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Mulheres evangélicas realizam neste sábado (7) a I Caminhada de Mulheres Evangélicas contra o Feminicídio, em Salvador. O ato está marcado para as 10h, com concentração na Praça do Campo Grande e percurso até a Praça da Piedade, no Centro da capital baiana. A mobilização é organizada pelo grupo Mulheres Evangélicas contra o Feminicídio e busca ampliar o debate sobre a violência doméstica dentro das igrejas, além de incentivar o acolhimento e a orientação de vítimas.
A iniciativa foi articulada pela pastora e ativista Gicélia Cruz, que reuniu lideranças religiosas e mulheres de diferentes denominações evangélicas para marcar a presença do segmento na luta contra o feminicídio e outras formas de violência contra a mulher.
Segundo as organizadoras, a caminhada também pretende chamar atenção para dados de pesquisas recentes que apontam altos índices de violência doméstica entre mulheres que se identificam como evangélicas ou católicas, reforçando a necessidade de discutir o tema também no ambiente religioso.
De acordo com a pesquisa Visível e Invisível: a Vitimização de Mulheres no Brasil, realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Instituto Datafolha, 42,7% das mulheres que se identificaram como evangélicas sofreram algum tipo de agressão por parte de companheiro ou ex-companheiro, assim como 35,1% das que se identificaram como católicas.
Além da caminhada, o grupo pretende realizar outras atividades ao longo do ano, como palestras e oficinas em escolas e igrejas, encontros com famílias evangélicas e rodas de conversa em comunidades. A proposta é estimular o reconhecimento de situações de violência, fortalecer redes de apoio e promover mudanças de comportamento dentro e fora das igrejas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Papa Leão XIV
“A Santa Sé já conversou com os bispos alemães. A Santa Sé deixou claro que não concordamos com a bênção formalizada de casais — neste caso, casais homossexuais — ou de casais em situações irregulares, além do que foi especificamente permitido pelo Papa Francisco, ao dizer que todas as pessoas recebam a bênção”.
Disse o Papa Leão ao manter o posicionamento da Igreja Católica contra a formalização de bênção a casais homoafetivos, nesta quinta-feira (23). O momento ocorreu durante entrevista à imprensa em um voo de retorno ao Vaticano, após viagem do religioso à Guiné Equatorial, na África.