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fungos da candidiase
Uma pesquisa publicada na revista Cell Reports revelou que um dos fungos que causa a candidíase vaginal também impacta o cérebro sendo capaz de levar a mudanças fisiológicas que geram sintomas similares aos do Alzheimer.
Os cientistas do Baylor College of Medicine, nos Estados Unidos, explicaram como o fungo Candida albicans entra no cérebro de camundongos e chega ao acúmulo da proteína beta amilóide.
O fenômeno ainda acontece em pacientes com Alzheimer e está relacionado ao desenvolvimento de demência. A pesquisa divulgada no último dia 10, os ratinhos mostraram principalmente perda de memória por causa da infecção.
Outros estudos de autópsias do cérebro de pessoas com doenças neurodegenerativas mostraram que a maioria delas possuía traços do fungo no órgão.
A pesquisa quis entender como a infecção se apresenta em nível molecular para gerar a mesma reação em cadeia da demência.De acordo com os responsáveis pelo o levantamento, o C. albicans usa enzimas para ultrapassar as barreiras do cérebro e se multiplicam com maior liberdade. As substâncias ainda quebram a proteína beta-amilóide e acionam as células de limpeza do órgão.
As proteínas se acumulam e geram placas que têm alguma relação com o Alzheimer. As infecções fúngicas se espalharam pelo cérebro de ratos idosos. As infecções foram espalhadas por conta do sistema de defesa, que ficou incapaz de combater a infecção, permitindo o acúmulo das proteínas em placas.
Segundo publicação do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, os pesquisadores explicaram que o combate ao acúmulo de placas não seria uma resposta eficiente contra doenças como o Alzheimer, pois os estudos apontam que elas não seriam a causa, porém uma consequência das demências.
“Nossas descobertas mostram que é preciso pensar em terapias inovadoras para essas doenças, pensando nas infecções que podem estar atingindo o cérebro, como a do fungo C. albicans“, diz o imunologista Dacid Corry, um dos autores principais do estudo, em comunicado à imprensa.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Marcius Gomes
"A Bahia não tem aprovação automática. Isso é um termo que vem sendo utilizado pela oposição, mas nós temos uma portaria, a portaria 190, que fala sobre a recuperação da aprendizagem. Eu sou da época que tinha a tal da ‘dependência’, acho que os ouvintes e os pais lembram bem disso. O que nós temos tido com a 190 é justamente isso, a gente não pode deixar o menino pelo caminho, a menina pelo caminho".
Disse o secretário de Educação do Estado, Marcius Gomes ao negar que a rede pública estadual de educação realize a “aprovação automática” dos alunos na Bahia.