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feminicidio na lapa
Um foragido da Justiça pelo feminicídio da ex-companheira foi preso nesta terça-feira (28). João Batista Alves de Souza tinha sido condenado a 25 anos de prisão pelo assassinato de Evanildes Alves Santana Farah. O crime ocorreu em novembro de 2019 em Bom Jesus da Lapa, no Oeste baiano.
Segundo a TV Oeste, o júri popular que sentenciou João Batista foi realizado na última sexta-feira (24), quase seis anos após o crime. Segundo a denúncia do Ministério Público da Bahia (MP-BA), o homem atacou a vítima a facadas e, em seguida, enviou uma mensagem ao genro de Evanildes afirmando ter “feito uma besteira”.
Após receber a mensagem, o genro entrou em contato com familiares e foi até a casa da sogra. Ao pular o muro do imóvel, encontrou o corpo de Evanildes já sem vida.
Depois do crime, João Batista tentou fugir de carro e sofreu um acidente em um trecho da BR-430, próximo a Caetité, no Sudoeste do estado. Ele foi socorrido e levado a um hospital da região, onde permaneceu sob custódia por um período. Não há informações sobre quando passou a responder em liberdade.
Conforme o processo, João Batista e Evanildes mantiveram um relacionamento de cinco anos e tinham dois filhos juntos. Uma das crianças ainda era amamentada na época do assassinato. A vítima também deixou outro filho, oriundo de um relacionamento anterior.
Com a prisão, João Batista será reencaminhado ao sistema prisional para o cumprimento da pena de 25 anos de reclusão por feminicídio.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.