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floresta encantada
Propondo uma imersão nas artes e saberes dos povos indígenas, a mostra “Floresta Encantada” chegará a Salvador pela primeira vez no dia 21 de fevereiro, na CAIXA Cultural. A exposição visa trazer uma experiência sensorial para os visitantes e ficará em cartaz até 28 de abril, com visitação de terça-feira a domingo, das 9h às 17h30.

Assinado pela dupla de artistas audiovisuais Ygor Marotta e Ceci Soloaga, também conhecida como VJ Suave, o trabalho conta com animações 3D, games interativos e sons espaciais. "A ideia é utilizar as novas mídias e tecnologias de última geração como ferramentas para disseminar conhecimentos pertencentes ao patrimônio cultural imaterial brasileiro", pontuou Ygor.
Ao adentrar o mundo virtual através dos óculos de realidade virtual, os visitantes são imersos em uma floresta cheia de energias místicas e elementos característicos da cultura, fauna e flora brasileira. Nesse ambiente, os sons da natureza e dos instrumentos, assim como a diversidade da flora e a beleza dos animais, despertam a consciência sobre a importância da preservação ambiental.
Essa imersão virtual permite interações com elementos como uma fogueira, uma onça-pintada e o Pajé Txuã, um curandeiro que guia os participantes pelo caminho do autoconhecimento, através das plantas sagradas. As falas do pajé foram inspiradas em uma entrevista realizada pelo duo com Txuã Pakamayte, líder do Povo Huni Kuin na região do Rio Envira, no Acre. Além de compartilhar seu conhecimento, Txuã também empresta sua voz ao personagem da instalação.

O espaço da galeria ainda conta com cenografia e paisagismo com plantas naturais, iluminação laser, aromatização e som surround. Além disso, réplicas dos cristais presentes na experiência virtual compõem a ambientação para promover uma atmosfera imersiva. "O projeto é uma ponte para o contato com sabedorias ancestrais através da experiência proporcionada pela realidade virtual", afirmou Ceci Soloaga.
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Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.