Artigos
Pelo fim da escala 6x1 para que tempo seja direito, não privilégio
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
futebol internacional
A Fifa pediu desculpas às suas federações filiadas após a repercussão negativa do plano que previa a venda de parte dos direitos comerciais da Copa do Mundo e de outras competições da entidade a investidores privados.
O comunicado foi divulgado depois de uma reunião de crise realizada em Rabat, no Marrocos, com a presença do presidente Gianni Infantino, do secretário-geral Mattias Grafström e de integrantes da cúpula da entidade.
A proposta, chamada FIFA Forward Enterprise, previa a criação de uma nova subsidiária para administrar ativos comerciais da Fifa, como direitos de transmissão, patrocínio, licenciamento e bilheteria. O plano incluía a venda de 20% da nova operação a investidores privados.
A ideia enfrentou forte resistência no futebol internacional. Federações, confederações e ligas criticaram a falta de consulta prévia e apontaram risco de transferência de parte do controle comercial da Copa do Mundo para o mercado financeiro.
No comunicado, a Fifa reconheceu que o processo deveria ter sido conduzido de outra forma. A entidade informou que uma carta foi enviada aos membros do Conselho da Fifa e às 211 associações filiadas com pedido de desculpas pelos erros cometidos.
A cúpula da entidade também afirmou apoio a Infantino, que enfrenta um dos momentos mais delicados desde que assumiu a presidência, em 2016. O dirigente tenta preservar força política em meio à pressão por sua saída e à movimentação contra sua candidatura à reeleição.
O projeto foi retirado após uma reação coordenada de diferentes setores do futebol. A Uefa foi uma das entidades mais duras nas críticas e chegou a sinalizar boicote a competições organizadas pela Fifa caso o plano avançasse.
A crise também provocou desgaste dentro da própria entidade. Carlos Cordeiro, assessor sênior de Infantino, deixou o cargo em protesto contra a proposta. Kevin Lamour, diretor de operações da Fifa, afirmou que funcionários foram “enganados” no processo.
A Reuters informou que o plano previa levantar cerca de US$ 4,2 bilhões com a venda de participação na nova estrutura comercial. A proposta também gerou questionamentos por envolver uma empresa com ligações familiares com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Mesmo com o recuo, o caso abriu uma crise de governança na Fifa. Ligas europeias passaram a cobrar reformas internas e criticaram decisões unilaterais da entidade sobre temas que afetam clubes, atletas, torcedores e competições internacionais.
A eleição da Fifa está marcada para março de 2027, também no Marrocos. Infantino busca um novo mandato, mas o episódio enfraqueceu parte do apoio que sustentava sua permanência no comando do futebol mundial.
A crise política entre Uefa e Fifa pode atingir diretamente o Mundial de Clubes de 2029. O presidente da entidade europeia, Aleksander Ceferin, e Nasser Al Khelaïfi, presidente da Associação Europeia de Clubes, têm uma reunião marcada em Salzburgo para discutir nesta semana os próximos passos da oposição à gestão de Gianni Infantino.
Segundo a rádio britânica talkSPORT, um dos pontos em debate será a possibilidade de os principais clubes europeus abandonarem a próxima edição do Mundial de Clubes. A medida, se avançar, representaria um golpe esportivo e comercial para a Fifa, já que as equipes do continente concentram parte importante do apelo global da competição.
Nos bastidores, a discussão ainda não é tratada como decisão formal. De acordo com o jornal espanhol AS, ainda não existe um acordo fechado entre a Fifa e a entidade que representa os clubes europeus para a realização do Mundial de Clubes de 2029. Por isso, a ideia de boicote permanece, neste momento, no campo da pressão política e da especulação.
O ambiente, porém, é de desgaste crescente. Clubes europeus têm procurado a associação para reclamar de pendências relacionadas ao Mundial de Clubes de 2025, especialmente sobre pagamentos de participação e valores do mecanismo de solidariedade. A demora aumentou a insatisfação com a Fifa e fortaleceu o discurso de que a entidade precisa dar mais transparência às receitas e repasses do torneio.
A tensão ganhou força depois da tentativa de Infantino de criar uma nova estrutura comercial para administrar ativos da Fifa. O projeto, chamado FIFA Forward Enterprise, previa transferir direitos de transmissão, patrocínio, licenciamento e bilheteria para uma subsidiária que poderia receber investimento privado.
A proposta incluía a venda de 20% da nova operação para a Thrive Capital, empresa comandada por Josh Kushner, irmão de Jared Kushner, genro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O plano gerou reação imediata de dirigentes, federações e confederações, que acusaram a Fifa de tentar transformar a Copa do Mundo e outros torneios em produtos controlados parcialmente por investidores.
Diante da pressão, Infantino recuou e retirou a proposta. O desgaste, no entanto, não terminou com o fim do projeto. A crise passou a atingir diretamente a liderança do presidente da Fifa, que busca a reeleição em 2027.
A Uefa assumiu a linha de frente da resistência. As 55 federações europeias aprovaram posição unânime de boicote a competições organizadas pela Fifa caso a proposta de venda dos ativos comerciais avançasse. A reação expôs o isolamento de Infantino dentro do futebol europeu e abriu caminho para uma articulação mais ampla contra sua permanência no cargo.
O movimento também chegou às federações nacionais. País de Gales, Inglaterra, Finlândia, Romênia e Sérvia aparecem entre as associações que já sinalizaram que não apoiarão Infantino na próxima eleição. A Alemanha também demonstrou resistência, enquanto a Noruega é apontada como outra federação inclinada a votar contra o dirigente.
A eleição para a presidência da Fifa está marcada para 18 de março de 2027, em Rabat, no Marrocos. Infantino já afirmou que pretende disputar a reeleição, mas a crise envolvendo o FIFA Forward Enterprise transformou o processo em uma disputa mais aberta do que se imaginava meses atrás.
Nesse contexto, a aproximação entre Uefa e clubes europeus tem peso estratégico. Uma oposição apenas das federações já cria desgaste político. Uma eventual adesão dos clubes, porém, teria potencial de afetar a viabilidade esportiva e comercial do Mundial de Clubes.
O torneio de 2025 foi tratado por Infantino como um dos principais projetos de sua gestão. A competição reuniu 32 equipes e abriu caminho para a tentativa de transformar o Mundial em um produto global mais rentável. Sem os principais clubes europeus, a edição de 2029 perderia força de mercado, audiência e relevância técnica.
A crise em torno de Gianni Infantino ganhou um novo componente político nesta segunda-feira (3). Segundo o jornal norte-americano New York Post, o presidente da Fifa buscou apoio do governo Donald Trump em meio à pressão crescente por sua saída após o fracasso do plano de abrir parte dos direitos comerciais da Copa do Mundo a investidores privados.
De acordo com a publicação, Infantino teria marcado uma conversa privada com Marco Rubio, secretário de Estado dos Estados Unidos. A justificativa oficial, segundo uma fonte ouvida pelo jornal, seria discutir o futebol como ferramenta de “soft power” para o país. Nos bastidores, porém, pessoas próximas ao caso afirmaram ao Post que o movimento estaria ligado à tentativa do dirigente de preservar força política no cargo.
A informação foi publicada em meio a uma escalada de desgaste dentro da própria Fifa. Infantino, segundo o jornal, se sente isolado após a repercussão negativa do projeto FIFA Forward Enterprise, proposta que previa a criação de uma nova subsidiária para administrar ativos comerciais da entidade, como direitos de transmissão, patrocínio, licenciamento e bilheteria.
O plano previa a entrada da Thrive Capital, empresa de private equity comandada por Josh Kushner, irmão de Jared Kushner, genro de Donald Trump. A companhia compraria uma fatia de 20% da nova operação por pouco mais de US$ 4 bilhões.
A proposta foi abandonada na última sexta-feira (31), após forte reação de confederações e federações nacionais. O projeto foi criticado por transformar competições da Fifa, incluindo a Copa do Mundo, em ativos de interesse privado.
Ainda segundo o New York Post, Infantino tentou falar diretamente com Donald Trump por telefone mais de uma vez desde o colapso do plano, mas não conseguiu contato com o presidente norte-americano.
A versão sobre uma conversa marcada com Marco Rubio, no entanto, foi contestada pelo governo dos Estados Unidos. De acordo com a Reuters, a secretaria adjunta de Estado para Assuntos Públicos afirmou em publicação no X que não havia planos para uma ligação entre Rubio e Infantino na manhã desta segunda-feira.
A crise também provocou fissuras internas na Fifa. Kevin Lamour, diretor de operações da entidade, afirmou à Associated Press que se sentiu “enganado” pelas ações de Infantino, por não ter conhecimento das tratativas conduzidas nos bastidores.
O desgaste se ampliou depois que a Uefa reagiu de forma dura à proposta. A entidade europeia aprovou, de maneira unânime, uma posição de boicote a competições organizadas pela Fifa caso o plano avançasse. A medida incluiria torneios de seleções e poderia atingir até mesmo a Copa do Mundo masculina de 2030, marcada para Espanha, Portugal e Marrocos.
A possibilidade de boicote aumentou a pressão sobre Infantino, especialmente porque dois países europeus serão sedes do Mundial de 2030. Em caso de ruptura, seleções e estrelas do continente ficariam fora de torneios da Fifa, cenário considerado sem precedentes na história recente do futebol.
Nos bastidores, a liderança do presidente da Fifa passou a ser questionada de forma mais aberta. O New York Post afirma que dirigentes contrários a Infantino passaram a articular um movimento interno apelidado de "Project Kill The Monster", com o objetivo de enfraquecer ou retirar o dirigente do comando da entidade.
O episódio também ocorre em momento decisivo para o futuro político de Infantino. O dirigente suíço-italiano, de 56 anos, mira a permanência no cargo em um novo ciclo, mas o fracasso do FIFA Forward Enterprise abalou parte do apoio que sustentava sua liderança.
A Fifa ainda não comentou oficialmente a reportagem. A Casa Branca também não respondeu de imediato aos pedidos de manifestação citados pela Reuters.
Campeão do mundo com a França em 2018, Benjamin Mendy colocou à venda um dos itens mais simbólicos de sua carreira. O lateral decidiu leiloar a réplica oficial personalizada do troféu da Copa do Mundo, peça entregue aos jogadores campeões do torneio.
O item foi negociado por 54 mil euros, cerca de R$ 316,9 mil. A réplica acompanha certificado de autenticidade e faz parte do acervo individual recebido por atletas que conquistam o Mundial.
A decisão provocou críticas de torcedores e repercutiu na imprensa internacional. Parte das reações questionou a escolha de Mendy de se desfazer de um objeto ligado ao título mais importante de sua trajetória no futebol.
O francês, no entanto, respondeu de forma direta. Em publicação nas redes sociais, afirmou que a taça pertence a ele e que, por isso, pode decidir o destino da peça.
"Mas a taça é minha ou é de vocês? De qualquer forma, é minha. É a minha taça, faço o que quiser com ela", escreveu.
Mendy ainda ironizou a importância prática do item no dia a dia e disse que a réplica ocupava espaço em casa.
"E, além disso, estava ocupando muito espaço no armário", completou.
A réplica colocada em leilão não é o troféu original da Copa do Mundo, que permanece sob propriedade da Fifa. Pela regra da entidade, a taça original é usada nas cerimônias e devolvida após a celebração. As seleções campeãs e jogadores recebem versões oficiais ou personalizadas como lembrança da conquista.
Benjamin Mendy fez parte do elenco da França campeã mundial em 2018, na Rússia. Na final, a seleção francesa venceu a Croácia por 4 a 2 e conquistou o segundo título de sua história.
Depois do auge esportivo com a França e com o Manchester City, a carreira do jogador passou por uma forte queda. Em 2021, Mendy foi acusado de crimes sexuais na Inglaterra e acabou afastado do clube inglês. Em 2023, foi absolvido pela Justiça britânica das acusações de estupro e tentativa de estupro.
Atualmente, o lateral defende o Pogon Szczecin, da Polônia, após passagens por Lorient e FC Zurich desde a saída do Manchester City.
Gianni Infantino recuou. Após dias de pressão política, críticas de confederações e desgaste interno, o presidente da Fifa anunciou nesta sexta-feira (31) que não dará continuidade ao projeto que previa a abertura de uma participação comercial em uma nova empresa ligada aos principais torneios da entidade.
A proposta, chamada FIFA Forward Enterprise, havia sido apresentada como uma forma de ampliar recursos para federações nacionais e fortalecer programas de desenvolvimento do futebol. Na prática, o plano permitiria a entrada de investidores privados em uma subsidiária responsável por reunir operações comerciais e eventos da Fifa, incluindo competições como a Copa do Mundo e o Mundial de Clubes.
A reação foi imediata. Uefa, AFC e Concacaf se posicionaram contra o projeto, enquanto outras confederações passaram a convocar reuniões internas para discutir o tema. A Conmebol também tratou a proposta na última sexta, o que aumentou o isolamento político da iniciativa defendida por Infantino.
Em comunicado publicado nas redes sociais, o presidente da Fifa afirmou que o projeto nasceu com a intenção de fortalecer as associações filiadas, especialmente em países com maior necessidade de apoio. Ele ressaltou, porém, que a proposta só avançaria se tivesse respaldo da maioria das federações e fosse submetida a um processo de consulta.
"O projeto FIFA Forward Enterprise foi concebido para criar uma base que permitisse fortalecer ainda mais as Associações-Membro da FIFA e o nosso esporte em todo o mundo, especialmente nos países onde o apoio é mais necessário", afirmou Infantino.
O dirigente reconheceu que a repercussão em torno da proposta tornou o ambiente insustentável para a continuidade do plano.
"Depois de ouvir atentamente todos os pontos de vista, ficou claro que o projeto criou divisões que, independentemente do nível de apoio recebido, já não atendem ao objetivo que motivou sua criação. Nosso propósito sempre foi — e sempre será — unir e fortalecer. Como resultado, essa proposta não terá continuidade", completou.
A desistência ocorreu, inclusive, no mesmo dia em que Carlos Cordeiro, assessor sênior de Infantino, deixou o cargo em protesto contra o projeto. Ex-presidente da Federação de Futebol dos Estados Unidos e ex-executivo do Goldman Sachs, Cordeiro classificou a proposta como um mau negócio para as federações, para o futebol e para o futuro do esporte.
O FIFA Forward Enterprise previa a criação de uma nova subsidiária controlada pela Fifa, mas aberta a participação minoritária de investidores externos. A entidade defendia que manteria o controle sobre decisões esportivas, calendário, competições e governança, enquanto usaria os recursos captados para ampliar o repasse às federações.
Pelo desenho divulgado anteriormente pela Fifa, cada associação nacional poderia receber US$ 20 milhões no ciclo 2027-2030, valor superior aos US$ 8 milhões previstos atualmente. A entidade também projetava crescimento gradual dos repasses nos ciclos seguintes.
A resistência, no entanto, se concentrou no risco de transformar os principais ativos comerciais do futebol mundial em produto financeiro para investidores privados. A Uefa foi a primeira confederação a elevar o tom contra a proposta e chegou a ameaçar boicote a competições organizadas pela Fifa caso o plano avançasse.
