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expulsao de plata
A Conmebol anulou, nesta sexta-feira (19), a expulsão do atacante Gonzalo Plata, do Flamengo, na vitória do Rubro-Negro sobre o Estudiantes, pelo placar de 2 a 1. A partida foi válida pelas quartas de final da Copa Libertadores, na última quinta-feira (18).
De acordo com a ESPN, o Flamengo foi comunicado diretamente pela entidade que comanda o futebol sul-americano. Até então, a decisão ainda não foi oficializada nos canais oficiais.
"Por meio deste comunicado, informo que, conforme as informações prestadas pela Comissão de Arbitragem e após a devida análise, a Unidade Disciplinar informa que a comunicação de medidas disciplinares referentes ao jogador Gonzalo Jordy Plata Jiménez foi modificada. Consequentemente, confirma-se que o referido jogador não está suspenso para a próxima partida oficial do seu clube na CONMEBOL Libertadores de 2025", completou a nota.
Antes da decisão, o clube emitiu uma nota contra a arbitragem da partida, e classificaram a atuação do profissional como “um desfile de equívocos”, que poderia ter comprometido o resultado do duelo.
Ainda na manhã desta sexta-feira, a entidade já havia assumido que a expulsão de Plata foi um erro. Antes disso, a Conmebol havia enviado um ofício já comunicando a suspensão de Plata e a multa de US$500 (R$2.600), para o Rubro-Negro carioca por cada jogador que ficou com o cartão amarelo: Samuel Lino, Saúl e Bruno Henrique.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.