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O Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) recomendou ao prefeito de Quijingue, Romerinho (Avante), que suspenda a realização dos festejos de São Sebastião 2025, previstos para ocorrer nos próximos dias 21 e 22 de janeiro.
A recomendação, enviada pelos promotores de Justiça Sabrina Bruna de Oliveira Rigaud e Geraldo Zimar de Sá Júnior, neste sábado (10), se baseia no “grave estado de calamidade financeira decretado pelo município, que compromete áreas essenciais como saúde, educação e limpeza pública, além da falta de pagamento a servidores e fornecedores”.
A recomendação, fundamentada nos princípios constitucionais de moralidade, legalidade e eficiência, destaca que a realização do evento, estimada em R$ 1 milhão apenas em contratações artísticas, é incompatível com a situação financeira atual do município.
Entre as atrações anunciadas estão Solange Almeida, Devinho Novaes e Tayrone. O documento aponta que a gestão municipal já havia decretado emergência financeira no início de janeiro, citando endividamento profundo e o colapso na prestação de serviços públicos essenciais, como atendimento médico reduzido, ausência de medicamentos e demissões de profissionais de saúde especializados.
O MP-BA requisita uma resposta formal do gestor em até 48 horas, alertando que o descumprimento poderá acarretar a instauração de inquérito civil e a adoção de medidas judiciais. No documento, os promotores reforçam que, “embora a cultura seja essencial, os direitos à saúde, saneamento básico e assistência social devem ser prioritários”. Além disso, ressalta que os custos do evento equivalem a um mês de investimentos em saúde no ano anterior, “evidenciando a necessidade de destinar os recursos para atender às demandas mais urgentes da população”.
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Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.