Douglas Ruas ao Palácio Guanabara. Neste domingo, o ex-prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa (PP), já havia desistido de compor a chapa como vice na candidatura do PL estadual.
Antes de ser eleito ao cargo em 1998 pelo PDT, Garotinho havia perdido a eleição de quatro anos antes para o tucano Marcelo Alencar. Em 2002, já pelo PSB, não disputou a reeleição porque concorreu à Presidência da República, mas emplacou a mulher, Rosinha Garotinho, no Palácio Guanabara.
Em 2014, pelo antigo PR, sigla que depois se tornaria PL, viu os adversários Luiz Fernando Pezão e Marcelo Crivella avançarem ao segundo turno e ficou em terceiro lugar na disputa. Quatro anos depois, na eleição vencida por Wilson Witzel, teve a candidatura pelo PRP impugnada pela Justiça Eleitoral durante a campanha, em razão de uma condenação por improbidade administrativa em segunda instância.
Para definir Garotinho no lugar de André Português, o Republicanos encomendou pesquisas qualitativa e quantitativa ao Instituto PreFab Future. O partido também já confirmou que lançará ao Senado o deputado federal e ex-prefeito do Rio, Marcelo Crivella.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.