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felipe alves
O cantor sertanejo Felipe Alves, da dupla com Raphael, teve a morte confirmada na noite da última segunda-feira (14), em decorrência de um edema cerebral causado por uma queda de uma caminhonete.
O jovem de 24 anos foi internado no domingo (13), após cair da carroceria do veículo. De acordo com amigos, o cantor se desequilibrou após a caminhonete arrancar bruscamente.
Felipe recebeu atendimento no Hospital Regional de Araguaína e foi diagnosticado com edema cerebral. O artista não resistiu e veio a óbito na manhã de segunda.
Por meio de nota, a equipe do artista lamentou o falecimento.
"Hoje, com o coração em pedaços, compartilhamos que o nosso querido Felipe não está mais entre nós. Ele partiu cedo demais. Agora está ao lado do Criador, no céu que ele tanto olhava com esperança, com sua alma leve e sua voz eternamente viva."
Amigos de infância, Raphael falou sobre a morte do parceiro de palco desde 2024. "Sempre vou lembrar de você sorrindo, cantando, motivando e cuidando de todos à sua volta. Obrigado por acreditar no meu sonho e me incluir no seu".
O corpo do cantor foi velado na segunda, no Cemitério São Lázaro, em Araguaína (TO).
Um dos convidados do podcast BN na Bola desta terça-feira (11) foi Felipe Alves, do Bahia Esportiva. Durante a conversa com Hugo Araújo, Emídio Pinto e Thiago Tolentino, Felipe destacou a importância do olhar que os times do interior dão ao Campeonato Baiano.
"O Campeonato Baiano é uma competição de tiro curto. Você tem nove partidas que vai definir o seu futuro do ano seguinte, porque você está disputando também uma vaga para a Série D (do Brasileiro), que vai ter dar um calendário de no mínimo mais 14 jogos no ano seguinte, disputando também uma vaga na Copa do Brasil, e agora com a mudança no regulamento, disputando vaga na Copa do Nordeste. Então o Campeonato Baiano é também uma competição de acesso para as vagas nacionais, e os clubes do interior entenderam isso, que o Baiano deve ser priorizado", declarou o convidado.
Felipe ainda completou sobre o planejamento que os times fazem. Ressaltando a mudança de postura, onde a permanência do que deu certo no ano anterior é valorizado.
"Os clubes que saíram na frente desse processo, foram aqueles que conseguiram estruturar e garimpar, porque se você pegar o perfil de jogador de todos os clubes, é um perfil semelhante. Atletas de R$ 3 a 15 mil reais. Outro ponto importante é a manutenção daquilo que deu certo no ano interior. Antigamente a gente tinha aquela cultura de que o time do futebol baiano montava o elenco, terminava o campeonato, guardava a camisa e montava tudo do zero", concluiu Felipe Alves.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.