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Artigos

Éden Valadares
O Bonfim como bússola: Fé, democracia e o destino do Brasil em 2026
Foto: Divulgação

O Bonfim como bússola: Fé, democracia e o destino do Brasil em 2026

A Colina Sagrada, neste janeiro de 2026, volta a ser o epicentro de uma liturgia que ultrapassa o sagrado e mergulha profundamente no tecido político da nação. A caminhada de oito quilômetros que separa a Igreja da Conceição da Praia do adro do Bonfim não é apenas uma demonstração de fé sincrética, mas o primeiro grande ato de afirmação democrática de um ano que definirá os rumos do nosso projeto de país. 

Multimídia

André Fraga destaca importância da COP30 e explica papel do Brasil no debate climático global

André Fraga destaca importância da COP30 e explica papel do Brasil no debate climático global
O vereador André Fraga (PV), representante da pauta ambiental na Câmara Municipal de Salvador, afirmou que a COP30 representa uma oportunidade estratégica para o Brasil assumir um papel mais ativo no enfrentamento da crise climática global. A declaração foi feita durante entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias.

Entrevistas

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
Foto: Fernando Vivas/GOVBA
Florence foi eleito a Câmara dos Deputados pela primeira vez em 2010, tendo assumido quatro legislaturas em Brasília, desde então.

filipe martins

Justiça mantém prisão preventiva de Filipe Martins após audiência de custódia
Foto: Reprodução/ X

A Justiça decidiu manter a prisão preventiva de Filipe Martins, ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, após audiência de custódia realizada nesta sexta-feira (2). 

 

Martins foi preso pela Polícia Federal em casa, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. Ele foi encaminhado à Cadeia Pública Hildebrando de Souza, no mesmo município, e, segundo a Polícia Penal, está sob responsabilidade do sistema penitenciário estadual. 

 

A ordem de prisão foi expedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-assessor estava em prisão domiciliar desde 27 de dezembro, com a proibição de uso de redes sociais. Ele foi condenado a 21 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado pela Primeira Turma do STF, em julgamento realizado no dia 16 de dezembro. 

 

Na decisão, Moraes afirma que Martins descumpriu a medida cautelar ao acessar a rede social LinkedIn no fim do ano. Segundo o documento, “em 29/12/2025, foi juntado aos autos notícia de que o réu condenado teria utilizado a rede social LinkedIn para a busca de perfis de terceiros”. A decisão não detalha quais perfis teriam sido acessados. 

 

Ainda de acordo com o ministro, a violação da medida cautelar foi reconhecida nos autos. “Efetivamente, não há dúvidas de que houve descumprimento da medida cautelar imposta, uma vez que a própria defesa reconhece a utilização da rede social”, escreveu Moraes, ao rejeitar a justificativa apresentada. 

 

O advogado de defesa, Ricardo Scheiffer, contestou a decisão e classificou a audiência de custódia como “teatral”. Segundo ele, a prisão é ilegal e não houve descumprimento da medida. Scheiffer afirmou que os acessos às redes sociais partiram da própria equipe de defesa, com o objetivo de reunir provas para o processo. 

 

“A defesa apenas informa o juízo de acessos que a defesa teve às redes sociais do Filipe. Qualquer advogado acessa as redes sociais do seu cliente para buscar provas”, disse. 

 

No início da semana, Alexandre de Moraes havia solicitado manifestação da defesa sobre o suposto descumprimento da proibição de uso de redes sociais imposta durante a prisão domiciliar.

       

Com prisão de Filipe Martins, veja a situação dos 23 réus já condenados da trama golpista
Foto: Reprodução/Arthur Max/Ministério das Relações Exteriores

A prisão preventiva do ex-assessor internacional da Presidência da República Filipe Garcia Martins Pereira, decretada nesta sexta-feira (2), elevou para 23 o número de condenados presos por envolvimento na tentativa de golpe de Estado julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Do total, 15 cumprem pena em regime fechado e outros oito estão em prisão domiciliar.

 

A decisão foi tomada pelo ministro Alexandre de Moraes após Martins descumprir medidas cautelares impostas pela Corte ao acessar uma rede social. Ele já estava em regime domiciliar desde o último sábado, mas teve a prisão novamente decretada por ordem do STF.

 

No último dia 16, a Primeira Turma do Supremo concluiu o julgamento do chamado núcleo 2, classificado como “núcleo estratégico” da trama golpista. Com isso, o colegiado encerrou a análise dos quatro núcleos investigados, resultando na condenação de 29 pessoas acusadas de tentar impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, após as eleições de 2022, para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no cargo.

