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fabiano silva dos santos
O presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos, entregou sua carta de demissão no Palácio do Planalto no final da tarde desta sexta-feira (4). Ele deve se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na próxima para comunicar sua saída do cargo. A expectativa é de que o encontro ocorra na quarta (9), quando o petista retorna a Brasília.
A saída de Fabiono atendeu pedidos do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), com o seu partido indicando o substituto, e uma pressão do ministro da Casa Civil, Rui Costa, o qual vinha cobrando um plano de reestruturação na estatal.
Aliados do presidente dos Correios afirmam que ele atribui a decisão à necessidade de cuidar da saúde e que defendeu, na carta, medidas adotadas por sua gestão. Eles também afirmam que Fabiano entregou o cargo para evitar que ganhe força a tensão sobre o tema dentro do governo.
Os Correios registraram prejuízo de R$ 1,7 bilhão nos primeiros três meses de 2025. A proposta de Rui Costa prevê o fechamento de agências em todo o país e medidas para reduzir os custos operacionais da empresa.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.