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Um homem atropelou um suspeito de furtar um celular e depois publicou uma série de vídeos debochando da morte da vítima nas redes sociais. O caso ocorreu na última terça-feira (25), por volta das 17h30 em São Paulo, e foi divulgado pelo Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.
O suspeito teria tomado o celular de um motorista de aplicativo e, ao fugir, foi atropelado por outro homem, que dirigia um Ford Ka preto.
Ainda no local do acidente, o atropelador, identificado nas redes como Christopher Rodrigues, postou uma série de vídeos no Instagram debochando da vítima, com imagens do corpo debaixo do carro e legendas como “menos um fazendo de L”, em referência ao sinal com os dedos usado pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
De forma irônica, o atropelador diz que “Lúcifer Morningstar recebe mais um membro da equipe”, referindo-se a um personagem dos quadrinhos e da série Lúcifer, que deixa o inferno para perseguir criminosos. “Agora, vou para a delegacia assinar um assassinato… Mentira! Deus é mais”, completa ele, fazendo o sinal da cruz.
Na sequência, o atropelador manteve o deboche ao falar sobre as pessoas que se aproximaram do local e pediram para que ele tirasse o carro de cima do homem atropelado.
“Acho engraçado que, logo em seguida, chegou direitos humanos, as meninas da PUC, de Direito, ‘ah, tira o carro de cima do cara’. Eu disse ‘não, vai ficar aí até a polícia chegar'”, afirma no vídeo. “Chegou gente da família pedindo para tirar o carro de cima dele, porque está vivo”, completa.
Ainda debochando, o atropelador diz no vídeo que “dessa vez não tem cervejinha, nem picanha”.
No fim da sequência de vídeos e imagens, ele postou uma foto comemorando o fato de que não foi registrado nem mesmo homicídio culposo (sem intenção) pelo atropelamento. O Metrópoles procurou a Secretaria da Segurança Pública para saber detalhes da ocorrência, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.
Confira:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.