Com a recuada, Infantino agora tenta reorganizar a relação com as confederações e federações filiadas. No comunicado, o presidente afirmou que pretende reunir novamente as partes interessadas nos próximos dias e semanas para discutir alternativas de crescimento do futebol mundial.
"Daqui para frente, minha intenção é reunir novamente todas as partes interessadas nos próximos dias e semanas, em um espírito de interesse comum pelo nosso esporte, com o objetivo de continuar promovendo o crescimento do futebol em todo o mundo, especialmente nos países que mais precisam do nosso apoio", disse.
Confira a nota oficial da Fifa e de Gianni Infantino:
"O projeto FIFA Forward Enterprise foi concebido para criar uma base que permitisse fortalecer ainda mais as Associações-Membro da FIFA e o nosso esporte em todo o mundo, especialmente nos países onde o apoio é mais necessário. E, mais importante, desde o início deixamos claro que isso só seria feito se houvesse o apoio da maioria das Associações-Membro da FIFA e sempre sujeito a um processo de consulta com elas, com o Conselho da FIFA, as Confederações e as demais partes interessadas.
Depois de ouvir atentamente todos os pontos de vista, ficou claro que o projeto criou divisões que, independentemente do nível de apoio recebido, já não atendem ao objetivo que motivou sua criação.
Nosso propósito sempre foi — e sempre será — unir e fortalecer. Como resultado, essa proposta não terá continuidade.
Daqui para frente, minha intenção é reunir novamente todas as partes interessadas nos próximos dias e semanas, em um espírito de interesse comum pelo nosso esporte, com o objetivo de continuar promovendo o crescimento do futebol em todo o mundo, especialmente nos países que mais precisam do nosso apoio."
A pressão sobre Gianni Infantino ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira (31). Carlos Cordeiro, um dos principais assessores do presidente da Fifa, renunciou ao cargo em protesto contra o plano da entidade de vender uma participação nos direitos comerciais da Copa do Mundo e de outras competições organizadas pela federação internacional.
Ex-presidente da Federação de Futebol dos Estados Unidos e ex-vice-presidente do Goldman Sachs, Cordeiro estava na Fifa desde 2021. A saída foi anunciada por meio de um comunicado publicado no LinkedIn, no qual ele afirmou ter deixado a função com efeito imediato.
A proposta em discussão prevê a criação de uma empresa para administrar ativos comerciais de torneios da Fifa, incluindo as Copas do Mundo masculina e feminina e o Mundial de Clubes. A ideia seria abrir parte dessa estrutura a investidores privados, em uma operação que poderia levantar bilhões de dólares.
Cordeiro afirmou que não participou da elaboração do projeto e disse ser contrário à medida. Para ele, a Fifa não deveria abrir mão de uma fatia de seu principal ativo comercial.
"Não posso permanecer de braços cruzados enquanto a Fifa considera vender uma participação na Copa do Mundo", declarou.
No comunicado, o ex-dirigente classificou a proposta como um "mau negócio" para as federações, para o futebol e para o futuro do esporte. Ele também questionou a falta de respostas sobre pontos centrais da operação, como governança, supervisão, beneficiários e impactos de longo prazo.
A crítica ganhou peso por causa do histórico de Cordeiro no mercado financeiro. Além da carreira no futebol, ele trabalhou por mais de três décadas no setor bancário. No texto, o ex-assessor argumentou que a Fifa já tem capacidade financeira suficiente para investir no desenvolvimento do esporte sem vender parte dos direitos comerciais de seus torneios.
Cordeiro também citou as receitas recentes da entidade. Segundo ele, a própria Fifa informou ter gerado US$ 15 bilhões entre 2022 e 2026, o que reforçaria sua avaliação de que não há justificativa para negociar uma participação permanente no ativo mais valioso do futebol mundial.
A renúncia ocorre em meio à reação de confederações e federações nacionais. As 55 associações filiadas à Uefa se posicionaram contra o projeto e ameaçaram boicotar competições organizadas pela Fifa, incluindo a Copa do Mundo, caso a proposta avance.
A Confederação Asiática de Futebol também manifestou oposição ao modelo em discussão e defendeu uma revisão urgente dos processos de governança e tomada de decisão da Fifa. A Concacaf, que reúne federações da América do Norte, Central e Caribe, também aparece entre as entidades que reagiram ao plano.
O ponto central da controvérsia é a possibilidade de investidores privados passarem a ter participação econômica em competições que, historicamente, são administradas diretamente pela Fifa. Para críticos da proposta, a medida transformaria a Copa do Mundo em um produto financeiro e poderia comprometer o controle do futebol sobre suas próprias receitas.
A Fifa, por outro lado, tem defendido a busca por novas oportunidades comerciais depois da Copa do Mundo de 2026, disputada nos Estados Unidos, México e Canadá. Infantino afirmou recentemente que o sucesso financeiro do torneio abriu novas possibilidades de investimento para o futebol mundial.
Argentina e Espanha decidem neste domingo (19) quem será a campeã da Copa do Mundo de 2026. Às 16h, no horário de Brasília, as seleções se enfrentam no MetLife Stadiun, em Nova York/Nova Jersey, em East Rutherford, na grande final do torneio.
A decisão coloca frente a frente a atual campeã mundial e sul-americana contra a atual campeã europeia. De um lado, a Argentina tenta conquistar o quarto título de sua história e levantar a taça pela segunda edição consecutiva. Do outro, a Espanha busca o bicampeonato mundial e tenta voltar ao topo pela primeira vez desde 2010.
Além de garantir a taça da Copa do Mundo, quem sair vencedor receberá as medalhas de ouro e entrará para a história como o primeiro campeão da edição com 48 seleções. A final também marcará o encerramento do Mundial realizado em Estados Unidos, México e Canadá.
A Argentina chega à decisão após eliminar a Inglaterra na semifinal, com vitória por 2 a 1. Antes disso, a equipe comandada por Lionel Scaloni passou pela Suíça nas quartas de final, pelo Egito nas oitavas e por Cabo Verde nos 16 avos.
A Espanha garantiu vaga na final ao vencer a França por 2 a 0 na semifinal. No mata-mata, a seleção espanhola também passou por Bélgica, Portugal e Áustria até chegar à decisão.
Ambas as Seleções já foram escaladas pelos seus respectivos treinadores. Confira abaixo:
Luis de La Fuente segue para o embate sem mudanças, e vai mandar a campo o que tem de melhor. La Roja está escalada com Unai Simón; Pedro Porro, Laporte, Cubarsí e Cucurella; Rodri, Fabián Ruiz e Dani Olmo; Lamine Yamal, Álex Baena e Mikel Oyarzabal.
Já Lionel Scaloni vem com mudança na escalação. Nico González entra na equipe titular para se juntar aos seus dez companheiros restantes e Paredes vai para o banco. A Seleção Argentina foi montada com Emiliano Martínez; Montiel, Romero, Lisandro Martínez e Tagliafico; De Paul, Mac Allister, Enzo Fernandez e Gonázalez; Lionel Messi e Julian Álvarez.
A derrota da França para a Inglaterra por 6 a 4, na disputa de terceiro lugar da Copa do Mundo, terminou com cobrança pública no elenco francês. Após a partida deste sábado (18), em Miami, o meio-campista Adrien Rabiot criticou a postura da equipe no primeiro tempo e afirmou ter visto “comportamentos inadmissíveis” de alguns jogadores.
A França foi para o intervalo perdendo por 4 a 0. A atuação na etapa inicial provocou uma reação dura do técnico Didier Deschamps no vestiário e levou o treinador a fazer quatro substituições logo no retorno para o segundo tempo.
"Começamos de maneira bastante vergonhosa nesse primeiro tempo. Vi comportamentos de alguns jogadores que nunca tinha visto até hoje. Isso é um pouco decepcionante, porque era o nosso último jogo para encerrar essa competição de forma digna", disse Rabiot.
O meio-campista não citou nomes, mas deixou claro o incômodo com a postura da equipe após a eliminação para a Espanha na semifinal. Para ele, mesmo sem a possibilidade de disputar o título, a França ainda tinha a responsabilidade de encerrar a participação no Mundial de outra forma.
"Há muita decepção pela derrota para a Espanha, mas ainda havia um trabalho a ser feito até o fim, e não podemos simplesmente fazer as coisas de qualquer jeito", afirmou.
Depois do intervalo, a França reagiu e chegou a diminuir o placar para 4 a 3, mas voltou a sofrer gols e acabou derrotada por 6 a 4. A partida marcou o fim da campanha francesa na Copa do Mundo, com o quarto lugar.
Rabiot também revelou que houve uma conversa interna no vestiário durante o intervalo. Segundo ele, o grupo cobrou uma reação de orgulho para evitar uma derrota ainda mais pesada.
"Conversamos no intervalo e dissemos que era preciso ter um pouco mais de orgulho. E a equipe melhorou claramente no segundo tempo, porque, na primeira etapa, alguns comportamentos foram inadmissíveis", completou.
Deschamps também comentou o desempenho abaixo do esperado da França no início da partida. Questionado sobre a postura dos jogadores, o treinador evitou apontar culpados, mas reconheceu que a equipe teve atitudes consideradas fora do padrão.
"Tivemos alguns comportamentos estranhos durante a pausa para hidratação. Não quero criticar um jogador específico, nem os outros", disse.
No intervalo, o treinador promoveu quatro mudanças. Saíram Cherki, Doué, Theo Hernández e Konaté para as entradas de Barcola, Dembélé, Upamecano e Digne. Deschamps admitiu que poderia ter escolhido outra formação inicial para a disputa contra os ingleses.
"Fiz substituições e já disse aos meus jogadores tudo o que precisava dizer, mas não vou fazer isso diante de vocês. Eu errei. Deveria ter tomado outras decisões em relação à escalação inicial, e vocês podem dizer que isso é verdade. Se eu tivesse colocado outros jogadores desde o início, talvez o resultado tivesse sido melhor", afirmou.
Apesar da crítica, o técnico francês tentou evitar uma crise pública após a despedida do Mundial.
"Não quero apontar culpados nem criar polêmicas. Mas alguns jogadores, no plural, poderiam ter rendido mais, e isso não aconteceu. Ainda assim, desejo o melhor para todos eles", completou.
Com o resultado, a Inglaterra encerrou a Copa do Mundo na terceira colocação, enquanto a França ficou em quarto lugar depois de cair para a Espanha na semifinal.
Espanha e Argentina entram em campo neste domingo (19), às 16h, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, para decidir o título da Copa do Mundo de 2026. Enquanto os espanhóis buscam a segunda conquista de sua história, os argentinos tentam alcançar o tetracampeonato e defender o título conquistado em 2022.
A cerimônia de encerramento do Mundial está programada para acontecer antes de a bola rolar, com parte das emissoras iniciando a cobertura da decisão a partir das 14h.
Campeã mundial em 2010, na África do Sul, a Espanha retorna à final da competição após 16 anos. A equipe comandada por Luis de la Fuente chega à decisão com uma sequência de 37 partidas sem perder e a melhor defesa desta edição da Copa, com apenas um gol sofrido em sete jogos.
Além disso, a seleção espanhola ainda não esteve atrás do placar durante o torneio. Na semifinal, a equipe venceu a França por 2 a 0, com gols de Mikel Oyarzabal e Pedro Porro, e garantiu a segunda participação de sua história em uma decisão de Copa do Mundo.
Do outro lado, a Argentina disputa a segunda final consecutiva e tenta se tornar a primeira seleção a conquistar duas edições seguidas do Mundial desde o Brasil, campeão em 1958 e 1962. Os títulos anteriores dos argentinos foram conquistados em 1978, 1986 e 2022.
A equipe comandada por Lionel Scaloni venceu os sete jogos disputados nesta Copa do Mundo. No mata-mata, os argentinos protagonizaram três viradas consecutivas contra Egito, Suíça e Inglaterra.
Na semifinal, a Argentina venceu os ingleses por 2 a 1, no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. Anthony Gordon abriu o placar para a Inglaterra, mas Enzo Fernández e Lautaro Martínez marcaram na etapa final e colocaram os atuais campeões novamente na decisão.
A final também colocará frente a frente Lionel Messi e Lamine Yamal. Aos 39 anos, o camisa 10 argentino disputa sua terceira decisão de Copa do Mundo, após o vice-campeonato em 2014 e o título de 2022. Yamal, de 19, busca conquistar seu primeiro Mundial pela seleção espanhola.
Argentina e Espanha não se enfrentam em uma Copa do Mundo desde 1966. Na ocasião, os argentinos venceram por 2 a 1, pela fase de grupos. Considerando também os amistosos, foram 14 confrontos entre as seleções, com seis vitórias espanholas, seis argentinas e dois empates. O encontro mais recente aconteceu em 2018, quando a Espanha goleou por 6 a 1.
FICHA TÉCNICA
Espanha x Argentina — Final da Copa do Mundo de 2026
Data: 19 de julho de 2026
Horário: 16h, pelo horário de Brasília
Local: MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey, nos Estados Unidos
Transmissão: TV Globo, SporTV, Globoplay, ge tv, SBT, NSports e CazéTV
Árbitro: Slavko Vincic, da Eslovênia
Assistentes: Tomaž Klancnik e Andraž Kovacic, da Eslovênia
VAR: Bastian Dankert, da Alemanha
Provável Espanha: Unai Simón; Pedro Porro, Laporte, Cubarsí e Cucurella; Rodri, Fabián Ruiz e Dani Olmo; Lamine Yamal, Álex Baena e Mikel Oyarzabal. Técnico: Luis de la Fuente.
Provável Argentina: Emiliano Martínez; Molina, Cristian Romero, Lisandro Martínez e Tagliafico; Paredes, De Paul, Enzo Fernández e Mac Allister; Lionel Messi e Julián Álvarez. Técnico: Lionel Scaloni.
A semifinal da Copa do Mundo de 2026 entre Argentina e Inglaterra mobilizou as autoridades de segurança dos Estados Unidos. A polícia de Atlanta está em estado de alerta diante da possibilidade de conflitos entre torcedores das duas seleções, protagonistas de uma das rivalidades mais intensas do futebol mundial. A informação é de Leonardo Baran, correspondente do Bahia Notícias.
Argentinos e ingleses se enfrentam nesta quarta-feira (15), às 16h, no horário de Brasília, no Atlanta Stadium, nome utilizado pela Fifa para o Mercedes-Benz Stadium durante a competição. A partida vale uma vaga na decisão do Mundial.
A expectativa é de que aproximadamente 75 mil pessoas acompanhem o confronto no estádio, com uma divisão equilibrada entre torcedores argentinos e ingleses. Um dos principais pontos de preocupação é a limitada separação das duas torcidas nas arquibancadas.
Em jogos da Copa do Mundo, apenas os ingressos distribuídos diretamente às federações costumam ocupar setores específicos. Os bilhetes adquiridos por meio das vendas gerais e da plataforma de revenda da Fifa podem colocar torcedores das duas seleções lado a lado.
Diante do cenário, o Departamento de Polícia de Atlanta aumentou o efetivo e os recursos destinados à segurança nas áreas de maior circulação da cidade, especialmente nos arredores do estádio e nos pontos de concentração dos torcedores. As autoridades querem impedir que provocações relacionadas à rivalidade histórica se transformem em confrontos físicos.
