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fabio carneirinho
O cantor e sanfoneiro Fábio Carneirinho afirmou que a montagem do repertório de seus shows vai além da escolha das músicas e é construída de acordo com a resposta do público. Em entrevista ao Bahia Notícias, nesta terça-feira (23), após apresentação no Pelourinho, em Salvador, o artista explicou que adapta a ordem das canções durante a apresentação, conforme a reação da plateia.
Segundo Carneirinho, seus shows são estruturados em três pilares: clássicos do forró, músicas autorais e releituras de outros estilos musicais adaptadas ao gênero. Para ele, essa combinação permite valorizar as raízes do ritmo sem deixar de dialogar com diferentes públicos.
"São três pilares: as músicas baluartes, de Gonzaga e Dominguinhos, que fizeram o São João chegar até aqui; as músicas autorais, para mostrar quem a gente é; e também a fusão de outros estilos junto do forró. A gente gosta de outros ritmos, só não quer que eles sejam o ator principal no São João", afirmou.
O artista ressaltou ainda que, durante a apresentação, o repertório pode sofrer alterações de acordo com a energia do público. "A gente vai sentindo ali a galera e vai mudando. Vou falando com a banda e trocando o repertório sempre que precisa", completou.
ASSISTA:
?? Clássicos, autorais e releituras: Fábio Carneirinho revela critérios para montar repertório
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 24, 2026
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O cantor e sanfoneiro Fábio Carneirinho afirmou que a paixão pelo forró é o que o mantém no gênero, mesmo com a presença cada vez maior de ritmos como arrocha e piseiro nas festas juninas. A declaração foi dada ao Bahia Notícias nesta terça-feira (23), após apresentação no Pelourinho, em Salvador.
Segundo o artista, o vínculo com o forró nasceu ainda na infância e se consolidou ao longo da carreira. Há 25 anos vivendo exclusivamente da música, ele disse que nunca cogitou seguir outro caminho profissional.
"Quando você é apaixonado por uma coisa, não consegue sair dela de jeito nenhum. Cresci apaixonado pelo autêntico forró e já há 25 anos ganho a vida tocando puramente forró. Não me vejo fazendo outra coisa. Sou apaixonado pelo forró", afirmou.
ASSISTA:
?? Fábio Carneirinho diz que paixão pelo forró sustenta trajetória no gênero: "Não me vejo fazendo outra coisa"
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 24, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/7kDrucU2Sq
Após sua apresentação na noite desta quinta-feira (19) no Parque de Exposições, o compositor e cantor baiano Fábio Carneirinho, natural de Pé de Serra, concedeu uma entrevista ao Bahia Notícias. Ele comentou sobre a diferença entre os estilos de forró e o papel da música em educar, instruir e oferecer qualidade ao público.
“O forró ruim, ou qualquer estilo ruim para mim, é o que incentiva as pessoas a diminuírem. A viver sem limites, à apologia às drogas, ao desrespeito aos próximos, sobretudo com a mulher”, defende o cantor, expressando sua visão sobre o impacto negativo de certas letras.
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Momentos do show do Fábio agitando o Parque de Exposições | Fotos: André Carvalho / Bahia Notícias
“O forró bom é o que incentiva as pessoas a evoluírem [mental] e espiritualmente. Do ponto de vista musical, do ponto de vista poético, do ponto de vista educacional, do ponto de vista social. O forró ruim, ou qualquer estilo ruim para mim, é o que incentiva as pessoas a diminuírem. A viver sem limites, à apologia às drogas, ao desrespeito aos próximos, sobretudo com a mulher. A música ruim é o que degrada o ser humano!”, detalha Fábio.
Ele também explicou a influência da música na educação fora do ambiente cultural no saber “A responsabilidade também é nossa. Às vezes na escola você aprende uma coisa que engrandece você, e fora você aprende uma coisa que degrada”, enfatiza a importância do conteúdo musical na formação das pessoas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.