Artigos
A dança como território de liberdade e transformação social
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
festival de toronto
Protagonizado pelo ator baiano Antônio Pitanga, o filme nacional “Casa de Antiguidades” conquistou mais um feito. Após ser selecionado para o Festival de Cannes, no início de junho (relembre aqui), o longa foi aprovado para participar do Festival de Toronto 2020. O evento, segundo O Globo, está previsto para acontecer de 10 a 19 de setembro.
No filme dirigido por João Paulo Miranda, Pitanga interpreta o personagem principal da história chamado Cristovam. O homem, trabalhador, decide procurar emprego em uma fábrica de laticínios numa cidade colonizada por austríacos. A experiência do personagem, em uma terra identitariamente desconhecida, faz atenuar a questão da desigualdade racial, tema principal da obra.
“O filme é muito, muito atual. Cristovam é um homem simples que trabalha na ordenha de vacas no interior de Goiânia, e vai trabalhar numa cidade colonizada pelos austríacos. Então lá, pela cultura do local, a raça negra é invisível. Acontece muito no Brasil. Esse homem do campo é marginalizado de uma maneira terrível. Ele luta como um bom profissional, veste todo um uniforme de astronauta para trabalhar na fábrica de lacticínios, e você só sabe que ele é negro quando ele tira o uniforme”, explicou Pitanga.
Além do papel principal vivido pelo baiano, “Casa de Antiguidades” tem em seu elenco as atrizes Ana Flávia Cavalcanti, Aline Marta Maia, Gilda Nomacce, além dos atores Sam Louwyck e Soren Hellerup. Os roteiros são de João Paulo Miranda e Felipe Sholl. A trilha sonora é de Nicolas Becker e a produção de Paula Cosenza, Didar Domehri e Denise Gomes.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.