Apesar de o comportamento dos ingleses ter sido considerado positivo ao longo do Mundial, registros isolados de confusões envolvendo torcedores das duas nacionalidades elevaram o nível de atenção. A presença expressiva de comunidades argentinas e britânicas nos Estados Unidos também deve aumentar o público nas ruas de Atlanta antes e depois da partida.
A rivalidade entre Argentina e Inglaterra ultrapassa as quatro linhas. O conflito político entre os países foi intensificado pela Guerra das Malvinas, chamada de Falklands War pelos britânicos, travada em 1982 pelo controle do arquipélago localizado no Atlântico Sul.
Quatro anos depois, as seleções se encontraram nas quartas de final da Copa do Mundo de 1986, no México. Diego Maradona marcou os dois gols da vitória argentina por 2 a 1. O primeiro foi anotado com a mão e validado pela arbitragem, em um lance que ficou conhecido mundialmente como a "Mão de Deus".
Poucos minutos depois, Maradona atravessou o campo, passou por jogadores ingleses e marcou o gol posteriormente eleito pela Fifa como o mais bonito da história das Copas. Para os argentinos, a vitória ganhou um significado que foi além do futebol em razão da guerra ocorrida quatro anos antes.
A tensão entre as seleções, no entanto, já existia desde a Copa de 1966. Na ocasião, a Inglaterra venceu a Argentina por 1 a 0 nas quartas de final, em Wembley, em uma partida marcada pela expulsão do capitão argentino Antonio Rattín. A confusão provocada pela falta de uma sinalização clara da arbitragem contribuiu posteriormente para a criação dos cartões amarelo e vermelho.
Os países voltaram a se enfrentar nas oitavas de final do Mundial de 1998. Após empate por 2 a 2, a Argentina avançou nos pênaltis em um jogo marcado pela expulsão de David Beckham. Quatro anos depois, Beckham marcou de pênalti o gol da vitória inglesa por 1 a 0 na fase de grupos da Copa de 2002.
O último encontro entre as seleções ocorreu em um amistoso disputado em 2005, vencido pela Inglaterra por 3 a 2. Já o confronto desta quarta será o primeiro entre argentinos e ingleses em uma Copa do Mundo em 24 anos.
Na tentativa de diminuir a tensão antes da semifinal, o técnico argentino Lionel Scaloni afirmou que o duelo deve ser tratado apenas como uma partida de futebol. Jogadores da seleção argentina também defenderam que as questões políticas e históricas não sejam levadas para dentro do estádio.
Em campo, a Argentina chegou à semifinal após vencer a Suíça por 3 a 1, na prorrogação. A Inglaterra avançou ao superar a Noruega por 2 a 1. O vencedor enfrentará França ou Espanha na final da Copa do Mundo, marcada para domingo (19), no New York New Jersey Stadium.
Um dos principais nomes da Seleção Senegalesa na Copa do Mundo de 2026, o meio-campista Pape Gueye anunciou que não pretende mais defender a seleção nacional enquanto Pape Thiaw continuar no comando técnico. A decisão foi comunicada pelo próprio jogador na última quarta-feira (1°) através das redes sociais, horas após a queda diante da Bélgica, em Housten, pela fase de 16 avos de final.
Sem entrar em detalhes sobre os motivos do rompimento, Gueye deixou claro que sua relação com a atual comissão técnica chegou ao limite: "Voltarei para dizer algumas palavras sobre a eliminação, mas anuncio hoje que, enquanto esta comissão técnica permanecer, farei uma pausa na seleção", escreveu o atleta.

Foto: Instagram
No confronto eliminatório, a equipe africana abriu vantagem de 2 a 0 diante da Bélgica e controlava o confronto até os minutos finais do tempo regulamentar. No entanto, os belgas reagiram com gols de Romelu Lukaku, aos 40 minutos, e Youri Tielemans, aos 43. Já na prorrogação, Tielemans voltou a aparecer ao converter um pênalti e decretar a virada por 3 a 2.
Curiosamente, Papa Gueye não estava mais em campo quando a reação belga começou. O meio-campista foi substituído aos 20 minutos do segundo tempo, com Senegal vencendo por 2 a 0. Após a partida, o jogador revelou que a troca aconteceu por decisão exclusivamente técnica da comissão liderada por Pape Thiaw.
A declaração nas redes sociais alimentou especulações de que a substituição e a condução da equipe durante a partida possam ter contribuído para o desgaste entre atleta e treinador.
Com a derrota, Senegal encerrou sua participação no Mundial de 2026 nas oitavas de final. Já a Bélgica avançou para enfrentar os Estados Unidos na próxima fase da competição.
A derrota da República Democrática do Congo para a Inglaterra, na fase 16 avos de final da Copa do Mundo de 2026 expôs, além da eliminação no Mundial, a confirmação de uma tragédia pessoal vivida pelo técnico Sébastien Desabre. O treinador francês perdeu o pai no mesmo dia da partida disputada nesta quarta-feira (1°), mas permaneceu à frente da equipe durante o confronto.
A informação veio à tona após a entrevista coletiva pós-jogo. No encerramento da conversa com a imprensa, o assessor da seleção congolesa, Jerry Kalemo, interrompeu a coletiva para prestar condolências públicas ao treinador. As imagens rapidamente repercutiram nas redes sociais e levaram muitos torcedores e veículos de comunicação a interpretarem que Desabre teria recebido a notícia naquele exato momento. Assista ao momento, traduzido pela CazéTV:
????????MEU DEUS | Técnico do RD Congo, Sébastien Desabre, foi informado ao vivo durante entrevista coletiva após a partida contra a Inglaterra que seu pai havia acabado de falecer.
— Politiquei Br (@Politiquei_Br) July 2, 2026
A notícia foi dada pelo Jerry Kalemo enquanto câmeras do mundo todo filmavam o treinador. pic.twitter.com/wtouo3DOns
No entanto, a versão foi posteriormente desmentida pelo próprio Kalemo. De acordo com as informações do jornal O Globo, que entrou em contato com o assessor, foi confirmado que o comandante da RD Congo já tinha conhecimento da morte do pai antes de comparecer à sala de entrevistas.
"Não, foi bem antes", respondeu Kalemo ao ser questionado se Desabre havia descoberto o falecimento durante a coletiva.
A reação do treinador no vídeo, marcada por aparente surpresa e abatimento, contribuiu para a disseminação da interpretação equivocada. Segundo o assessor, porém, o francês já havia sido informado anteriormente, embora não tenha detalhado exatamente quando isso ocorreu.
Informações divulgadas pela imprensa congolesa nesta quinta-feira (2) apontam que Desabre recebeu a notícia poucas horas antes do duelo contra a Inglaterra. Ainda assim, optou por permanecer no comando da equipe e liderar os Leopardos em uma das partidas mais importantes da história recente do futebol do país.
Dentro de campo, a RD Congo esteve próxima de uma classificação histórica. A seleção africana abriu o placar diante dos ingleses, mas sofreu a virada na reta final e acabou derrotada por 2 a 1.
Apesar da eliminação, a campanha foi considerada marcante. Em sua primeira participação em uma Copa do Mundo desde 1974, a equipe avançou ao mata-mata após superar o Uzbequistão, empatar com Portugal e perder por apenas um gol de diferença para Colômbia e Inglaterra.
A ousada candidatura de Keisuke Honda para assumir a seleção japonesa já provocou os primeiros desdobramentos nos bastidores do futebol do país. Eliminado pelo Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, na última segunda-feira (29), em Houston, o Japão ainda não iniciou oficialmente o debate sobre o próximo ciclo, mas a manifestação pública do ex-craque foi suficiente para colocá-lo no centro das atenções.
Horas após Honda declarar que aceitaria comandar a equipe nacional, a Federação Japonesa de Futebol se pronunciou pela primeira vez sobre o assunto. Sem alimentar especulações sobre uma possível saída de Hajime Moriyasu, o diretor técnico Masakuni Yamamoto fez questão de destacar a coragem do ex-meia ao se colocar à disposição para um dos cargos mais importantes do esporte japonês.
A resposta foi cautelosa, mas deixou evidente o respeito que Honda mantém dentro da estrutura da seleção. Para Yamamoto, o simples fato de um dos maiores nomes da história recente do futebol japonês demonstrar interesse em liderar o projeto esportivo do país já é algo a ser valorizado.
"Acredito que entusiasmo e determinação são muito importantes. Levamos muito a sério o que ele disse. Sinceramente, acredito que Honda seja uma pessoa muito talentosa. É positivo para o futebol japonês que ele tenha esse tipo de aspiração", afirmou.
Apesar dos elogios, a federação evitou transformar a declaração em qualquer tipo de sinalização para o futuro imediato. O dirigente reforçou que decisões sobre o comando técnico serão tomadas apenas após uma avaliação mais ampla do planejamento para os próximos anos.
"A próxima Copa do Mundo, a Copa da Ásia e a nomeação do treinador serão analisadas passo a passo, sob diversos aspectos. Não posso dar uma resposta definitiva neste momento, mas considero Honda um talento que espero ver perseguindo esse objetivo no futuro", completou.
A repercussão começou após uma publicação feita pelo próprio Honda na rede social X. Sem rodeios, o ex-jogador sugeriu que poderia assumir a seleção por apenas uma temporada e atrelar sua permanência ao resultado da próxima Copa da Ásia.
"Se a renovação do Moriyasu por um ano for apenas uma solução temporária porque vocês ainda não encontraram outro treinador, então me deem essa oportunidade. Se perdermos a Copa da Ásia, podem me demitir sem discussão. Estou pronto para esse desafio", escreveu.
A declaração ganhou ainda mais destaque por acontecer poucos dias após a eliminação japonesa para o Brasil no Mundial. Embora Moriyasu siga no cargo, a discussão sobre os próximos passos da seleção já começou, e o nome de Honda passou a integrar esse debate.
Aos 40 anos, o ex-meia ainda não possui uma carreira consolidada como treinador, apesar de ter sido um dos principais símbolos da geração que ajudou a elevar o patamar do futebol japonês no cenário internacional.
O confronto entre Egito e Irã, marcado para este sábado (27), pela última rodada do Grupo G da Copa do Mundo, tem ganhado repercussão pela resistência das federações dos dois países às ações de apoio à comunidade LGBTQIAPN+ programadas para Seattle, cidade que receberá a partida.
Antes mesmo da definição das seleções que se enfrentariam no local, a organização do torneio já havia planejado o duelo como o “Pride Match” (Jogo do Orgulho, em tradução livre). A iniciativa faz referência à tradição de Seattle na defesa dos direitos LGBTQIAPN+ e coincide com o fim de semana da Parada do Orgulho realizada na cidade.
Segundo o jornal The Athletic, publicação esportiva do New York Times, representantes de Egito e Irã manifestaram oposição às ações previstas. A posição estaria relacionada a questões religiosas, uma vez que os dois países têm maioria muçulmana.
O Egito lidera o Grupo G da Copa do Mundo com quatro pontos e o Irã aparece logo na sequência, com dois. Bélgica, também com dois, e Nova Zelândia, com um, completam a chave.
Uma cena curiosa viralizou nas redes sociais após a vitória do Brasil sobre a Escócia, nesta quarta-feira (24), pela última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo. Davi Luca, filho mais velho de Neymar, foi barrado por seguranças do estádio ao tentar descer das arquibancadas para abraçar o pai após a partida. Assista:
Davi Luca sendo barrado pelos seguranças ???????????? pic.twitter.com/6jvpnNKCaH
— Sisi • Esportes ???? (@sisiesportes) June 25, 2026
Nas imagens, o primogênito de 14 anos aparece tentando deixar o setor onde estava para chegar até o gramado. Ao ser impedido por dois seguranças, Davi aponta na direção de Neymar, que aguardava do outro lado da grade.
O camisa 10 da Seleção Brasileira precisou intervir para permitir a passagem do filho. Depois da liberação, os dois se encontraram e se abraçaram.
Bruna Biancardi, esposa de Neymar, também acompanhou a partida no estádio. A influenciadora, de 32 anos, está grávida do terceiro filho do casal. Eles já são pais de Mavie, de quase 3 anos, e Mel, de 11 meses.
Além das filhas com Bruna, Neymar também é pai de Davi Luca e de Helena, de quase 2 anos, fruto do relacionamento com a modelo Amanda Kimberlly.
Capitão da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, o zagueiro Marquinhos destacou o momento de Vinícius Júnior após mais uma atuação decisiva do atacante, desta vez na vitória sobre a Escócia por 3 a 0, pela última rodada da fase de grupos do Grupo C, nesta quarta-feira (24), em Miami, nos Estados Unidos.
"A gente fica feliz de ter um jogador como o Vini. Já mostrou como ele é decisivo e gosta de jogos grandes. Agora, mais experiente, ele vem sendo muito decisivo e que continue assim. Vamos tentar potencializá-lo da melhor maneira", disse Marquinhos.
Além do elogio individual, o capitão também chamou atenção para a mudança de nível na próxima fase do torneio, reforçando a necessidade de foco e evolução constante da equipe.
"Vamos seguir melhorando para a próxima fase porque uma nova competição começa. Serão times de mais qualidade, de um nível melhor e por isso vamos nos preparar para dar conta do recado", completou.
Com a vitória, o Brasil encerrou a fase de grupos na liderança do Grupo C e agora aguarda a definição do Grupo F para conhecer seu adversário nos 16-avos de final da Copa do Mundo. A Seleção jogará na próxima segunda-feira (29), às 14h, em Houston.
Autor do terceiro gol do Brasil na vitória por 3 a 0 sobre a Escócia, nesta quarta-feira (24), em Miami, pela terceira rodada do Grupo C da Copa do Mundo, o atacante Matheus Cunha chegou ao seu terceiro gol na competição e destacou a evolução da equipe antes do início do mata-mata.
“Conseguimos convencer, que era o que a gente mais queria e mais trabalhou. Primeiro jogo foi difícil, todo mundo sabe, no segundo melhoramos e hoje melhoramos mais. Assim vamos chegar ao nosso objetivo”, afirmou o atacante.
Na estreia, o Brasil empatou por 1 a 1 com o Marrocos em um confronto equilibrado. Na segunda rodada, a equipe venceu o Haiti por 3 a 0. Além de Matheus Cunha, Vinícius Júnior marcou os outros gols brasileiros.
Com a primeira posição assegurada, a Seleção Brasileira já conhece a data de sua estreia no mata-mata. O time volta a campo na próxima segunda-feira, 29 de junho, às 14h (de Brasília), em Houston, contra o segundo colocado do Grupo F, que pode ser Holanda, Japão ou Suécia.
Marquinhos alcançou uma marca histórica pela Seleção Brasileira nesta quarta-feira (24). Na vitória do Brasil por 3 a 0 sobre a Escócia, pela terceira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo, o zagueiro completou 108 partidas com a camisa da Amarelinha.
Com o número, o capitão da Seleção se tornou o segundo zagueiro com mais jogos na história do Brasil. Ele fica atrás apenas de Thiago Silva, que disputou 113 partidas pela equipe nacional.
Antes do confronto contra os escoceses, Marquinhos estava empatado com Lúcio, pentacampeão mundial em 2002, com 107 jogos. Agora, além de superar o ex-defensor, o camisa 4 igualou Taffarel no ranking geral de atletas com mais partidas pela Seleção Brasileira. Os dois dividem a sétima colocação.
