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fabiola yanez
O ex-presidente da Argentina, Alberto Fernández, renunciou à presidência de sua sigla, o Partido Justicialista, após sofrer acusações de agressões da ex-primeira dama Fabíola Yáñez. Em carta publicada nesta quinta-feira (15), Fernández afirmou que a decisão foi tomada para não envolver o partido no que ele descreveu como “linchamento midiático” em torno das denúncias.
"Tenho o dever e a necessidade de manifestar que a decisão foi tomada com o único propósito de não envolver o partido, em que eu sempre militei, nos fatos que me são falsamente acusados", escreveu Fernández.
"Espero que nenhum estilhaço do linchamento midiático do qual estou sujeito possa prejudicar este partido em que militam homens e mulheres que tanto fazem pela igualdade de gênero e pelo respeito à diversidade", acrescentou.
Fernández foi acusado pelo crime de lesões graves, ameaças e abuso de poder, contra Yáñez. As denúncias foram formalizadas depois que a ex-primeira-dama prestou depoimento na terça (13).
A ex-primeira-dama argentina Fabiola Yáñez afirmou, durante audiência judicial realizada nesta terça-feira (13) que foi obrigada pelo ex-presidente Alberto Fernández a fazer um aborto.
No começo deste mês, Yáñez denunciou Fernández por violência doméstica. O ex-presidente negou o crime, mas ainda assim, a justiça tomou seu telefone e o proibiu de deixar o país ou de se aproximar da ex-mulher.
Nesta terça-feira, Yáñez participou de uma audiência no Consulado da Argentina na Espanha, onde vive desde que o ex-marido deixou a presidência em dezembro de 2023. Esta foi a primeira vez que falou à Justiça desde que denunciou o ex-mandatário.
Na declaração desta terça-feira, Yáñez deu informações que, de acordo com ela, devem comprovar as suas denúncias feitas em um documento enviado um dia antes à justiça. Na denúncia, a ex-primeira-dama pede que os atos de violência sejam classificados como “lesões graves, duplamente agravadas pelo vínculo e cometidas no contexto de violência de gênero com abuso de poder e de autoridade”.
Em seu relato, Yáñez ainda menciona que Fernández a “empurrou para cometer um aborto” porque não “estaria pronto para ser pai”. Ela afirma que Fernández começou a ignorá-la. “Não falava comigo. Passei a ser um móvel em meu próprio lar, carregando seu filho em meu ventre”, afirmou.
A ex-primeira-dama contou que, devido à coação, acabou tomando a “terrível decisão” de abortar o próprio filho, o que lhe gerou, posteriormente, “graves danos psicológicos e emocionais”.
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