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O Afropunk Brasil anunciou duas novas atrações internacionais que irão agitar a edição de 2026 do festival, que acontece nos dias 7 e 8 de novembro no Parque de Exposições, em Salvador.
Após a confirmação de Kehlani, a organização do evento anunciou as apresentações de Kelela e FLO, que se juntam a uma grade repleta de estrelas nacionais, como Gilberto Gil, Criolo, Gaby Amarantos, Lazzo Matumbi e Emicida, além da artista internacional Jorja Smith.
QUEM É KELELA?
Considerada uma das estrelas da música eletrônica, a artista é tida como um destaque na cena com uma das vozes mais originais do eletrônico experimental alternativo. A cantora e compositora etíope-americana, que lançou seu primeiro trabalho na indústria musical em 2013, apresenta ao público um R&B de textura densa com nuances da música experimental.
QUEM É FLO?
O trio britânico formado por Jorja Douglas, Renée Downer e Stella Quaresma, vem sendo considerado o Destiny's Child da nova geração. Inspirada justamente nos grupos femininos dos anos 90, as artistas levam para o público uma proposta que combina harmonias e referências dos anos 1990 e 2000, com uma linguagem totalmente contemporânea. Em 2023, a banda se tornou o primeiro grupo efminino britânico a ser indicado ao Grammy, e atualmente é considerado a renovação global do R&B.
Para Ana Amélia Nunes, diretora de conteúdo da IDW Company, empresa responsável pelo Afropunk Brasil, a grade de 2026 traduz o gosto do público e a proposta que o Afropunk sempre teve, de unir gerações em uma grande celebração da cultura afro-diaspórica.
"O lineup de 2026 traduz exatamente o que buscamos construir com o AFROPUNK Brasil: um espaço onde diferentes gerações, territórios e expressões da música negra possam dialogar. Reunir tantos artistas mostra a potência dessa conexão entre legado, presente e futuro. Salvador segue sendo o coração dessa história e é desse lugar que continuamos expandindo o projeto para o Brasil. Reunir artistas como Gilberto Gil, Emicida, Jorja Smith, Kehlani, Kelela, FLO e AJULLIACOSTA mostra a potência dessa conexão entre legado, presente e futuro", afirmou.
O festival que em Salvador desde 2021, reuniu mais de 75 mil pessoas no último ano com edições em São Luís, Rio de Janeiro e Salvador.
De acordo com a organização, o Afropunk Brasil impactou mais de 12 milhões de pessoas e gerou R$ 136 milhões na economia local, com público de todos os estados brasileiros e de mais de 36 países.
Para Potyra Lavor, CEO da IDW Company, o projeto é uma prova de como o investimento na cultura dá retorno ao país. “É cultura gerando negócios e fortalecendo os mercados por onde o festival passa”.
O plano de expansão segue para os próximos anos com novas praças, e edições em Fortaleza, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre. Os ingressos para o Afropunk Brasil 2026 ainda não começaram a ser vendidos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.