A marca foi atingida no mesmo estádio onde Marquinhos estreou pela Seleção. Em 16 de novembro de 2013, no Hard Rock Stadium, em Miami, o defensor iniciou sua trajetória pela equipe principal na goleada por 5 a 0 sobre Honduras.
Desde então, Marquinhos construiu uma história de quase 13 anos com a camisa do Brasil. Ao todo, soma mais de 8.600 minutos pela Seleção Principal e sete gols marcados.
Pela Amarelinha, o zagueiro disputou as Copas do Mundo de 2018, 2022 e 2026. Também esteve nas Copas América de 2015, 2016, 2019, 2021 e 2024, sendo campeão continental em 2019.
Jogadores com mais partidas pela Seleção Brasileira:
1. Cafu — 150 jogos
2. Roberto Carlos — 132 jogos
3. Neymar Jr. — 128 jogos
4. Daniel Alves — 127 jogos
5. Rivellino — 120 jogos
6. Pelé, Thiago Silva e Djalma Santos — 113 jogos
7. Taffarel e Marquinhos — 108 jogos
8. Lúcio — 107 jogos
9. Emerson Leão e Ronaldo — 105 jogos
10. Jairzinho, Ronaldinho Gaúcho e Gilmar — 102 jogos
O empate por 0 a 0 com Gana, pela Copa do Mundo de 2026, manteve uma marca recorrente da Inglaterra na história dos Mundiais. A seleção inglesa chegou ao 13º jogo sem gols na competição e segue como a equipe com mais empates por 0 a 0 em Copas.
O número coloca a Inglaterra com folga na liderança do ranking. Em 12 das 17 edições de Copa do Mundo que disputou, a equipe inglesa empatou ao menos uma vez sem gols.
A Inglaterra também esteve presente no primeiro 0 a 0 da história das Copas. O jogo foi contra o Brasil, em 1958, pela segunda rodada da fase de grupos.
Aquele resultado teve impacto direto na Seleção Brasileira. Para o jogo seguinte, contra a União Soviética, o Brasil passou a contar com Pelé e Garrincha entre os titulares. A dupla comandaria a equipe rumo ao primeiro título mundial da história do país.
Até mesmo na campanha do seu único título, em 1966, a Inglaterra empatou por 0 a 0. O resultado aconteceu logo na estreia, contra o Uruguai, em Wembley, sob os olhares da Rainha Elizabeth.
A partida também é considerada o primeiro jogo de abertura da história das Copas. Até então, não havia um critério oficial para definir uma abertura única, já que algumas edições tinham vários jogos simultâneos no primeiro dia de competição.
Na Copa do Mundo de 2026, o empate entre Inglaterra e Gana foi a quarta partida encerrada com o placar em branco. Antes, Espanha x Cabo Verde, Curaçao x Equador e Bélgica x Irã também terminaram em 0 a 0.
Os empates por 0 a 0 da Inglaterra em Copas do Mundo:
1958 — Brasil 0x0 Inglaterra
1962 — Bulgária 0x0 Inglaterra
1966 — Inglaterra 0x0 Uruguai
1982 — Alemanha 0x0 Inglaterra
1982 — Espanha 0x0 Inglaterra
1986 — Inglaterra 0x0 Marrocos
1990 — Inglaterra 0x0 Holanda
2002 — Inglaterra 0x0 Nigéria
2006 — Portugal 0x0 Inglaterra
2010 — Inglaterra 0x0 Argélia
2014 — Inglaterra 0x0 Costa Rica
2022 — Inglaterra 0x0 Estados Unidos
2026 — Inglaterra 0x0 Gana
A Copa do Mundo de 2026 vale muito mais do que prestígio esportivo. Além da taça mais cobiçada do futebol, as seleções participantes disputam uma premiação bilionária distribuída pela Fifa ao longo do torneio.
Ao todo, a entidade destinará US$ 655 milhões (cerca de R$ 3,2 bilhões) às 48 federações classificadas para o Mundial. A quantia representa um dos maiores volumes de premiação já distribuídos em uma competição esportiva.
Mesmo as seleções eliminadas na fase de grupos receberão uma parcela significativa. Cada participante tem garantidos US$ 9 milhões (aproximadamente R$ 45 milhões) apenas por disputar a competição.
Os valores aumentam à medida que as equipes avançam no mata-mata. O grande campeão levará US$ 50 milhões, o equivalente a cerca de R$ 250 milhões.
O vice-campeão receberá US$ 33 milhões (R$ 166 milhões), enquanto o terceiro e o quarto colocados embolsarão US$ 29 milhões (R$ 145 milhões) e US$ 27 milhões (R$ 135 milhões), respectivamente.
Confira a lista de premiação da Copa do Mundo:
Campeão: US$ 50 milhões (R$ 250 milhões)
Vice-campeão: US$ 33 milhões (R$ 166 milhões)
3º lugar: US$ 29 milhões (R$ 145 milhões)
4º lugar: US$ 27 milhões (R$ 135 milhões)
Participação na fase de grupos: US$ 9 milhões (R$ 45 milhões)
Os valores da Copa do Mundo superam as principais premiações do futebol sul-americano e brasileiro. Para efeito de comparação, o Flamengo recebeu cerca de R$ 50 milhões pelo título do Campeonato Brasileiro da última temporada. Já a conquista da Libertadores rendeu ao clube carioca aproximadamente R$ 190 milhões.
Assim, a premiação destinada ao campeão mundial supera em cerca de R$ 60 milhões o valor pago ao vencedor da principal competição de clubes da América do Sul.
Embora a Fifa repasse os valores às federações nacionais, parte da quantia costuma ser distribuída aos atletas e membros das comissões técnicas.
Segundo reportagem do UOL, a CBF adota um modelo de divisão em caso de conquista brasileira. Do valor reservado para bonificação da delegação, 70% são destinados aos jogadores e os outros 30% são repartidos entre integrantes da comissão técnica e demais profissionais que acompanham a Seleção.
Com isso, além da chance de conquistar o hexacampeonato, os atletas brasileiros também podem receber uma recompensa financeira expressiva caso o Brasil levante a taça nos Estados Unidos, México e Canadá.
O técnico do Irã, Amir Ghalenoei, voltou a criticar as condições de preparação da seleção às vésperas do duelo deste domingo (21) contra a Bélgica pela Copa do Mundo. Segundo ele, o time conseguiu realizar apenas metade do treino previsto por causa do curto intervalo entre a chegada e a atividade.
Em entrevista coletiva, o treinador afirmou que a situação compromete o desempenho da equipe.
“Precisávamos de um intervalo de 24 horas, mas nos deram 16. Foi por isso que tivemos de interromper nosso treinamento pela metade. Essas restrições dificultaram muito a nossa situação. Isso mina o espírito do futebol. Esse tipo de comportamento não é compatível com uma Copa do Mundo”.
Apesar das queixas, ele agradeceu o apoio recebido na chegada aos Estados Unidos e disse que a equipe segue focada na competição, mesmo diante das dificuldades. Sobre a comparação com outras seleções, citou a Bélgica como exemplo de preparação mais adequada e voltou a reforçar sua insatisfação com a organização do calendário.
"Apesar de tudo, sou grato pela nação iraniana e nós jogamos por eles. Eu sei que esse tipo de comportamento tem ferido nossas pessoas. Mesmo se tivéssemos gastado bilhões de dólares não poderíamos trazer justiça para nosso povo. Isso só mostra que somos um país opressivo, e eu espero que o mundo atinja a paz, e que ela seja sustentável, não algo institucional.
A vitória de Marrocos sobre a Escócia, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, teve um episódio extracampo envolvendo Achraf Hakimi. Poucas horas depois de a Justiça francesa confirmar que o lateral do PSG será julgado por uma acusação de estupro, o jogador entrou em campo no Gillette Stadium, em Boston/Foxborough, sob vaias e assobios de parte da torcida presente.
O caso envolvendo Hakimi não passou despercebido entre os mais de 64 mil torcedores que acompanharam a partida, em sua maioria escoceses. O jogador marroquino foi hostilizado durante o confronto, realizado em meio à repercussão da decisão judicial na França.
Após a partida, o técnico Mohamed Ouahbi foi questionado sobre a situação do atleta e saiu em defesa do jogador. O treinador afirmou que Hakimi demonstrou tranquilidade em campo e reforçou a importância do lateral para a seleção marroquina.
“Vocês viram o jogo? Ele jogou bem, esteve presente, calmo e sereno. Motivou o grupo antes do início da partida. Achraf Hakimi é importante para mim, para a equipe e para todos os 42 milhões de marroquinos. Nós o apoiamos incondicionalmente”, afirmou.
Ouahbi também destacou a confiança da comissão técnica no desempenho esportivo do jogador durante a sequência da Copa do Mundo.
“Ele vai jogar partidas incríveis novamente; ele é o melhor lateral-direito do mundo e vai provar isso nesta Copa do Mundo. Ele é uma pessoa muito importante para mim, para a comissão técnica, para os jogadores e para a seleção marroquina”, declarou o técnico marroquino.
Hakimi também se manifestou nas redes sociais após a divulgação da decisão judicial. O jogador nega a acusação e afirmou que aguardou por anos a oportunidade de apresentar sua versão no processo.
“O sistema judiciário olhou nos meus olhos e disse: ‘Se você não fosse famoso, nunca teria havido um caso.’ Optei por permanecer em silêncio durante anos. Pensei que, mantendo minha dignidade, sendo paciente e confiando no sistema judiciário, as decisões corretas seriam tomadas”, publicou.
Depois da partida contra a Escócia, o lateral deixou o estádio sem conceder entrevista. A seleção de Marrocos, por sua vez, segue concentrada na sequência da fase de grupos da Copa do Mundo.
O caso teve início em 2023. Segundo o relato apresentado à polícia na época, uma jovem afirmou ter conhecido Hakimi pelo Instagram, em janeiro daquele ano, e ido até a casa do jogador em um veículo de transporte por aplicativo solicitado por ele.
De acordo com a denúncia, Hakimi teria beijado e tocado a jovem sem consentimento antes de cometer o estupro. A mulher afirmou ainda que conseguiu se afastar do jogador e enviar uma mensagem a uma amiga, que foi buscá-la.
Hakimi foi indiciado e colocado sob controle judicial em março de 2023. A defesa do jogador nega as acusações. Com a decisão da Justiça francesa, o lateral será levado a julgamento em data ainda não definida.
Eleito o melhor em campo na vitória da Seleção Brasileira sobre o Haiti, Vinicius Júnior alcançou uma marca importante com a camisa amarelinha. O atacante do Real Madrid igualou Romário em participações em gols pelo Brasil em Copas do Mundo e entrou no top 5 brasileiro no recorte desde 1986.
Na partida contra a seleção haitiana, Vini marcou mais um gol e participou diretamente da construção ofensiva brasileira, sendo decisivo para o triunfo da equipe comandada por Carlo Ancelotti.
Com o desempenho, Vinicius chegou a seis participações em gols em seis partidas de Copa do Mundo. O número coloca o camisa 7 ao lado de nomes históricos da Seleção Brasileira no torneio.
No levantamento de participações em gols pelo Brasil em Copas desde 1986, Ronaldo aparece na liderança, com 19 participações em 19 partidas. Neymar e Rivaldo vêm na sequência, ambos com 11 participações. Careca soma oito, enquanto Vinicius Júnior aparece com seis.
BRASILEIROS COM MAIS PARTICIPAÇÕES EM GOLS EM COPAS DO MUNDO:
Ronaldo - 19 participações em 19 jogos
Neymar Jr. - 11 participações em 13 jogos
Rivaldo - 11 participações em 14 jogos
Careca - 8 participações em 9 jogos
Vinicius Júnior - 6 participações em 6 jogos
Haiti e Turquia se tornaram as duas primeiras seleções eliminadas da Copa do Mundo de 2026. As equipes deram adeus ao torneio com uma rodada de antecedência, mesmo ainda tendo chances matemáticas de alcançar três pontos na última rodada da fase de grupos.
No caso do Haiti, a eliminação foi confirmada após duas derrotas nas duas primeiras rodadas. A seleção caribenha perdeu para a Escócia por 1 a 0 na estreia e foi superada pelo Brasil por 3 a 0 na segunda rodada.
Mesmo que vença o Marrocos no último compromisso e chegue aos três pontos, o Haiti não conseguirá ultrapassar a Escócia, já que foi derrotado no confronto direto. Com isso, tornou-se uma das primeiras seleções a se despedir da competição.
A Turquia vive situação semelhante. A equipe de Arda Güler perdeu para a Austrália por 2 a 0 na estreia e depois foi derrotada pelo Paraguai por 1 a 0 na segunda rodada.
Com os resultados, mesmo que vença os Estados Unidos na última rodada e também alcance três pontos, a seleção turca não pode mais superar australianos nem paraguaios, adversários para os quais perdeu nos confrontos diretos.
Na prática, o cenário mostra o peso dos jogos diretos na definição das vagas. Em situações de empate na pontuação, os resultados entre as seleções envolvidas passam a ser decisivos para determinar quem segue vivo na disputa e quem deixa a competição.
Brasil pode assumir liderança do grupo? Veja o que acontece se a Seleção vencer o Haiti na Copa 2026
A Seleção Brasileira volta a campo nesta sexta-feira (19) para enfrentar o Haiti pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026, no estádio Lincoln Financial Field, na Filadélfia. O confronto é decisivo para as pretensões da equipe na fase de grupos e pode alterar completamente o cenário da chave.
Após o empate por 1 a 1 na estreia contra o Marrocos e a vitória da Escócia sobre o Haiti por 1 a 0, o grupo está embolado: os escoceses lideram com 3 pontos, enquanto Brasil e Marrocos somam 1 ponto cada. O Haiti ainda não pontuou.
Caso vença o Haiti, o Brasil chega a 4 pontos e pode assumir a liderança do Grupo C ao fim da rodada. Isso porque o resultado do duelo entre Escócia e Marrocos também interfere diretamente na classificação.
Se houver empate nesse outro jogo, a Seleção Brasileira termina a rodada na liderança isolada. Se houver vencedor, o Brasil ainda pode ficar entre os primeiros colocados, dependendo do saldo de gols.
Pelo formato da Copa do Mundo de 2026, os dois primeiros colocados de cada grupo avançam diretamente às oitavas de final, além de alguns melhores terceiros colocados. Por isso, uma vitória contra o Haiti coloca o Brasil em posição confortável para a última rodada.
Com 4 pontos, a Seleção precisaria apenas de um bom resultado contra a Escócia na terceira rodada para confirmar a classificação sem depender de outros grupos.
Apesar de ser considerado o adversário mais frágil do grupo, o Haiti chega pressionado após a derrota na estreia e precisa pontuar para seguir vivo na competição. Um resultado inesperado contra o Brasil pode embolar totalmente a chave e aumentar a pressão na última rodada.
Uma vitória recoloca o Brasil em posição de força no grupo e reduz a pressão após a atuação irregular na estreia. Já um tropeço pode obrigar a Seleção a jogar a última rodada sob risco real de eliminação.
O técnico da seleção dos Estados Unidos, Mauricio Pochettino, chamou atenção nos bastidores da Copa do Mundo de 2026 ao ser flagrado registrando imagens nos arredores do centro de treinamento da equipe.