 

Apesar de nem todas as ações penais terem transitado em julgado, as decisões já resultaram em prisões e no cumprimento de medidas restritivas impostas aos réus. Confira a situação dos condenados por núcleo:

 

O núcleo 1, considerado pelo Supremo Tribunal Federal como o centro político da tentativa de golpe, reúne as principais lideranças do esquema. Nesse grupo, o ex-presidente Jair Bolsonaro, os ex-ministros Walter Braga Netto, Almir Garnier, Anderson Torres e Paulo Sérgio Nogueira cumprem pena em regime fechado. Augusto Heleno está em prisão domiciliar. O deputado federal Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin, é considerado foragido. Já Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência, cumpre pena em regime aberto, com medidas restritivas impostas pela Justiça.

 

O núcleo 2, classificado pela Corte como “estratégico”, é formado por assessores presidenciais e dirigentes de órgãos de segurança. Filipe Garcia Martins Pereira, ex-assessor internacional da Presidência, Marcelo Costa Câmara, coronel da reserva do Exército, Mário Fernandes, general da reserva, e Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, cumprem pena em regime fechado. Marília Alencar, delegada da Polícia Federal e ex-diretora de Inteligência do Ministério da Justiça, cumpre prisão domiciliar.

 

O núcleo 3 é composto majoritariamente por oficiais do Exército e um agente da Polícia Federal, apontados como responsáveis pelo apoio operacional e logístico à tentativa de ruptura institucional. Nesse grupo, Hélio Ferreira Lima, Rafael Martins de Oliveira, Rodrigo Bezerra de Azevedo e Wladimir Matos Soares cumprem pena em regime fechado. Bernardo Romão Corrêa Netto, Fabrício Moreira de Bastos e Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros estão em prisão domiciliar. Márcio Nunes de Resende Jr. e Ronald Ferreira de Araújo Jr. tiveram condenações proferidas, mas ainda aguardam definição do regime de cumprimento.

 

O núcleo 4 reúne militares da reserva, agentes da Polícia Federal e civis envolvidos em ações de mobilização e apoio externo. Ângelo Denicoli, Guilherme Almeida e Ailton Moraes Barro cumprem prisão domiciliar. Giancarlo Rodrigues e Marcelo Bormevet estão presos em regime fechado. Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, é considerado foragido, enquanto Reginaldo Abreu aguarda definição judicial sobre o regime de cumprimento da pena.

Ex-assessor presidencial de Bolsonaro, Filipe Martins é preso após descumprir medida cautelar
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O ex-assessor presidencial  de Jair Bolsonaro, Filipe Martins, foi preso na manhã desta sexta-feira (2) na residência dele, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. Ele foi encaminhado para um presídio da cidade, onde permanece à disposição da Justiça.

 

Segundo a Folha, Filipe Martins estava em prisão domiciliar desde o último sábado (27), cumprindo medidas cautelares determinadas pela Justiça. A prisão preventiva foi decretada após o ex-assessor descumprir uma das restrições impostas, que proibia o acesso a redes sociais.

 

Conforme a decisão, a violação da medida motivou a revogação da prisão domiciliar. O caso segue sob acompanhamento do Poder Judiciário, e novas informações devem ser divulgadas conforme o andamento do processo.

Alexandre de Moraes rejeita pedido de ampliar prazo de defesa de Braga Netto, Filipe Martins e Silvinei Vasques
Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, negou pedido de aumento do prazo de defesa, em caso de trama golpista, de Walter Braga Netto, Filipe Martins e Silvinei Vasques.

 

O trio citado, após denúncia feita no último dia 18 pela Procuradoria Geral da República, por tentativa de golpe, recebeu 15 dias úteis para apresentar uma manifestação defesa contra as acusações. Os advogados do trio, no entanto, alegaram que não tiveram acesso a toda investigação da PF sobre a denúncia, fazendo um requerimento de mais tempo para apresentar a defesa.

 

O ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), fez a mesma solicitação que o trio e os 4 pedidos foram recusados pelo ministro Alexandre de Moraes.

 

Segundo o entendimento do ministro, os denunciados devem fazer uma defesa somente sobre o que consta no documento da PGR.

 

“Se não há a obrigação legal dos denunciados terem acesso ao acordo e depoimentos realizados em colaboração premiada até o recebimento da Denúncia – embora tenha sido levantado o sigilo em homenagem à ampla defesa -, não há razoabilidade no requerimento de manifestação da defesa do denunciado de ser posterior ao delator nessa fase procedimental", disse ele.

