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Maior nome do basquete feminino no Brasil, Hortência é a única brasileira entre as nove indicadas ao prêmio de maior atleta da história das Copas do Mundo, concedido pela Federação Internacional da modalidade (Fiba). A votação popular foi aberta pela entidade no site do próximo Mundial, que ocorre no dia 4 de setembro, na Alemanha.
WHO IS THE #FIBAWWC GOAT? ????
— FIBA Women's Basketball World Cup (@FIBAWWC) August 18, 2026
????? VOTE https://t.co/oYx1Sw5t8N pic.twitter.com/4uCqsUsRFh
A ex-jogadora é campeã mundial de basquete com a seleção feminina no título inédito conquistado em 1994, sendo protagonista do elenco junto com Magic Paula e Janeth, conhecido como trio de ouro. Um dos jogos mais emocionantes foi a semifinal contra os Estados Unidos, até então hegemônico nas quadras. As brasileiras levaram a melhor sobre as norte-americanas por 110 a 107, tendo a ala-armadora Hortência como cestinha, com 32 pontos, seguida por Magic Paula (29) e Janeth (22).
Durante a carreira, Hortência disputou outras quatro edições de Copa do Mundo e também foi cestinha nas edições de 1979, 1983 e 1990. Nesta última, disputada na Malásia, a brasileira estabeleceu o recorde de maior média de pontos (31,5) que detém até hoje.
Além das participações em Mundiais, a ex-jogadora foi vice-campeã com a seleção na Olimpíada de Atlanta (EUA), em 1996, subindo pela primeira vez no pódio olímpico com a prata.
SOBRE A PREMIAÇÃO
A primeira e única votação promovida pela Fiba ao prêmio de maior jogadora de todos os tempos ocorreu em 2018, na véspera da Copa do Mundo na Espanha. Na ocasião, Hortência levou o prêmio com 85% dos votos. Além da premiação, a ex-atleta entrou para o Hall da Fama da FIBA em 2005.
CONFIRA CANDIDATAS
Hortência Marcari (BRA)
Lauren Jackson (AUS)
Uljana Semjonova (LET)
Sue Bird (EUA)
Penny Taylor (AUS)
Diana Taurasi (EUA)
Lisa Leslie (EUA)
Maya Moore (EUA)
Breanna Stewart (EUA)
A Federação Internacional de Basquete (FIBA) se manifestou neste sábado (18) sobre a morte de Oscar Schmidt, aos 68 anos, destacando o impacto do ex-jogador brasileiro dentro e fora das quadras. Em nota oficial, o secretário-geral da entidade, Andreas Zagklis, classificou o atleta como uma referência mundial do esporte.
"A profunda tristeza com a notícia do falecimento de Oscar foi sentida muito além da comunidade global do basquete, assim como a personalidade carismática de Oscar transcendeu as quadras", afirmou.
Na mesma mensagem, o dirigente ressaltou o alcance simbólico da trajetória do ex-ala para o Brasil e para o cenário internacional.
"Para nós, Oscar era uma figura emblemática do nosso esporte, uma lenda do basquete da Fiba, um cestinha por excelência; mas para o mundo todo, ele também era um ícone nacional brasileiro e uma inspiração para jovens atletas em todos os lugares."
Oscar integrava o Hall da Fama da entidade e era reconhecido como um dos maiores pontuadores da história do basquete internacional.
Recordes olímpicos e escolha histórica pela Seleção marcaram trajetória
Conhecido pelo apelido de "Mão Santa", Oscar Schmidt construiu uma carreira marcada por números expressivos e decisões simbólicas para o basquete brasileiro. Ele participou de cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos e se tornou o primeiro atleta a ultrapassar a marca de mil pontos anotados na história do torneio.
Durante a carreira internacional, o ex-jogador também abriu mão de atuar na National Basketball Association para seguir defendendo a Seleção Brasileira de Basquete. Na época, o regulamento da Fiba impedia a participação de atletas da liga norte-americana em suas competições, consideradas oficialmente amadoras.
Oscar Schmidt lutava contra um câncer no cérebro desde 2011. Ele foi internado na sexta-feira (17), em São Paulo, após passar mal, e não resistiu.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Tânia Scofield
"Na verdade, o que a gente encontra hoje na rua de Salvador é uma faixa de veículo assim, bem acima do necessário. Esse acima do necessário permite inclusive que um carro ultrapasse, porque às vezes tem 3 metros e meio, 3 metros, às vezes 4 metros".
Disse a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, durante entrevista nesta terça-feira (8) ao programa Bahia Notícias no Ar, ao comentar a preocupação de parte dos motoristas com a redução do espaço para os carros nas obras de requalificação da Avenida Lafayette Coutinho, popularmente como Avenida Contorno é uma "percepção um pouco equivocada".