O episódio foi registrado pelo jornalista Pablo Maurer, do jornal britânico The Guardian, nesta semana, e levantou comentários nas redes sociais. Segundo a publicação, o argentino parecia observar possíveis movimentações externas ao CT às vésperas do duelo contra a Austrália, pela fase de grupos.
A situação ganhou repercussão principalmente pelo contexto da preparação americana antes de um jogo considerado decisivo na competição. Questionado sobre o caso na entrevista coletiva pré-jogo, Pochettino confirmou o registro e tratou o assunto de forma leve.
"Eu queria ver porque, você sabe, estamos na era da... como se diz? Espionagem. E isso foi uma ao oportunidade de ver. Eu estava fazendo um vídeo, não tirando uma foto do arredores ", contou, em bom humor , aos jornalistas presentes durante sua entrevista coletiva.
A fala remete a uma prática antiga no futebol, em que equipes tentam obter informações sobre treinos e estratégias dos adversários antes das partidas. Apesar do tom descontraído, o treinador não deu detalhes sobre a preparação dos Estados Unidos para o confronto contra os australianos.
A Copa do Mundo terminou para Ismaël Koné, da seleção do Canadá. O meia de 24 anos sofreu uma fratura na perna durante a partida contra o Catar, pela 2ª rodada do Grupo B.
O lance aconteceu em uma disputa de bola com Assim Madibo. Após o atendimento médico em campo, o camisa 8 canadense precisou deixar a partida e foi aplaudido pela torcida. Nathan Saliba entrou em seu lugar. Veja o momento abaixo:
Titular e peça importante da equipe comandada por Jesse Marsch, Koné havia sido um dos destaques do Canadá na estreia da seleção no Mundial. Foi dele a construção da jogada do gol que garantiu o primeiro ponto canadense em Copas do Mundo, no empate diante da Bósnia.
A ausência representa uma baixa para o Canadá na sequência da fase de grupos. A seleção canadense ainda busca avançar à fase eliminatória da competição.
O hat-trick de Lionel Messi na vitória da Argentina por 3 a 0 sobre a Argélia, na última terça-feira (16), no Estádio Arrowhead, em Kansas, colocou o camisa 10 em uma lista rara da história das Copas do Mundo. Com os três gols marcados no primeiro jogo da Argentina na edição de 2026, Messi se tornou apenas o nono jogador a registrar um hat-trick na partida de estreia de sua seleção em uma Copa do Mundo.
Antes dele, o feito havia sido alcançado por Bert Patenaude (Estados Unidos, 1930), Guillermo Stábile (Argentina, 1930), Angelo Schiavio (Itália, 1934), Edmund Conen (Alemanha, 1934), Sándor Kocsis (Hungria, 1954), Just Fontaine (França, 1958), Gabriel Batistuta (Estados Unidos, 1994) e Miroslav Klose (Alemanha, 2002).
A marca não acontecia há 24 anos. O último jogador a conseguir o feito havia sido Klose, que marcou três gols na vitória da Alemanha sobre a Arábia Saudita por 8 a 0, na estreia alemã na Copa de 2002.
Messi também se tornou o terceiro argentino da história a integrar essa lista. O primeiro foi Guillermo Stábile, autor de três gols na vitória por 6 a 3 sobre o México, na Copa de 1930 e o segundo foi Gabriel Batistuta, autor de um hat-trick contra a Grécia, na estreia da Argentina na Copa de 1994. Outra curiosidade é que o argentino alcançou o feito em sua sexta participação em Copas do Mundo. Entre os outros sete jogadores da lista, todos haviam conseguido o hat-trick em sua primeira ou segunda participação no torneio.
Além da entrada nessa lista, os três gols contra a Argélia também ampliaram os números de Messi em Copas do Mundo e o colocaram entre os principais artilheiros da história da competição. Ele igualou Miroslav Klose, com 16 gols marcados ao todo.
Confira a lista jogadores que marcaram hat-trick na estreia de suas seleções em uma edição de Copa do Mundo:
- Bert Patenaude (Estados Unidos) – Paraguai, 1930;
- Guillermo Stábile (Argentina) – México, 1930;
- Angelo Schiavio (Itália) – Estados Unidos, 1934;
- Edmund Conen (Alemanha) – Bélgica, 1934;
- Sándor Kocsis (Hungria) – Coreia do Sul, 1954;
- Just Fontaine (França) – Paraguai, 1958;
- Gabriel Batistuta (Argentina) - Estados Unidos, 1994;
- Miroslav Klose (Alemanha) – Arábia Saudita, 2002;
- Lionel Messi (Argentina) – Argélia, 2026.
A derrota de Senegal por 3 a 1 para a França, na estreia da Copa do Mundo de 2026, não foi o único assunto abordado pelo capitão Kalidou Koulibaly após a partida disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey. O experiente zagueiro aproveitou a zona mista para lamentar a ausência de parte da torcida senegalesa no estádio em razão das restrições migratórias impostas pelos Estados Unidos.
Em dezembro do ano passado, o governo norte-americano implementou limitações parciais de viagem para cidadãos de alguns países, entre eles Senegal, Costa do Marfim, Haiti e Irã, todos representados no Mundial. Embora atletas, dirigentes e familiares próximos tenham recebido exceções, muitos torcedores ficaram impossibilitados de viajar para acompanhar suas seleções.
Koulibaly afirmou que a federação senegalesa tentou viabilizar a presença de familiares e apoiadores, mas reconheceu que muitos não conseguiram entrar no país.
"A federação fez o possível para que nossos pais ou familiares próximos pudessem estar conosco. Mas é verdade que alguns torcedores não puderam viajar para os Estados Unidos. Acho que cada equipe pode ter seus representantes, então não entendo por que pessoas da África não podem ter os seus", declarou.
O defensor, que construiu carreira de destaque no futebol europeu com passagens por Napoli e Chelsea, evitou aprofundar o debate político, mas reforçou que o futebol deve ser um espaço acessível para todos os povos.
"Não quero falar de política. Só quero falar de futebol, aproveitar o futebol. Acho que o futebol é para todos. Espero que a situação fique bem, mas o mais importante é que temos de jogar pelo nosso povo", completou.
Apesar das dificuldades, Senegal contou com apoio de integrantes da comunidade senegalesa residente nos Estados Unidos. Torcedores vindos principalmente de Nova York, onde há uma significativa diáspora do país africano, marcaram presença nas arquibancadas e tentaram transformar o MetLife Stadium em uma extensão de Dakar durante a estreia da equipe no Mundial.
Dentro de campo, porém, o apoio não foi suficiente para evitar a derrota para a França. Agora, os senegaleses buscam recuperação na próxima rodada para seguir vivos na briga por uma vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo. O próximo confronto será contra a Noruega, de Erling Haaland, na próxima segunda-feira (22).
Fã declarado de Ivete Sangalo, goleiro Vozinha ganha recado da cantora: "Quero lhe ver num show meu"
O empate de Cabo Verde contra a Espanha, nesta segunda-feira (15), pela Copa do Mundo de 2026, contou com uma pitada de tempero baiano fora de campo. Destaque da partida ao segurar o 0 a 0 diante de uma das favoritas do torneio, o goleiro Vozinha recebeu uma mensagem de Ivete Sangalo após uma revelação vir à tona de que é um grande fã das cantora.
Após a repercussão, a artista baiana gravou um recado para o arqueiro cabo-verdiano e celebrou a atuação dele no Mundial.
"Estou aqui impactada com a mensagem de Vozinha, que é um grande fã, esse goleiraço! Estou deixando um beijo muito carinhoso para esse atleta que está nos dando muito orgulho. Cabo Verde está em festa e é um país que eu tenho um carinho muito especial e uma admiração grande. Vozinha, arrasou, fecha esse gol. Também sou sua fã e quero lhe ver num show meu", disse Ivete, em vídeo divulgado pela Globo.
Fã de Ivete Sangalo, Vozinha ganha convite para show: "Botar para quebrar juntos"
— Gabrielle Gomes (@GabrielleeGomes) June 16, 2026
Mais >>> https://t.co/ksAO0jXi9T pic.twitter.com/9eHRJBy0cM
A mensagem veio depois de Vozinha contar, em entrevista à ESPN, sua relação com o Brasil. O goleiro afirmou que cresceu assistindo novelas brasileiras e ouvindo artistas do país. Entre os nomes citados por ele estavam Ivete Sangalo, Seu Jorge, Cidade Negra e Revelação.
"Desde sempre víamos muitas novelas brasileiras depois dos telejornais. Lembro muito de Xica da Silva, Malhação e Rei do Gado. Consumimos também muita música brasileira, que é muito boa e muito rica. Gostava muito de Ivete Sangalo, Seu Jorge, Cidade Negra e Revelação. Minha avó era fã do Roberto Carlos", contou.
A ligação de Vozinha com o Brasil vai além da música. Batizado como Josimar José Évora Dias, ele recebeu o nome em homenagem ao lateral-direito Josimar, destaque da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1986. Segundo o goleiro, o pai e a avó torciam pelo Brasil e admiravam o jogador brasileiro.
A primeira opção do pai, no entanto, era outro nome ligado ao futebol. Ele queria chamar o filho de Valdano, em referência ao atacante argentino Jorge Valdano, campeão mundial em 1986, mas as autoridades de Cabo Verde não aceitaram.
Aos 40 anos, Vozinha vive a primeira Copa do Mundo da carreira. Nascido na ilha de São Vicente, em Cabo Verde, o goleiro ajudou a seleção estreante no Mundial a conquistar um resultado histórico diante da Espanha, pelo Grupo H.
O apelido pelo qual ficou conhecido também tem origem familiar. Criado pelos avós Maria Senhorinha dos Santos e Manuel da Luz Moraes, Josimar era competitivo desde criança e costumava reclamar quando apanhava dos meninos mais velhos com quem jogava na rua. Por isso, passou a ser chamado de “Vozinha”, apelido que, com o tempo, virou uma homenagem aos avós.
Antes de chegar à Copa, o goleiro construiu uma carreira fora dos grandes centros. Começou em clubes de Cabo Verde, passou por Angola, Moldávia, Chipre, Eslováquia e hoje atua pelo Chaves, da Segunda Liga Portuguesa.
No futebol, também teve brasileiros como referência. Vozinha citou Rogério Ceni, Ronaldo Fenômeno e Ronaldinho como ídolos da juventude.
"Gostava muito do Rogério Ceni porque era um goleiro que batia faltas e pênaltis. O Ronaldo Fenômeno e o Ronaldinho foram grandes ídolos", afirmou.
Após uma atuação decisiva no empate em 0 a 0 entre Cabo Verde e Espanha, na tarde desta segunda-feira (15), o goleiro Vozinha ganhou destaque entre torcedores e fãs do futebol nas redes sociais.
O arqueiro cabo-verdiano, de 40 anos, foi um dos principais responsáveis pelo resultado da seleção africana. Ele realizou sete defesas durante a partida e foi eleito o melhor jogador em campo.
A repercussão também apareceu fora das quatro linhas. Antes do início do jogo, Vozinha tinha cerca de 50 mil seguidores no Instagram. Após o apito final, o número ultrapassou a marca de 1,6 milhão, um crescimento superior a 3000%.
Fã de Rogério Ceni, treinador do Bahia, e de Ivete Sangalo, o goleiro foi batizado como Josimar, em homenagem ao ex-lateral-direito brasileiro Josimar Higino, destaque da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1986, está sem clube no momento. Ele ficou livre no mercado após o fim do contrato com o CD Chaves, de Portugal.
Com a atuação diante da Espanha, Vozinha se tornou um dos personagens da rodada e virou xodó dos torcedores após ajudar Cabo Verde a conquistar um resultado histórico.
A vitória da Coreia do Sul sobre a República Tcheca por 2 a 1, na estreia das seleções na Copa do Mundo de 2026, contou com uma curiosidade no final da partida. Autor do gol da virada no Estádio Akron, em Guadalajara, o atacante Oh Hyeon-gyu revelou que entrou em campo mesmo após apresentar febre alta horas antes da partida.
O jogador de 25 anos começou o jogo no banco de reservas e contou que sua temperatura chegou a 38°C antes do confronto. Segundo ele, o trabalho da comissão técnica e da equipe médica da seleção sul-coreana foi determinante para que pudesse ficar à disposição.
"Na verdade, antes da partida eu não estava me sentindo muito bem. Minha febre chegou a 38 graus. Graças à comissão técnica e à equipe médica, que cuidaram muito bem de mim, consegui jogar", afirmou o atacante.
Hyeon-gyu entrou aos 68 minutos, no lugar de Son Heung-min, quando o placar ainda estava empatado em 1 a 1. Pouco mais de dez minutos depois, apareceu na área para completar cruzamento de Hwang In-beom e marcar o gol que garantiu a virada sul-coreana.
A República Tcheca havia aberto o placar com Ladislav Krejci, que aproveitou um lançamento lateral e marcou de cabeça. A reação da Coreia do Sul começou com Hwang In-beom, que driblou o goleiro Matej Kovar antes de empurrar a bola para o gol.
Antes do lance decisivo de Hyeon-gyu, os tchecos chegaram a comemorar um gol de Tomas Soucek. A arbitragem, porém, anulou a jogada por impedimento, mantendo o empate e deixando o caminho aberto para a virada sul-coreana.
Depois da partida, o atacante também falou sobre o significado de disputar uma Copa do Mundo. Hyeon-gyu afirmou que acompanhar de perto a trajetória dos jogadores mais experientes da seleção serviu como motivação para buscar espaço no torneio.
"Só de participar da Copa do Mundo já é emocionante e gratificante. O técnico me deu a oportunidade de marcar um gol e sou muito grato por isso. Observei de perto as alegrias e tristezas que os jogadores mais experientes viveram. Foi por isso que eu realmente queria disputar uma Copa do Mundo. Essa foi a maior motivação da minha vida", disse.
O gol foi o primeiro de Hyeon-gyu em uma grande competição internacional. Revelado pelo Suwon Bluewings, o atacante passou pelo Celtic entre 2023 e 2024, período em que disputou 47 partidas e marcou 12 gols. Depois, foi negociado com o Genk, da Bélgica.
Com o resultado, a Coreia do Sul largou com três pontos no Grupo A da Copa do Mundo e é a atual vice-colocada.
Além das confirmadas 48 Seleções, a Copa do Mundo de 2026 começa com novidades em relação às regras de arbitragem, que devem ser adotadas posteriormente em outras competições de futebol.
Entre as principais mudanças está a ampliação do uso do árbitro de vídeo. O VAR, que antes se limitava a lances de gol, pênalti, cartão vermelho direto e erro de identificação de jogador, passará a atuar em novas situações.
A partir da Copa, o árbitro de vídeo também poderá corrigir a aplicação incorreta de um segundo cartão amarelo. Além disso, poderá intervir em marcações equivocadas de escanteio quando o lance deveria ter sido tiro de meta.
As mudanças também buscam reduzir a cera e aumentar o tempo de bola rolando durante as partidas. Para isso, algumas reposições passarão a ter contagem visível feita pelo árbitro.
