Artigos
O mar como indústria: uma oportunidade para a Bahia
Multimídia
"Lula vai ganhar essa eleição porque virou na rede social e ocupou as ruas", afirma Luiz Caetano
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
federacao de futebol turca
A Federação de Futebol Turca (TFF) divulgou, nesta segunda-feira (10), que 1.024 jogadores estão sendo investigados pelo comitê disciplinar da entidade, incluindo 27 da Superliga, a Primeira Divisão nacional, por envolvimento no escândalo de apostas que foi revelado no fim de outubro.
A federação considerou essa atitude como uma “medida preventiva”. No entanto, a investigação da TFF já resultou em sanções para 149 árbitros e na renúncia de 45 delegados de jogos. Na última semana, o Ministério Público da Turquia também determinou a prisão de 21 pessoas, incluindo 17 árbitros e Murat Ozkaya, presidente do Eyupospor, clube da primeira divisão.
A lista de jogadores encaminhados ao comitê disciplinar inclui dois atletas do Galatasaray, dois do Besiktas e um do Trabzonspor. Com exceção do Fenerbahçe, todos os clubes que figuram atualmente entre os dez primeiros colocados do campeonato possuem ao menos um jogador sob investigação.
Nas divisões inferiores, o número de suspeitos é ainda maior: 77 na segunda, 282 na terceira e 629 na quarta divisão. Diante da dimensão do caso, a TFF suspendeu por duas semanas as competições da terceira e quarta divisão.
A entidade informou que mantém diálogo com a Fifa para ampliar em 15 dias a janela de transferências de inverno, devido ao impacto das investigações nos elencos. Apesar da gravidade das denúncias, a federação afirma não ter encontrado provas de manipulação de resultados, e destaca que a maioria dos árbitros investigados teria registrado prejuízos nas apostas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Todo mundo vai poder dar o seu caneco".
Disse o candidato Flávio Bolsonaro, em entrevista para as redes sociais do influenciador Rico Melquíades, ao indicar que não irá perseguir homossexuais nem retirar direitos da comunidade LGBTQIA+. Segundo Flávio, as pessoas poderão “dar o caneco” à vontade em um eventual governo dele.