Três militares tiveram mandados de prisão emitidos na Operação Tempus Veritatis
Bernardo Romão e Marcelo Câmara | Foto: Montagem/ Bahia Notícias

Três militares, Bernardo Romão Correa Neto, Rafael Martins de Oliveira e Marcelo Costa Câmara e o ex-assessor da presidência Filipe Martins foram alvos de mandados de prisão no âmbito da Operação Tempus Veritatis na manhã desta quinta-feira (8). Apenas Bernardo Romão ainda não teria tido o mandado cumprido, por não estar em território brasileiro, de acordo com informações da Globo News.

 

Segundo a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, o coronel Bernardo Romão teria sido o intermediário de um encontro entre Mauro Cid e militares formados no curso de Forças Especiais (Kids Pretos) com o intuito de utilizar técnicas militares para consumação do Golpe de Estado. 

 

Já Rafael Martins teria, entre outras ações, solicitando R$ 100 mil para pagamento de despesas com hotel, alimentação e material para direcionar manifestantes “para os alvos de interesse dos investigados, como STF e Congresso Nacional, além de realizar a coordenação financeira e operacional para dar suporte aos atos antidemocráticos, com novos indícios de arregimentação e utilização de integrante das Forças Especiais (FE) do Exército especializados em atuação em ambientes hostis, negados ou politicamente sensíveis, para subverter o Estado Democrático de Direito”.

 

O último militar que consta na lista com mandados de prisão é Marcelo Costa Câmara, que chegou a ser designado como auxiliar residual do ex-presidente Jair Bolsonaro. “Os elementos de informação identificados até o momento pela investigação demonstram que Marcelo Câmara era o responsável por um núcleo de inteligência não oficial do Presidente da República, atuando na coleta de informações sensíveis e estratégicas para a tomada de decisão de Jair Bolsonaro”, razão pela qual se justificaria o pedido de prisão preventiva. 

 

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Filipe Martins teria sido o responsável por colocar juristas em contato com Bolsonaro para dar ares de legalidade à ruptura institucional intentada pelo grupo. 

 

Além do pedido da Procuradoria-Geral da República, endossando solicitações da Polícia Federal, a decisão de Alexandre de Moraes traz prints de diálogos envolvendo os citados e o ex-ajudante de ordens da presidência da República, Mauro Cid, cujo acordo de colaboração premiada associado a quebra de sigilos telemáticos motivaram a operação deflagrada nesta quinta.

Alvo da PF, Filipe Martins teria entregado minuta de golpe a Bolsonaro
Foto: Reprodução/ TV Senado

Um dos alvos da Polícia Federal na Operação Tempus Veritatis, na manhã desta quinta-feira (8), o ex-assessor especial da presidência, Filipe Martins, teria sido responsável por entregar uma minuta de golpe ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A informação consta no acordo de colaboração premiada do ex-ajudante de ordens da presidência, Mauro Cid, divulgado pelo Uol em setembro de 2022.

 

À época, a PF investigava se o documento citado por Mauro Cid teria sido o mesmo encontrado no cumprimento de mandados de busca e apreensão em endereços do ex-ministro da Justiça, Anderson Torres. Cid revelou, durante depoimentos, que Filipe Martins acompanhou Bolsonaro em uma reunião, com a presença de um padre, em que o documento foi entregue – nele, ainda de acordo com a colaboração, constava a possibilidade de prisão contra adversários do ex-presidente. Martins teria levado um advogado constitucionalista para avalizar o documento.

 

Cid ainda teria relatado aos investigadores que, posteriormente, Bolsonaro teve reuniões com militares de alta patente e mostrou a eles parte do documento para verificar a receptividade à ideia do plano golpista. O único apoiador, de acordo com o relato, foi o comandante da Marinha, almirante Almir Garnier.

 

EX-ASSESSOR FEZ GESTO SUPREMACISTA BRANCO NO SENADO

O ex-assessor especial da presidência também apareceu no noticiário quando, durante uma audiência pública no Senado, fez um gesto identificado como supremacista branco, quando acompanhava o então ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo. Em sua defesa, Martins sugeriu que apenas estaria ajeitando a lapela do terno - o Senado emitiu apenas um “voto de censura” contra o ex-assessor.

 

O Ministério Público Federal no Distrito Federal chegou a denunciar à Justiça o assessor especial para Assuntos Internacionais. No entanto, ele foi absolvido de uma acusação por racismo pelo juiz federal Marcus Vinicius Reis Bastos, da 12ª Vara Federal de Brasília. Para Bastos, o MP não conseguiu provar que havia intenção racista no gesto de Filipe Martins. A decisão cabe recurso.

Ex-ministros de Bolsonaro e Valdemar Costa Neto são alvos de operação da PF
Foto: Marcos Corrêa/PR

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8), uma operação contra suspeitos de envolvimento na suposta tentativa de golpe para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder. Entre os alvos estão nomes como o ex-candidato a vice na chapa do ex-presidente, Braga Neto, o general Augusto Heleno, que ocupou o Gabinete de Segurança Institucional, e o ex-ministro da Justiça, Anderson Torres.