No arremesso lateral, o jogador terá cinco segundos para realizar a cobrança. Caso ultrapasse o limite, a posse será revertida para a equipe adversária. O mesmo prazo valerá para o tiro de meta. Se a equipe demorar mais de cinco segundos, será marcado escanteio para o adversário.
As substituições também terão limite de tempo. O jogador substituído terá dez segundos para deixar o campo, exceto em caso de lesão que impeça claramente a saída rápida. Se a regra não for cumprida, o atleta sairá normalmente, mas o substituto só poderá entrar após 60 segundos, deixando a equipe temporariamente com um jogador a menos.
Outra mudança envolve atendimentos médicos. Jogadores que precisarem de assistência dentro de campo terão que sair e aguardar um minuto para retornar, também deixando o time com um a menos durante esse período.
A Copa ainda terá uma regra específica para evitar pausas estratégicas durante atendimentos a goleiros. Enquanto o arqueiro estiver recebendo atendimento médico, os demais jogadores não poderão se aproximar do banco de reservas.
O Mundial também estreia novas punições disciplinares. Jogadores que cobrirem a boca com a mão, o braço ou a camisa durante discussões com adversários poderão receber cartão vermelho.
A mesma punição poderá ser aplicada a jogadores ou membros da comissão técnica que abandonarem o campo em sinal de protesto contra decisões da arbitragem.
As novas regras serão observadas já na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, que começa nesta quinta-feira (11) com México e África do Sul fazendo o jogo de abertura, no Estádio Azteca. A estreia da Seleção Brasileira será no sábado (13), contra Marrocos, às 19h, pelo horário de Brasília, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
Para os supersticiosos de plantão, o hexa já é realidade. Às vésperas da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, uma coincidência histórica voltou a chamar atenção: sempre que o Brasil foi campeão mundial em Copas disputadas no México ou nos Estados Unidos, o New York Knicks também esteve nas finais da NBA.
A primeira ligação vem de 1970. Naquele ano, a Copa do Mundo foi disputada no México, e a Seleção Brasileira encantou o planeta com um dos times mais lembrados da história do futebol. Com Pelé, Jairzinho, Tostão, Gérson, Rivellino e companhia, o Brasil venceu a Itália na final e conquistou o tricampeonato mundial.
Na mesma temporada, o New York Knicks também chegou à decisão da NBA. A franquia de Nova York enfrentou o Los Angeles Lakers e conquistou o título da liga norte-americana pela primeira vez.
Vinte e quatro anos depois, a coincidência apareceu novamente. Em 1994, a Copa do Mundo foi disputada nos Estados Unidos, e o Brasil voltou a levantar a taça após mais de duas décadas de espera. A Seleção comandada por Carlos Alberto Parreira teve Romário e Bebeto como protagonistas e venceu a Itália nos pênaltis para conquistar o tetracampeonato.
Naquele mesmo ano, o New York Knicks voltou às finais da NBA. A equipe nova-iorquina enfrentou o Houston Rockets e ficou com o vice-campeonato após uma série decidida em sete jogos.
Agora, em 2026, os elementos voltam a se cruzar. A Copa do Mundo será sediada por Estados Unidos, México e Canadá. E, pela primeira vez desde 1999, o New York Knicks voltou a disputar as finais da NBA, desta vez contra o San Antonio Spurs.
A coincidência também ganha força pelo hiato. O Brasil passou 24 anos entre os títulos de 1970 e 1994. Agora, chega a 2026 também depois de 24 anos sem vencer uma Copa do Mundo, já que a última conquista brasileira aconteceu em 2002, na Coreia do Sul e no Japão.
No campo da lógica, nada disso entra em campo. Mas, no território das superstições do futebol, a combinação já é suficiente para alimentar a esperança de parte da torcida brasileira.
A Seleção Brasileira estreia na Copa do Mundo neste sábado (13), contra Marrocos, pela primeira rodada do Grupo C. A partida será disputada às 19h, pelo horário de Brasília, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
Até o momento, o meia Éderson, da Atalanta, é a principal surpresa da Seleção Brasileira para a disputa da Copa do Mundo de 2026, sediada nos Estados Unidos, México e Canadá. O jogador foi convocado no último domingo (7) após o lateral-direito Wesley ter sido reavaliado pela comissão médica da Seleção Brasileira e submetido a um exame de imagem, no qual foi diagnosticada uma lesão no músculo adutor da coxa esquerda.
Na pré-lista de 55 jogadores enviada à Fifa, Ancelotti tinha Vitinho, do Botafogo, e Paulo Henrique, do Vasco, como suplentes na posição, mas a convocação de Éderson coloca os "coringas" Ibañez e Danilo como principais postulantes à vaga.
Éderson, apesar de ter surpreendido, não é figurinha nova no álbum da Seleção. Oficialmente, ele soma três jogos com a camisa verde e amarela. Sua estreia se deu após a convocação do ex-técnico Dorival Jr, em 2024, para o amistoso contra o México, nos Estados Unidos.
Na ocasião, o ex-jogador do Fortaleza formou o meio-campo com Andreas Pereira e Douglas Luiz. Ele jogou por 84 minutos, após ter sido substituído para a entrada de João Gomes, do Wolverhampton. A partida foi vencida pelo Brasil com gol de Endrick nos acréscimos. Placar final: 3 a 2.
Neste confronto, Éderson foi o jogador com mais divididas ganhas. Foram cinco duelos ganhos em oito, com aproveitamento de 68% e uma interceptação, além de acertar 30 passes em 37, com aproveitamento de 81%.

Foto: Rafael Ribeiro / CBF
Sua segunda aparição com a camisa da Seleção Brasileira ocorreu na Copa América, também em 2024, sediada nos EUA. Ele entrou no empate de 1 a 1 entre Brasil e Colômbia, na terceira rodada da fase de grupos, aos 73 minutos, no lugar de Rodrygo. Ele terminou formando o meio de campo com Andreas Pereira e Douglas Luiz, novamente. Dentro das estatísticas, foram 13 passes certos entre 14 realizados, com aproveitamento de 93%.
A última aparição de Éderson pelo Brasil ocorreu na fatídica goleada por 4 a 1 sofrida para a Argentina, no Monumental — partida que, inclusive, culminou na demissão do técnico Dorival Jr do comando da Seleção. O então camisa 8 entrou aos 84 minutos no lugar de André e pouco contribuiu para a equipe. Entre as estatísticas, acertou cinco passes em seis, com aproveitamento de 83%, além de ter ganhado dois duelos em cinco, com aproveitamento de 40%.
Somadas as partidas de Éderson, foram uma vitória, um empate e uma derrota. Apenas na partida em que foi titular, Éderson venceu com a camisa do Brasil.
Hoje, aos 26 anos, Éderson vive uma boa fase com a camisa da Atalanta, clube no qual finalizou sua quarta temporada desde que foi contratado pela Salernitana. Na temporada 2025/26, foram 41 jogos, três gols e três assistências, sendo o quinto em divididas por jogo e interceptações, e o quarto em chutes bloqueados na Coppa Italia.
O volante tem sido um dos jogadores mais disputados na janela de transferências europeia e, ao que tudo indica, será companheiro de Matheus Cunha no Manchester United. De acordo com informações do jornalista Fabrizio Romano, Éderson acertou sua ida aos Diabos Vermelhos por 34 milhões de libras, com potencial de chegar a 38 milhões — algo que gira em torno de R$ 250 milhões na cotação atual —, com contrato de quatro anos e opção de um quinto.
Após a Copa do Mundo, Éderson será o primeiro reforço da equipe que será comandada por Michael Carrick na temporada 2026/27.
Giorgian De Arrascaeta está fora da Copa do Mundo de 2026. O meia do Flamengo teve uma lesão na panturrilha confirmada após exames e não terá condições de defender a Seleção Uruguaia no Mundial.
A informação da lesão foi divulgada inicialmente pela rádio uruguaia Carve Deportiva, enquanto o Canal Goat confirmou o corte nesta terça-feira (2). O jogador já havia virado motivo de preocupação nos bastidores da Celeste após sentir o problema muscular nos últimos dias.
Arrascaeta havia sido incluído na lista definitiva de Marcelo Bielsa e também apareceu na numeração oficial divulgada pela federação uruguaia, com a camisa 10. A ausência representa uma baixa importante para o Uruguai, que perde um dos principais nomes de criação do elenco.
A lesão que tirou o meia da Copa não tem relação com a cirurgia realizada na clavícula direita no início de maio. Desta vez, o problema foi muscular, na panturrilha.
Pelo regulamento da Copa do Mundo de 2026, as seleções entregaram a lista definitiva até o dia 1º de junho. Após esse prazo, substituições só são permitidas em casos comprovados de lesão ou doença grave. O novo convocado precisa estar entre os nomes enviados anteriormente na lista prévia à Fifa.
O Uruguai está no Grupo H da Copa do Mundo, ao lado de Arábia Saudita, Cabo Verde e Espanha. A estreia da equipe comandada por Marcelo Bielsa será no dia 15 de junho, contra os sauditas, às 19h, pelo horário de Brasília, em Miami.
Pep Guardiola não deve retomar a carreira de treinador neste momento. Foi o que informou o jornal inglês The Mirror nesta terça-feira (2), ao noticiar que o espanhol recusou uma proposta de David Beckham para assumir o comando do Inter Miami, dos Estados Unidos.
De acordo com a publicação, Guardiola era o principal alvo da diretoria do clube norte-americano para substituir Javier Mascherano, que deixou o cargo recentemente. O Inter Miami chegou a aguardar uma resposta do ex-treinador do Manchester City antes de avançar em outras alternativas no mercado.
A tentativa de Beckham tinha também um componente simbólico. Caso aceitasse o convite, Guardiola voltaria a trabalhar com Lionel Messi, com quem viveu o período mais vitorioso da carreira no Barcelona. Juntos, treinador e atacante conquistaram títulos importantes e marcaram uma das eras mais dominantes do futebol europeu.
Apesar do interesse, Guardiola teria comunicado que não pretende assumir um novo trabalho no curto prazo. O técnico deixou o Manchester City ao fim da última temporada, encerrando uma passagem de dez anos pelo clube inglês.
Segundo o The Mirror, a prioridade do espanhol é cumprir um período sabático, descansar e passar mais tempo com a família. Com isso, a possibilidade de uma mudança imediata para os Estados Unidos foi descartada.
Guardiola deixou o Manchester City como o técnico mais vencedor da história do clube. Durante a década no comando, conquistou títulos nacionais e internacionais, consolidando uma das fases mais importantes da equipe inglesa.
Com a negativa, o Inter Miami precisará seguir no mercado em busca de um novo treinador para dar sequência ao projeto liderado por Beckham e que tem Messi como principal nome dentro de campo.
A Seleção Brasileira iniciou a última parte da caminhada antes da estreia na Copa do Mundo de 2026. Depois de se despedir do torcedor com goleada sobre o Panamá, no Maracanã, o grupo comandado por Carlo Ancelotti embarcou na última segunda-feira (1°) para Nova Jersey, nos Estados Unidos, base da delegação durante o Mundial.
Antes da viagem, jogadores e comissão técnica passaram pela sede da CBF, na Barra da Tijuca, em uma programação interna de despedida. O encontro teve participação de colaboradores da entidade e marcou simbolicamente a saída da Seleção do país rumo à disputa da Copa.
A agenda incluiu uma passagem pelo Museu da Seleção Brasileira, onde estão reunidos troféus, camisas e registros históricos da Amarelinha. Na sequência, os atletas foram recebidos por funcionários da CBF em um corredor de apoio antes do deslocamento ao Aeroporto Internacional Tom Jobim.
Já no Galeão, a aeronave que transporta a delegação brasileira passou por um ritual tradicional da aviação civil antes de cruzar o Atlântico. O avião atravessou um grande arco de água formado pelos jatos de dois caminhões de bombeiros da equipe de segurança aeroportuária.
O procedimento é conhecido internacionalmente como "batismo" e costuma ser realizado em ocasiões de grande relevância, como inauguração de novas rotas, despedidas de comandantes veteranos ou embarques de delegações em missões especiais. No contexto da aviação, o ato simboliza uma espécie de bênção à aeronave e votos de boa sorte para o trajeto iniciado. Assista:
Brezilya Millî Tak?m?’n?n Dünya Kupas? uça??, kalk?? öncesi törenle vaftiz edildi.pic.twitter.com/iIKBArWNHQ
— Madrid Media (@MadridMedia_) June 2, 2026
A viagem aconteceu um dia depois da vitória por 6 a 2 sobre o Panamá, no último jogo do Brasil em solo nacional antes do Mundial. O amistoso serviu como teste final diante da torcida brasileira e também como parte do ajuste da equipe antes da chegada aos Estados Unidos.
Carlo Ancelotti chega à reta decisiva da preparação com onze partidas no comando da Seleção. Até aqui, o treinador italiano soma cinco vitórias, dois empates e três derrotas, com 60,6% de aproveitamento. Nesse período, o Brasil marcou 24 gols e sofreu dez.
Já em território norte-americano, a Seleção fará mais um amistoso antes da estreia. O adversário será o Egito, no dia 6 de junho, às 19h, pelo horário de Brasília, no Huntington Bank Field, em Cleveland.
Depois do último teste, o Brasil volta o foco para o primeiro compromisso na Copa do Mundo. A estreia será no dia 13 de junho, contra Marrocos, pelo Grupo C.
A convocação do México para a Copa do Mundo de 2026 foi apresentada com homenagem à cultura popular do país. A Federação Mexicana de Futebol divulgou a lista dos 26 jogadores chamados por Javier Aguirre com uma narração feita a partir da recriação digital da voz de Roberto Gómez Bolaños, o Chespirito, criador e intérprete de personagens como Chaves e Chapolin Colorado. Assista:
A voz foi recriada digitalmente com autorização da família de Bolaños. No vídeo, a narração acompanha imagens ligadas ao cotidiano, à história e aos símbolos do México, em uma produção que busca relacionar a Seleção ao sentimento de pertencimento dos torcedores.
A homenagem também trouxe referências diretas ao universo de Chespirito. Em um dos trechos, a voz afirma: “Os que cruzaram o mundo semeando o México”, enquanto aparecem imagens de personagens de “Chaves”, como Seu Madruga, Professor Girafales, Dona Florinda e Chiquinha.
Comandado por Javier Aguirre, o México será cabeça de chave do Grupo A da Copa do Mundo de 2026. A estreia será contra a África do Sul, no dia 11 de junho. Depois, a seleção mexicana enfrentará a Coreia do Sul, no dia 18, e a República Tcheca, no dia 24.
Antes do Mundial, o México ainda fará um amistoso preparatório contra a Sérvia, no dia 4 de junho, no Estádio Nemesio Díez.
Confira abaixo os convocados do México para a Copa do Mundo de 2026:
Goleiros:
Raúl Rangel (Chivas), Guillermo Ochoa (AEL Limassol) e Carlos Acevedo (Santos Laguna).
Defensores:
Israel Reyes (América), Jesús Gallardo (Toluca), Jorge Sánchez (PAOK), César Montes (Lokomotiv), Johan Vásquez (Genoa) e Mateo Chávez (AZ Alkmaar).
