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fossil
A análise de um fêmur de 7,2 milhões de anos encontrado no sítio arqueológico de Azmaka, na Bulgária, indica que a linhagem dos primeiros hominídeos pode ter surgido na Eurásia antes de se dispersar pelo continente africano. A descoberta, publicada na revista Palaeodiversity and Palaeoenvironments, apresenta evidências que confrontam a teoria de que a humanidade se originou na África.
O caso foi reportado pela Revista Galileu, o fóssil pertence ao gênero Graecopithecus sp. e apresenta características morfológicas associadas ao bipedalismo, como o colo femoral mais longo e inclinado para cima em comparação ao de chimpanzés. Essas estruturas são similares às encontradas em fósseis de Australopithecus afarensis, como a célebre "Lucy", indicando uma adaptação precoce à caminhada sobre duas pernas.
Durante décadas, o consenso científico estabelecia que os primeiros ancestrais humanos surgiram na África há cerca de 7 milhões de anos. No entanto, o exemplar encontrado na Planície da Trácia Superior sugere que a separação entre a linhagem humana e a dos grandes símios pode ter ocorrido em território europeu.
A equipe internacional de pesquisadores responsável pelo estudo afirma que o fóssil búlgaro é, cronologicamente, o mais antigo registro de um hominídeo de que se tem notícia.
As novas observações obrigam a comunidade científica a reavaliar as rotas migratórias e as condições climáticas que teriam favorecido a evolução dos primeiros membros da linhagem Homo fora do território africano.
Pesquisadores do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, encontraram partes do crânio e do fêmur de Luzia, fóssil humano mais antigo do Brasil, que desapareceu nos escombros do Museu Nacional, destruído por um incêndio no dia 2 de setembro (relembre aqui).
De acordo com informações da Folha de S. Paulo, o crânio está fragmentado e os técnicos anunciaram que cerca de 80% desses fragmentos já foram identificados e o restante está passando por um trabalho de limpeza e estabilização.
Após serem estabilizadas, as partes encontradas ficarão guardadas em um local, que por segurança não será informado, até que os pesquisadores consigam analisá-las e montá-las novamente.
As partes apresentadas pelo museu nesta sexta-feira (19) estavam guardadas em uma caixa de metal dentro de um armário em um lugar estratégico do museu, para se houvesse um acidente. Outras partes dos ossos de Luzia estavam expostas ao público, mas ainda não foram encontradas.
Os bombeiros encontraram, nesta terça-feira (4), um crânio humano em meio aos escombros do Museu Nacional, após o incêndio que comprometeu o acervo e instalações do prédio histórico (clique aqui e saiba mais). De acordo com informações do G1, um grupo de especialistas irá analisar o material, que pode se tratar de Luzia, o fóssil humano mais antigo da América, com cerca de 12.500 a 13 mil anos. Um dos bombeiros que trabalhou para conter as chamas revelou que tentou resgatar o item histórico, mas não teve êxito. "Fizemos um esforço gigantesco e conseguimos nos aproximar e abrir o armário. Ao procurar Luzia, encontrei vazio e um ferro incandescente que derreteu minha luva e queimou meus dedos. Doeu, muito. Saí da sala e chorei. De dor? Não. De frustração", lembrou o soldado Rafael Luz.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Papa Leão XIV
“A Santa Sé já conversou com os bispos alemães. A Santa Sé deixou claro que não concordamos com a bênção formalizada de casais — neste caso, casais homossexuais — ou de casais em situações irregulares, além do que foi especificamente permitido pelo Papa Francisco, ao dizer que todas as pessoas recebam a bênção”.
Disse o Papa Leão ao manter o posicionamento da Igreja Católica contra a formalização de bênção a casais homoafetivos, nesta quinta-feira (23). O momento ocorreu durante entrevista à imprensa em um voo de retorno ao Vaticano, após viagem do religioso à Guiné Equatorial, na África.