 

De acordo com a jornalista Andreia Sadi, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, também é alvo de mandados. Dois ex-assessores especiais de Bolsonaro, Marcelo Câmara e Filipe Martins, são alvos de mandados de prisão.

 

Batizada de Operação Tempus Veritatis, a PF apura "organização criminosa que atuou na tentativa de golpe de Estado e abolição do Estado Democrático de Direito, para obter vantagem de natureza política com a manutenção do então presidente da República no poder".

 

Conforme informações de Sadi, são cumpridos 33 mandados de busca e apreensão, quatro mandados de prisão preventiva e 48 medidas cautelares diversas da prisão, que incluem a proibição de manter contato com os demais investigados, proibição de se ausentarem do país, com entrega dos passaportes no prazo de 24 horas e suspensão do exercício de funções públicas.

 

Essa é a primeira operação derivada das investigações do dia 8 de janeiro de 2023 que tem como alvos diretos militares e ex-militares. Braga Netto e Augusto Heleno são generais e Marcelo Câmara é coronel. O Exército acompanha o cumprimento dos mandados, frutos da delação de tenente-coronel Mauro Cid.

Citado em delação de Cid, Filipe Martins tem paradeiro desconhecido
Foto: Reprodução Redes Sociais

Citado na delação do tenente-coronel Mauro Cid, o ex-assessor para Assuntos Internacionais de Jair Bolsonaro (PL), Filipe Martins, tem paradeiro desconhecido e mantém silêncio nas redes sociais.

 

Após a derrota do chefe nas urnas, Martins submergiu. Ele ficou como assessor até o final do governo, mas, desde então, evita dizer onde está morando e trabalhando até mesmo para outros bolsonaristas. As informações são do colunista Igor Gadelha do portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.

 

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Ao contrário de outros aliados de Bolsonaro que ganharam cargos em gabinetes no Congresso Nacional ou na estrutura de governadores aliados, Martins não foi nomeado para nenhum cargo público.

 

Nas redes sociais, o ex-assessor silencou. A última postagem dele no Twitter, onde costumava opinar com frequência sobre os assuntos da política nacional e internacional, é 30 de outubro, data do segundo das eleições presidenciais.

 

O mesmo comportamento se repete no Facebook e no Instagram, onde Martins também deixou de postar após a derrota de Bolsonaro nas urnas e a vitória de Lula.

Senado aprova 'voto de censura' a Filipe Martins por gesto supremacista
Imagem: UOL

O plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (31), um "voto de censura" ao assessor para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Filipe Martins. Na prática, isso não representa uma punição, mas uma forma de o Senado repreendê-lo publicamente.

 

Proposta pelo senador Fabiano Contarato (Rede-ES), a resposta dos senadores se deve ao gesto supremacista feito por Martins em uma sessão do Senado, na semana passada. Na ocasião, o assessor acompanhava o então ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, que prestava explicações sobre a atuação do Itamaraty na compra de vacinas contra a Covid-19.

 

Flagrado ao fazer o gesto que une o polegar ao dedo indicador (veja aqui), Martins disse que estava apenas ajeitando a lapela do terno. Mas o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) acionou a Polícia Legislativa e o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), pediu que o fato fosse investigado.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Diz o ditado que pra alguém sorrir, outro tem que chorar... E esse ditado tem é exemplo aqui na Bahia. Vale pra quem vai ter que dormir menos a partir de agora; pra quem está procurando seu lugar na eleição; e até para serviços pouco ortodoxos. Mas às vezes quem chora é a gente. Porque é cada coisa que nos obrigam a ver... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Otto Alencar

Otto Alencar
Foto: Roque de Sá/Agência Senado

"A única observação feita pelo senador foi que, historicamente, as chamadas chapas ‘puro-sangue’ não obtiveram êxito eleitoral".

 

Disse o senador Otto Alencar (PSD) ao criticar a possibilidade de formação de uma “chapa puro-sangue” do PT na Bahia e fez referência ao histórico eleitoral desse tipo de composição, citando as eleições de 2006, quando uma chapa majoritária ligada ao carlismo acabou derrotada.

Podcast

Projeto Prisma entrevista prefeito de Salvador Bruno Reis nesta segunda-feira

Projeto Prisma entrevista prefeito de Salvador Bruno Reis nesta segunda-feira
Abrindo a temporada de 2026, o Projeto Prisma entrevista, nesta segunda-feira (12), o prefeito de Salvador Bruno Reis (União). O programa é exibido ao vivo no YouTube do Bahia Notícias a partir das 16h.

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