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garota de 3 anos
O corpo de uma menina de três anos dada como desaparecida foi encontrado na mala de um carro em Santa Catarina. Ela foi morta após sofrer agrssões de sua própria mãe e de seu padrasto, que confessaram o crime.
Eles foram presos pela polícia na tarde desta quarta-feira (6), após diligências policiais. A garota era Isabelle de Freitas, que teve o desaparecimento comunicado na última segunda-feira (4).
A mãe tinha informado à polícia que Isabelle teria sido sequestrada e levada em um carro. Porém, a versão contada pela suspeita foi notada pela polícia, que encontrou contradições após ouvir mais de 10 testemunhas.
Ao confessar o crime, o casal disse que Isabelle morreu após sofrer agressões deles. Quando perceberam que ela estava sem vida, eles esconderam o corpo da vítima na mala e o enterraram nas imediações da BR-470.
Câmeras de segurança da rua da família mostraram o momento em que eles se livraram da mala usada para carregar o corpo. As imagens também estão sendo usadas na investigação.
O padrasto da menina revelou à polícia o local onde estava o corpo da menina. A casa em que eles vivem também foi periciada e vestígios de sangue foram encontrados.
As identidades dos suspeitos não foram informadas.
Mãe e padrasto matam menina de 3 anos e escondem corpo em mala de carro
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) March 7, 2024
Veja ?? pic.twitter.com/4WbD2KUOtp
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.