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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) manifestou indignação com a decisão da Comissão Disciplinar da Conmebol sobre os atos de racismo cometidos por torcedores do Cerro Porteño (PAR) contra os jogadores Luighi e Figueiredo, do Palmeiras, durante a Libertadores Sub-20.
Em nota oficial divulgada neste domingo (9), a entidade destacou a ineficácia da punição aplicada, considerando-a insuficiente para combater a discriminação racial. A CBF também criticou o fato de a penalidade atingir apenas a equipe sub-20 do clube paraguaio, que está perto de deixar a competição, tornando a sanção ainda menos relevante.
A entidade reforçou seu compromisso com a tolerância zero contra atos discriminatórios e afirmou que tomará todas as medidas cabíveis diante da falha da Conmebol em seguir o Protocolo Global Antirracismo da FIFA, que é de cumprimento obrigatório desde maio de 2024.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.