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A análise de um fêmur de 7,2 milhões de anos encontrado no sítio arqueológico de Azmaka, na Bulgária, indica que a linhagem dos primeiros hominídeos pode ter surgido na Eurásia antes de se dispersar pelo continente africano. A descoberta, publicada na revista Palaeodiversity and Palaeoenvironments, apresenta evidências que confrontam a teoria de que a humanidade se originou na África.
O caso foi reportado pela Revista Galileu, o fóssil pertence ao gênero Graecopithecus sp. e apresenta características morfológicas associadas ao bipedalismo, como o colo femoral mais longo e inclinado para cima em comparação ao de chimpanzés. Essas estruturas são similares às encontradas em fósseis de Australopithecus afarensis, como a célebre "Lucy", indicando uma adaptação precoce à caminhada sobre duas pernas.
Durante décadas, o consenso científico estabelecia que os primeiros ancestrais humanos surgiram na África há cerca de 7 milhões de anos. No entanto, o exemplar encontrado na Planície da Trácia Superior sugere que a separação entre a linhagem humana e a dos grandes símios pode ter ocorrido em território europeu.
A equipe internacional de pesquisadores responsável pelo estudo afirma que o fóssil búlgaro é, cronologicamente, o mais antigo registro de um hominídeo de que se tem notícia.
As novas observações obrigam a comunidade científica a reavaliar as rotas migratórias e as condições climáticas que teriam favorecido a evolução dos primeiros membros da linhagem Homo fora do território africano.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.