Meio-campistas:
Erik Lira (Cruz Azul), Luis Romo (Chivas), Obed Vargas (Atlético de Madrid), Brian Gutiérrez (Chivas), Orbelín Pineda (AEK Atenas), Edson Álvarez (Fenerbahce), Gilberto Mora (Tijuana), César Huerta (Anderlecht), Álvaro Fidalgo (Betis) e Luis Chávez (Dinamo Moscou).
Atacantes:
Roberto Alvarado (Chivas), Alexis Vega (Toluca), Julián Quiñones (Al Qadsiah), Santiago Giménez (Milan), Guillermo Martínez (Pumas), Armando González (Chivas) e Raúl Jiménez (Fulham).
Jogos do México na fase de grupos:
- 11 de junho: México x África do Sul
- 18 de junho: México x Coreia do Sul
- 24 de junho: México x República Tcheca
Substituto direto de Casemiro na função de volante, Fabinho foi outro atleta que entrou na lista de mudanças promovidas pelo técnico Carlo Ancelotti no segundo tempo, durante a goleada da Seleção Brasileira sobre o Panamá, no último domingo (31). O meia do Al-Ittihad entrou em um contexto completamente diferente do que a equipe vivenciou na primeira etapa, no Maracanã.
Após um primeiro tempo de maior dificuldade, com parte da torcida demonstrando insatisfação em alguns momentos, a Seleção voltou do intervalo com outra postura. Mais agressivo na marcação e com maior presença no campo ofensivo, o Brasil marcou quatro gols na segunda etapa e fechou a vitória por 6 a 2.
Na saída de campo, Fabinho valorizou a chance de atuar no Maracanã com a camisa da Seleção Brasileira e destacou a postura adotada pelos jogadores que entraram no segundo tempo.
"Oportunidade enorme de estar aqui no Maracanã vestindo a camisa da Seleção Brasileira. Independente do adversário, entramos no segundo tempo querendo pressionar e ir pra cima. A gente conseguiu recuperar algumas bolas que acabaram resultando em algum gol e pênalti também. Feliz com a partida em geral e com a vitória", afirmou.
Com o resultado, o Brasil se despediu do torcedor em solo nacional antes da viagem para os Estados Unidos, onde seguirá a preparação para a Copa do Mundo de 2026. A delegação embarca nesta segunda-feira (1º) para Nova Jersey, base da Seleção durante a reta final antes do Mundial.
Antes da estreia na Copa, a equipe comandada por Ancelotti ainda fará mais um amistoso. O Brasil enfrenta o Egito no dia 6 de junho, às 19h, pelo horário de Brasília.
Douglas Santos foi um dos jogadores acionados por Carlo Ancelotti no segundo tempo da goleada da Seleção Brasileira sobre o Panamá, no último domingo (31), no Maracanã. O lateral do Zenti entrou no lugar de Alex Sandro em meio à mudança promovida pelo treinador italiano, que alterou dez peças da equipe durante a etapa final.
Com as substituições, o Brasil ganhou intensidade, encontrou mais espaços e construiu a maior parte do placar no segundo tempo. Foi depois do intervalo que a Seleção marcou quatro gols e fechou a vitória por 6 a 2, na despedida do torcedor brasileiro antes da viagem para os Estados Unidos.
Após a partida, Douglas Santos valorizou o apoio recebido no Maracanã e destacou a importância de encerrar a preparação em solo nacional com bom resultado.
"Importante terminar esse ciclo junto da nossa torcida, diante de um Maracanã lotado. Receber o apoio da torcida com 72 mil pagantes é importante para a gente. Agora é estar focado, se empenhar o máximo na Copa do Mundo", afirmou.
O lateral também avaliou a diferença de desempenho entre as duas etapas. Para Douglas, o ritmo do jogo mudou após o intervalo, especialmente pelo desgaste da equipe panamenha.
"Primeiro tempo sempre é mais pegado. Os dois times com atenção de não errar. No segundo tempo o Panamá abriu mais, já estavam bem cansados e graças a Deus conseguimos fazer um segundo tempo muito bom", disse.
Agora, Douglas Santos e os demais convocados seguem viagem com a delegação brasileira para Nova Jersey, nos Estados Unidos, nesta segunda-feira (1º). A cidade será a base da Seleção durante a preparação final para a Copa do Mundo.
Antes da estreia no Mundial, o Brasil ainda fará mais um amistoso. A equipe comandada por Carlo Ancelotti enfrenta o Egito no dia 6 de junho, às 19h, pelo horário de Brasília.
A Seleção Brasileira se despediu do torcedor em solo nacional com vitória e goleada. Na noite deste domingo (31), no Maracanã, o Brasil venceu o Panamá por 6 a 2 no último amistoso da equipe no país antes da viagem para os Estados Unidos, onde disputará a Copa do Mundo de 2026. Os gols brasileiros foram marcados por Vinícius Júnior, Casemiro, Rayan, Lucas Paquetá e Igor Thiago. Murillo descontou para a seleção panamenha.
Com o resultado, o Brasil ampliou sua vantagem no retrospecto contra o Panamá. Agora, são seis partidas entre as seleções, com cinco vitórias brasileiras e um empate. A Seleção jamais foi derrotada pelos panamenhos. Ao todo, são 23 gols marcados e apenas três sofridos no confronto.
Também classificado para a Copa do Mundo, o Panamá está no Grupo L do Mundial. A estreia será contra Gana, no dia 17 de junho. Depois, a equipe enfrenta Croácia, no dia 23, e Inglaterra, no dia 27.
O Brasil, por sua vez, integra o Grupo C, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia. A estreia da equipe comandada por Carlo Ancelotti será no dia 13 de junho, contra os marroquinos.
Após o amistoso no Maracanã, a delegação brasileira embarca para os Estados Unidos, onde fará a reta final de preparação para o Mundial. Antes da estreia, a Seleção ainda terá mais um compromisso preparatório: no sábado (6), enfrenta o Egito, às 19h, no Huntington Bank Field, em Cleveland.
O JOGO
Bastou a partida começar para Vinícius Júnior abrir o placar para a Seleção Brasileira. No primeiro minuto, Casemiro aproveitou a saída de bola errada do Panamá e interceptou o passe da defesa. A bola sobrou nos pés de Vini, que avançou e chutou de fora da área no lado direito do goleiro Mosquera. Golaço no Maracanã!
Vinícius Jr quer o segundo!
Trocando passes, na intermediária, Bruno Guimarães acionou Vinícius Júnior na ponta esquerda. O camisa 7 foi para cima do marcador e experimentou bater chapado rasteiro, mas Mosquera ficou com a bola aos cinco.
GOL DO PANAMÁ!
Aos doze minutos, Bruno Guimarães cometeu falta em Bárcenas na frente da grande área. Na cobrança, aos 13, Murillo cobrou falta na barreira, a bola resvalou em Matheus Cunha e enganou Alisson, entrando no lado direito do gol.
Raphinha quase faz o segundo do Brasil
Pelo meio, Casemiro lançou na ponta esquerda para Vinícius Júnior. O camisa 7 foi para cima do marcador e infiltrou no meio para Raphinha chutar na rede pelo lado de fora.
SALVA, ALISSON!!
Ismael Díaz encontrou espaço para avançar aos 31 minutos e experimentou uma bomba de fora da área, mas Alisson estava ligado e espalmou para o lado esquerdo.
CASEMIRO FAZ O SEGUNDO PARA O BRASIL
O Brasil chegou ao segundo gol novamente com mais uma boa participação de Vinícius Júnior. O camisa 7 recebeu pela esquerda, limpou dois marcadores e chutou com efeito para Casemiro de cabeça enfiar a testa e marcar o segundo do Brasil aos 38 minutos.
Raphinha quase marca o terceiro!
Aos 42 minutos, Bruno Guimarães recebeu passe de Vinícius Jr, caído no chão, e rolou para a esquerda até achar Matheus Cunha. Cunha acionou Raphinha, que dominou e chutou no canto direito de Mosquera rente à trave.

Apesar do susto com o gol de Murillo, foi o Brasil quem mais assustou o Panamá na primeira etapa | Foto: Gleidson Santana / Bahia Notícias
SEGUNDO TEMPO
Assim como na primeira etapa, o Panamá novamente entregou o gol de bandeja para o Brasil. Pressionado pelo ataque brasileiro, Mosquera vacilou na saída e afastou a bola no pé de Rayan. O atacante do Bornemouth dominou e chutou direto no gol para marcar o seu primeiro gol com a camisa verde e amarela.
LUCAS PAQUETÁ FAZ O QUARTO!
O Brasil fez um golaço aos 14 minutos. Lucas Paquetá puxou a marcação para o lado direito, acionou Danilo Santos em disparada pelo meio, que rolou para Douglas Santos fazer um corta-luz para Paquetá novamente bater chapado no lado esquerdo de Mosquera.
IGOR THIAGO AMPLIA GOLEADA
Virou passeio, amigo! Aos 16, Igor Thiago aplicou uma caneta no defensor do Panamá e foi derrubado pelo goleiro dentro da área. Ele mesmo foi para a cobrança e chutou no meio para ampliar a vantagem.

Igor Thiago marcou o seu segundo gol com a camisa da Seleção Brasileira. De pênalti, assim como o primeiro, feito contra a Croácia | Foto: Gleidson Santana / Bahia Notícias
É GOL QUE NÃO ACABA! DANILO SANTOS FAZ O SEXTO!
Aos 35, Lucas Paquetá achou Danilo livre na área. O camisa 8 do Botafogo dominou, girou e chutou no fundo da rede para marcar o sexto gol da Seleção Canarinho.
Panamá faz o segundo gol na partida
Murillo tentou jogada pelo lado direito, mas Danilo afastou. Na sobra, Harvey pegou de primeira e mandou um balaço no gol do Brasil.
FICHA TÉCNICA
Brasil 6 x 2 Panamá
Amistoso Internacional
Local: Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro
Data: 31/05/2026 (domingo)
Horário: 18h30
Árbitro principal: Daniel Schlager (ALE)
Assistentes: Sven Washitzki-Günther (ALE) e Rafael Foltyn (ALE)
VAR: Robert Schröder (ALE)
Onde assistir: TV Globo, Globoplay, SporTV e GE TV
Gols: Vinícius Jr, Casemiro, Rayan, Lucas Paquetá e Igor Thiago (Brasil) / Murillo, Harvey (Panamá)
Cartões amarelos: Blackman (Panamá)
Brasil: Alisson (Ederson); Wesley (Ibañez), Léo Pereira, Bremer (Danilo) e Alex Sandro (Douglas Santos); Casemiro (Fabinho) e Bruno Guimarães (Danilo); Raphinha (Lucas Paquetá), Vinicius Júnior (Endrick), Matheus Cunha (Igor Thiago) e Luiz Henrique (Rayan). Técnico: Carlo Ancelotti.
Panamá: Mosquera; Escobar (Jiovany Ramos), Córdoba (Fariña) e Andrés Andrade (Miller); Murillo, José Rodríguez (Tomás Rodríguez), Harvey (Griffith), Bárcenas e Blackman; Ismael Díaz (Crístian Martínez) e Waterman (Fajardo). Técnico: Thomas Christiansen
O Brasil encerra neste domingo (31) sua preparação em solo nacional antes da Copa do Mundo de 2026. A Seleção Brasileira enfrenta o Panamá, às 18h30, no Maracanã, no Rio de Janeiro, em amistoso que será o penúltimo teste da equipe comandada por Carlo Ancelotti antes da estreia no Mundial.
A delegação brasileira está reunida desde a última quarta-feira (27), quando os 26 convocados iniciaram os trabalhos na Granja Comary, em Teresópolis. O período de treinamentos marca a reta final de preparação para a Copa, dois meses após a vitória por 3 a 1 sobre a Croácia, nos Estados Unidos.
Para o confronto, Carlo Ancelotti não poderá contar com Neymar, que segue em recuperação de uma lesão muscular de grau 2 na panturrilha. Além do camisa 10, o treinador também não terá Marquinhos, Gabriel Magalhães e Gabriel Martinelli, que estiveram envolvidos na final da Liga dos Campeões, disputada no último sábado (30).
A decisão continental terminou com o título do Paris Saint-Germain, que venceu o Arsenal e conquistou a competição. Marquinhos esteve do lado francês, enquanto Gabriel Magalhães e Gabriel Martinelli defenderam a equipe inglesa.
Questionado sobre a ausência dos três atletas, Ancelotti evitou apontar preferência na decisão europeia e afirmou que sua principal preocupação era que todos terminassem a partida em boas condições físicas.
"Muito difícil falar com eles. Não sabemos o que dizer. Não podemos dizer boa sorte ao Marquinhos ou aos dois Gabriel. Vamos assistir ao jogo. O mais importante é que terminem o jogo bem. A final é sempre difícil de ter favorito. Vai ser uma final com entretenimento, são duas equipes que mereceram o feito", declarou o treinador.
Mesmo com a ausência de Neymar, Ancelotti demonstrou confiança na recuperação do atacante para a disputa do Mundial e garantiu que não pretende fazer alterações na lista de convocados.
"Pensamos que ele pode se recuperar para o primeiro jogo. Se não puder, para o segundo. Não temos nenhuma dúvida de que não vamos trocar ninguém. Os jogadores escolhidos são estes 26 e estes 26 vão jogar a Copa do Mundo", afirmou o treinador.

Foto: Rafael Ribeiro / CBF
Dentro de campo, Ancelotti confirmou a equipe titular que enfrentará o Panamá. O Brasil será escalado com Alisson; Wesley, Léo Pereira, Bremer e Alex Sandro; Casemiro e Bruno Guimarães; Raphinha, Vinicius Júnior, Matheus Cunha e Luiz Henrique.
O retrospecto diante dos panamenhos é amplamente favorável à Seleção. Em cinco confrontos disputados, o Brasil soma quatro vitórias e um empate. O último encontro aconteceu em 2019, quando as equipes empataram por 1 a 1 em amistoso realizado em Portugal.

Arte: Thiago Tolentino e Bia Jesus / Bahia Notícias
PANAMÁ
Do outro lado, o Panamá chega ao Maracanã vivendo um dos melhores momentos de sua história. Sob o comando do técnico Thomas Christiansen, a seleção centro-americana garantiu vaga na Copa do Mundo de 2026 e encara o amistoso contra o Brasil como um dos principais testes antes da competição.
Os panamenhos integram o Grupo L do Mundial, ao lado de Gana, Croácia e Inglaterra, e estreiam no torneio no dia 17 de junho. A equipe vem de resultados positivos na preparação, com uma vitória por 2 a 1 e um empate por 1 a 1 diante da África do Sul.
Antes disso, o Panamá teve interrompida uma sequência de 13 partidas de invencibilidade ao ser derrotado pelo México por 1 a 0. Curiosamente, a última derrota da equipe antes dessa série também havia sido justamente para os mexicanos, pela Liga das Nações da Concacaf.
FICHA TÉCNICA
Brasil x Panamá
Amistoso Internacional
Local: Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro
Data: 31/05/2026 (domingo)
Horário: 18h30
Árbitro principal: Daniel Schlager (ALE)
Assistentes: Sven Washitzki-Günther (ALE) e Rafael Foltyn (ALE)
VAR: Robert Schröder (ALE)
Onde assistir: TV Globo, Globoplay, SporTV e GE TV
Brasil: Alisson; Wesley, Léo Pereira, Bremer e Alex Sandro; Casemiro e Bruno Guimarães; Raphinha, Vinicius Júnior, Matheus Cunha e Luiz Henrique. Técnico: Carlo Ancelotti.
