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flipira
A cidade de Ipirá, a 210 km de Salvador, se prepara para receber a primeira edição da Feira Literária de Ipirá (Flipirá). De quarta (24) a sexta-feira (26), o evento mergulha no tema "Literatura, Oralidades e Saberes Ancestrais: palavras que ecoam, raízes que ensinam", reunindo um grupo diverso de escritores, mestres da tradição oral, artistas e educadores.
Entre os convidados, o jornalista Francis Juliano, do Bahia Notícias, participa da mesa "Memória Ipiraense: Raízes e Vozes da Literatura", ao lado de Alberto Pires, Alexandre Bonfim e Tatiane Araújo. O encontro está marcado para esta quarta-feira (24), às 19h, no Mercado das Artes.
Natural de Ipirá, Francis expressou sua satisfação em participar do evento e destacou o foco de sua fala. "Fico lisonjeado por participar desse evento, sobretudo por ser filho da cidade. Além disso, vou poder falar da importância da leitura na minha formação, no trabalho no jornalismo e na escrita de perfis biográficos. A mesa em que vou participar vai focar nas experiências que a cidade me deu e que influenciaram na forma de escrever e entender o mundo", disse ele ao BN Hall.
Formado pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Francis tem experiência em assessoria de imprensa e jornalismo, e é autor de um perfil biográfico sobre o jornalista Jorge Calmon, publicado pela Assembleia Legislativa do Estado da Bahia.
FLIPIRÁ
A Flipirá nasceu com o objetivo de valorizar a produção literária do Território de Identidade da Bacia do Jacuípe, ampliar o acesso à leitura no interior da Bahia e preservar a cultura local. O evento também busca criar um espaço de troca entre gerações, unindo literatura, memória e saberes ancestrais.
A programação é variada e inclui mesas literárias, lançamentos de livros, oficinas, saraus, contação de histórias, exposições e debates. Há também um espaço infantil, ações em escolas, e uma Feira da Agricultura Familiar e da Economia Solidária e Criativa. A grade de atividades pode ser acessada nas redes sociais da Feira.
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Entre os dias 24 e 26 de setembro, moradores de Ipirá, na Bacia do Jacuípe, vão poder conferir a 1ª Flipirá. O evento, que é gratuito, tem como tema “Literatura, Oralidades e Saberes Ancestrais: palavras que ecoam, raízes que ensinam”.
Na programação, os participantes vão poder conferir o cortejo literário, debates, samba de roda, lançamento de livros, contação de histórias, atrações musicais, espaço infantil, entre outros.

Foto: Igor Macedo
Entre as atrações confirmadas estão: Vovó Cici, Mestre Bule Bule, Mestra Japira Pataxó, Vanda Machado, Bárbara Carine, João de Moraes Filho, Juvenal Paiaiá, Lívia Natália, Jéssika Oliveira, Vitória Maria Matos, Puluca Pires, banda Chão da Praça, Raimundo Sodré, entre outros.
O lançamento oficial ocorreu no último dia 5 de setembro no Colégio Estadual de Tempo Integral Prof. Arismário Sena Ferreira e reuniu estudantes, professores, educadores, mestres de saberes, poder público e simpatizantes da literatura e da cultura.
Durante os três dias de evento, a população irá conferir a feira em diversos locais da cidade, entre eles, o Mercado Municipal de Artes, o Centro Cultural Elofilo Marques e a feira livre do município.
“É uma democratização do acesso à cultura e à educação, destacando a importância da literatura na formação crítica e cultural dos indivíduos”, ressaltam os curadores do evento, Ruth Nunes e Pedro Sena. Mais informações na página oficial da feira.
Segundo os organizadores, a primeira Flipirá foi contemplada no Edital de Apoio às Festas, Feiras e Festivais Literários por meio do Programa Bahia Literária, com o apoio do Governo do Estado da Bahia, através da Secretaria de Educação e da Secretaria de Cultura, via Fundação Pedro Calmon.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.