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familia desaparecida em salvador
Uma mãe e dois filhos, de 19 e 17 anos, seguem desaparecidos desde o fim da tarde desta terça-feira (24), quando desembarcaram na rodoviária de Salvador. Os três, que têm deficiência intelectual, tinham vindo de Itabuna, no Sul, para a capital baiana com o intuito de passar o Natal com familiares.
"Conseguimos ter acesso às câmeras do local e vimos eles saindo pelos fundos, sem ter tido acesso à área de desembarque, onde a família os esperava. Saíram por volta das 16h30, em sentido à região Pernambués/Paralela", explica Júlia Farias, sobrinha de Valdete.
Ainda segundo Júlia, a família está desesperada e busca explicações da empresa de ônibus. "Estamos desesperados porque eles também não sabem ler e queremos entender como permitiram o desembarque deles pelos fundos da Rodoviária, local que que é restrito apenas a funcionários", acrescentou.
Júlia disse ainda que o motorista do ônibus foi informado sobre a condição dos três. “Ele estava ciente da condição e foi informado que os três iriam desembarcar em Salvador. Quando conversamos com o supervisor da rodoviária de Salvador, ele informou que existe um protocolo para passageiros com deficiência, em que o motorista deve acionar o segurança da rodoviária para que os passageiros sejam conduzidos à família", completou Júlia.
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Tânia Scofield
"Na verdade, o que a gente encontra hoje na rua de Salvador é uma faixa de veículo assim, bem acima do necessário. Esse acima do necessário permite inclusive que um carro ultrapasse, porque às vezes tem 3 metros e meio, 3 metros, às vezes 4 metros".
Disse a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, durante entrevista nesta terça-feira (8) ao programa Bahia Notícias no Ar, ao comentar a preocupação de parte dos motoristas com a redução do espaço para os carros nas obras de requalificação da Avenida Lafayette Coutinho, popularmente como Avenida Contorno é uma "percepção um pouco equivocada".