Panamá: Orlando Mosquera; José Córdoba, Jiovany Ramos e Fidel Escobar; Amir Murillo, Aníbal Godoy, Adalberto Carrasquilla, Cristian Martínez e Jorge Gutiérrez; Ismael Díaz e Cecilio Waterman. Técnico: Thomas Christiansen.
O Canadá está confirmado para a disputa da Copa do Mundo de 2026. Uma das seleções anfitriãs do torneio, a equipe comandada pelo técnico Jesse Marsch fará sua estreia no dia 12 de junho, contra a Bósnia, às 16h, em Toronto.
Esta será a terceira participação canadense em Copas do Mundo. O país disputou anteriormente as edições de 1986 e 2022.
Depois da estreia contra a Bósnia, o Canadá enfrentará o Catar no dia 18 de junho, em Vancouver. A despedida da fase de grupos será contra a Suíça, no dia 24, também em Vancouver.
Confira a lista de convocados do Canadá:
- Goleiros: Dayne St. Clair (Inter Miami), Maxim Crépeau (Orlando City) e Owen Goodman (Crystal Palace).
- Defensores: Alistair Johnston (Celtic), Derek Cornelius (Olympique de Marseille), Richie Laryea (Toronto FC), Kiko Sigur (Hajduk Split), Joel Waterman (Chicago Fire), Luc de Fougerolles (Fulham), Moise Bombito (Nice), Alfie Jones (Middlesbrough) e Alphonso Davies (Bayern de Munique).
- Meio-campistas: Stephen Eustáquio (Porto), Ismael Koné (Sassuolo), Tajon Buchanan (Villarreal), Mathieu Choinière (Los Angeles FC), Ali Ahmed (Norwich), Nathan Saliba (Anderlecht), Liam Millar (Hull City), Marcelo Flores (Tigres), Jacob Shaffelburg (Los Angeles FC) e Jonathan Osorio (Toronto FC).
- Atacantes: Jonathan David (Juventus), Cyle Larin (Southampton), Tani Oluwaseyi (Villarreal) e Promise David (Union Saint-Gilloise).
A Copa do Mundo de 2026 será realizada em Estados Unidos, Canadá e México. Ao todo, a competição terá 104 partidas. A abertura está marcada para o dia 11 de junho, com o duelo entre México e África do Sul, no Estádio Azteca. A fase mata-mata começa no dia 28 de junho. A final será disputada em 19 de julho, no Estádio MetLife, nos Estados Unidos.
O atacante Alemão, do Rayo Vallecano, usou o futebol brasileiro para explicar o tamanho da campanha histórica do clube espanhol na Conference League. Classificado para a final da competição europeia para a disputa contra o Crystal Palace, o jogador comparou o feito a uma eventual chegada do Vitória à decisão da Copa Sul-Americana.
A declaração foi dada nesta terça-feira (26), durante entrevista coletiva. Questionado sobre a dimensão da classificação do Rayo, Alemão citou o Rubro-Negro baiano como exemplo de clube tradicional, de torcida forte, mas que não costuma iniciar competições internacionais entre os principais favoritos.
"Vamos dizer que o Vitória, por exemplo, que é um time tradicional do Brasil que sempre está na primeira e na segunda divisão, classifique para a Sul-Americana e chegue a uma final. Como a gente sabe, o Vitória é um dos time que vai brigar pelo meio da tabela e pela parte de baixo. É como se chegasse com jogadores que não ganham o mesmo que outras equipes do Brasil. Falaria isso, mas vejo também que o Vitória tem uma torcida muito ferrenha e aguerrida no Brasil. O Rayo tem uma toricda muito apaixonada, que está todo jogo cantando muito, independente de estar na primeira divisão. Acho que no contexto brasileiro é isso", afirmou.
Apesar da comparação feita pelo atacante, o Vitória nunca chegou a uma final de Copa Sul-Americana. A melhor campanha internacional do clube baiano ocorreu na Copa Conmebol de 1997, torneio antecessor da Sul-Americana, quando o Leão alcançou as quartas de final e acabou eliminado pelo Lanús, da Argentina.
Alemão foi o principal nome do Rayo Vallecano na semifinal da Conference League. O atacante marcou um gol em cada uma das partidas contra o Strasbourg e conduziu a equipe espanhola à primeira final continental de sua história.
Na temporada, o ex-Internacional soma oito gols em 36 jogos. O brasileiro chegou ao Rayo após passagem pelo Pachuca, do México.
A comparação entre Conference League e Sul-Americana, no entanto, não é direta. Na estrutura da Uefa, a Conference League é a terceira competição continental em importância, atrás da Champions League e da Europa League. Na América do Sul, a Copa Sul-Americana ocupa atualmente o segundo nível continental, atrás apenas da Libertadores.
Atualmente a Conmebol discute a criação de uma terceira competição, chamada inicialmente de "Copa Conmebol Conferências", prevista para 2027. O novo torneio seguiria modelo semelhante ao europeu, mas, a princípio, não teria participação de clubes brasileiros. A ideia da entidade é ampliar o calendário internacional para equipes de países com menor presença nas fases principais da Libertadores e da Sul-Americana.
A Seleção Argentina recebeu uma boa notícia na última segunda-feira (25). Exames realizados em Lionel Messi descartaram lesão muscular na coxa esquerda do camisa 10 após o susto na vitória do Inter Miami sobre o Philadelphia Union, pela MLS.
Apesar da ausência de lesão, o clube norte-americano confirmou em comunicado oficial que o craque sofreu uma “sobrecarga associada à fadiga muscular”, situação que ainda gera preocupação às vésperas da Copa do Mundo.
Messi deixou o gramado aos 28 minutos do segundo tempo, logo após sentir o desconforto na parte posterior da coxa esquerda. A substituição imediata ligou o alerta na comissão técnica da Argentina, que estreia no Mundial no dia 16 de junho, diante da Argélia.
O duelo contra o Philadelphia Union foi o último compromisso do Inter Miami antes da paralisação da MLS para a disputa da Copa do Mundo. A equipe venceu por 6 a 4, com grande atuação de Luis Suárez.
Em nota, o clube informou que o retorno do argentino aos treinamentos dependerá de sua evolução clínica e física, sem estabelecer prazo para recuperação.
A tendência é que Messi seja preservado dos amistosos preparatórios da Argentina antes do Mundial. A equipe comandada por Lionel Scaloni encara Honduras no dia 6 de junho e a Islândia no dia 9, ambos em solo norte-americano.
O cenário aumenta a preocupação da comissão técnica argentina, que já monitora outros atletas em recuperação física na reta final da temporada europeia. Entre os nomes observados estão Emiliano Martínez, Cristian Romero, Nahuel Molina e Julián Álvarez.
A Espanha já tem os 26 jogadores definidos para a disputa da Copa do Mundo de 2026. O técnico Luis de la Fuente anunciou a convocação nesta segunda-feira (25), em Madri, e confirmou o grupo que representará a seleção no torneio disputado nos Estados Unidos, Canadá e México.
Entre os nomes chamados estão jogadores que formam a base recente da equipe, como Unai Simón, Pedri, Rodri, Fabián Ruiz, Nico Williams e Lamine Yamal. A lista também conta com atletas que atuam em clubes da Inglaterra, França e Alemanha, além de representantes de Barcelona, Atlético de Madrid, Athletic Bilbao e Real Sociedad.
Os convocados se apresentam no dia 30 de maio no CT Cidade do Futebol, em Las Rozas. Antes da estreia no Mundial, a Espanha fará dois amistosos preparatórios. O primeiro será contra o Iraque, no dia 4 de junho, em território espanhol. Depois, no dia 8, a equipe enfrenta o Peru, no México.
A Seleção Espanhola está no Grupo H da Copa do Mundo. A estreia será no dia 15 de junho, contra Cabo Verde, em Atlanta. Arábia Saudita e Uruguai completam a chave.
A Copa do Mundo de 2026 começa no dia 11 de junho, com México x África do Sul, no Estádio Azteca. Ao todo, a competição terá 104 partidas. A fase eliminatória começa em 28 de junho, e a final está marcada para 19 de julho, no Estádio MetLife.
Confira abaixo os convocados para defender a Espanha na Copa do Mundo de 2026:
- Goleiros: Unai Simón (Athletic Bilbao), David Raya (Arsenal) e Joan García (Barcelona).
- Defensores: Cucurella (Chelsea), Grimaldo (Bayer Leverkusen), Cubarsí (Barcelona), Laporte (Athletic Bilbao), Pubill (Atlético de Madrid), Eric García (Barcelona), Marcos Llorente (Atlético de Madrid) e Pedro Porro (Tottenham).
- Meio-campistas: Pedri (Barcelona), Fabián Ruiz (PSG), Martín Zubimendi (Arsenal), Gavi (Barcelona), Rodri (Manchester City), Álex Baena (Atlético de Madrid) e Mikel Merino (Arsenal).
- Atacantes: Mikel Oyarzabal (Real Sociedad), Dani Olmo (Barcelona), Nico Williams (Athletic Club), Yeremy Pino (Crystal Palace), Ferran Torres (Barcelona), Borja Iglesias (Celta de Vigo), Víctor Muñoz (Osasuna) e Lamine Yamal (Barcelona).
A Seleção Argentina tem motivos para se preocupar às vésperas da Copa do Mundo. Neste domingo (24), Lionel Messi sentiu dores na parte posterior da coxa esquerda durante a partida entre Inter Miami e Philadelphia Union, no Nu Stadium, pela MLS, e precisou ser substituído no segundo tempo.
O camisa 10 deixou o gramado com pouco mais de 25 minutos da etapa final e seguiu direto para o vestiário. Segundo informações do jornalista Gastón Edul, da TyC Sports, Messi pediu a substituição por precaução após sentir o desconforto muscular, mas não sofreu lesão.
?????????? Lionel Messi PIDIÓ EL CAMBIO en Inter Miami y SE FUE DIRECTO AL VESTUARIO, con una molestia física.
— Ataque Futbolero (@AtaqueFutbolero) May 25, 2026
Que no sea nada, por favor. ???????? pic.twitter.com/8gxoDrZhh0
Ainda de acordo com o repórter argentino, o craque preferiu não permanecer em campo para evitar um agravamento da situação a poucas semanas da estreia da Argentina na Copa do Mundo.
Mesmo sem Messi na reta final da partida, o Inter Miami venceu o Philadelphia Union por 6 a 4, com atuação decisiva de Luis Suárez, autor de três gols.
A Argentina estreia no Mundial no dia 16 de junho, diante da Argélia, pela fase de grupos. A convocação oficial do técnico Lionel Scaloni deve ser divulgada nesta semana.
Caso a lesão não o tire da Copa, Lionel Messi disputará mais uma edição, aos 38 anos, pela Argentina. Campeão mundial em 2022 e bicampeão da Copa América, o atacante vive a expectativa de sua última participação em Mundiais.
Andrés Iniesta vai iniciar uma nova etapa no futebol, agora fora das quatro linhas. Aos 42 anos, o ex-meia do Barcelona e da seleção espanhola acertou para comandar o Gulf United, clube de Dubai. A informação foi divulgada pelo jornalista Fabrizio Romano nesta sexta-feira (22).
O Gulf United disputa a primeira divisão do campeonato local e ocupa atualmente a 10ª colocação. A equipe soma sete vitórias, quatro empates e 15 derrotas em 26 partidas na temporada.
Iniesta encerrou a carreira como jogador em outubro de 2024, depois de deixar o Emirates, dos Emirados Árabes Unidos. Antes da passagem pelo futebol árabe, o espanhol defendeu o Vissel Kobe, do Japão, por cinco temporadas.
A trajetória do ex-meia, porém, ficou marcada principalmente pelos 16 anos no Barcelona. Revelado pelo clube catalão, Iniesta se tornou um dos principais nomes da geração comandada por Pep Guardiola e também integrou o elenco que teve Lionel Messi, Luis Suárez e Neymar no setor ofensivo.
Pelo Barcelona, Iniesta disputou 674 partidas e conquistou 32 títulos, incluindo quatro edições da Champions League. Ele deixou o clube em 2018 como um dos maiores ídolos da história blaugrana.
Na seleção espanhola, o ex-jogador teve papel decisivo no maior título da história do país. Foi dele o gol da vitória sobre a Holanda na prorrogação da final da Copa do Mundo de 2010. Iniesta também conquistou as Eurocopas de 2008 e 2012 com a Espanha.
A CazéTV anunciou, na noite deste sábado (16), a compra dos direitos de transmissão do Campeonato Espanhol no Brasil pelas próximas seis temporadas.
Com o acordo, o canal de Casimiro Miguel no YouTube passará a exibir jogos de LaLiga a partir da próxima temporada, incluindo partidas de clubes como Real Madrid, Barcelona e Atlético de Madrid. O contrato é válido até o meio de 2032.
Nas redes sociais, a CazéTV confirmou a novidade e destacou que a proposta será aproximar ainda mais a competição do público brasileiro.
“A partir da próxima temporada, o futebol espanhol ganha uma nova casa. Rivalidades gigantes, golaços absurdos e alguns dos maiores jogadores do mundo agora vão fazer parte da nossa programação. E podem ter certeza: a gente vai viver tudo isso de um jeito muito especial”.
O canal também ressaltou o modelo de transmissão que marcou sua consolidação no mercado esportivo.
“Com emoção, proximidade e aquela sensação única de acompanhar futebol juntos, vivendo cada grande momento como ele merece. Porque foi exatamente assim que a CazéTV cresceu: criando uma conexão real com milhões de pessoas apaixonadas por esporte. E é essa conexão construída todos os dias que permite a gente viver momentos como esse hoje. Obrigado por fazerem parte dessa caminhada. Vamos juntos para mais uma”, escreveu.
O vídeo de anúncio fez referência a nomes de destaque da competição, como Lamine Yamal, Raphinha, Vini Jr., Mbappé e Julián Álvarez, além de relembrar craques históricos do torneio, como Messi e Cristiano Ronaldo.
?????????? LALIGA AGORA É NA CAZÉTV ??????????
— CazéTV (@CazeTVOficial) May 16, 2026
Os dribles de Vini Jr ?
El Clásico ??
A magia de Lamine Yamal ????
Os gols de Mbappé ??
O talento de Raphinha ????
A raça do Julián Álvarez ????e MUITO mais!
A partir da próxima temporada, a gente vai viver junto cada clássico, cada golaço e cada… pic.twitter.com/spJCYiTn6j
Até a temporada atual, os direitos de transmissão de LaLiga no Brasil pertenciam à Disney, responsável por exibir os jogos nos canais ESPN e no Disney+. A empresa mantinha a competição em sua grade há mais de duas décadas, considerando também o período da Fox Sports no país.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ronaldo Mansur
"Uma coisa é o PT, outra coisa é o governo. É um governo de direita".
Disse o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) ao listar uma série de insatisfações com o Executivo baiano, citando o que classificou como uma "política de segurança que não existe", além de falhas na saúde e na educação. Sobre este último ponto, criticou a postura do governo estadual diante da recusa dos professores em aderir à aprovação automática nas escolas.