Artigos
Quando o mundo se arma, as mulheres morrem
Multimídia
Jerônimo garante que chapa não está definida apesar de fala de Wagner
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
eurasia
A análise de um fêmur de 7,2 milhões de anos encontrado no sítio arqueológico de Azmaka, na Bulgária, indica que a linhagem dos primeiros hominídeos pode ter surgido na Eurásia antes de se dispersar pelo continente africano. A descoberta, publicada na revista Palaeodiversity and Palaeoenvironments, apresenta evidências que confrontam a teoria de que a humanidade se originou na África.
O caso foi reportado pela Revista Galileu, o fóssil pertence ao gênero Graecopithecus sp. e apresenta características morfológicas associadas ao bipedalismo, como o colo femoral mais longo e inclinado para cima em comparação ao de chimpanzés. Essas estruturas são similares às encontradas em fósseis de Australopithecus afarensis, como a célebre "Lucy", indicando uma adaptação precoce à caminhada sobre duas pernas.
Durante décadas, o consenso científico estabelecia que os primeiros ancestrais humanos surgiram na África há cerca de 7 milhões de anos. No entanto, o exemplar encontrado na Planície da Trácia Superior sugere que a separação entre a linhagem humana e a dos grandes símios pode ter ocorrido em território europeu.
A equipe internacional de pesquisadores responsável pelo estudo afirma que o fóssil búlgaro é, cronologicamente, o mais antigo registro de um hominídeo de que se tem notícia.
As novas observações obrigam a comunidade científica a reavaliar as rotas migratórias e as condições climáticas que teriam favorecido a evolução dos primeiros membros da linhagem Homo fora do território africano.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Leite
"Não estamos diante de uma eleição comum".
Disse o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD) ao anunciar sua pré-candidatura à Presidência. Em "manifesto ao Brasil", o chefe estadual avaliou o cenário nacional e afirmou que o país tem um "problema de direção". Durante o anúncio realizado nesta sexta-feira (6) o gestor também defendeu uma nova relação entre os Poderes e responsabilidade fiscal.