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fundacao luis eduardo magalhaes
Condenado pelo Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA), o ex-diretor do Detran, Lúcio Gomes Barros Pereira, agora também virou alvo do Ministério Público da Bahia. O órgão busca averiguar irregularidades apontadas por auditoria do TCE-BA, em uma dispensa de licitação e o contrato, no valor de R$ 3.000.009,10, tendo sido contratada a Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM).
A medida foi tomada pela promotoria de Justiça de Proteção da Moralidade Administrativa e do Patrimônio Público, divulgada na última terça-feira (28), no Diário Oficial da Justiça da Bahia. O ato foi assinado pela promotora de justiça Andréa Lemos Fontoura.
Anteriormente, Lúcio já havia sido alvo do TCE-BA, restituindo R$ 766.612,85 ao órgão, após a condenação. A multa foi relativa a "pagamentos por repetição de itens da planilha de custo na celebração dos termos aditivos", "ao pagamento de diárias com fortes indícios de fraude" e "pagamento de diárias a servidores exonerados", relacionados às contas do Detran em 2018.
O inquérito teve início justamente por conta da remessa feita pelo TCE-BA, contendo a análise nas contas do órgão, fato que deu sequência ao cumprimento da multa no Tribunal. A investigação já passou por algumas diligências, além de audiências instrutórias para o procedimento do MP-BA.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.