Artigos
Pesquisa, diagnóstico e dignidade: o compromisso do MCTI com a saúde da mulher
Multimídia
Rosemberg prevê vitória de Jerônimo contra ACM Neto no 1º turno
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
estudantes ufrb
Alunos do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), em Cachoeira, no Recôncavo, resolveram deixar de participar das atividades até esta sexta-feira (3). A medida foi encarara como uma resposta ao aumento da violência provocada por confrontos entre facções criminosas na região.
Segundo o Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, os estudantes afirmam que tiroteios têm sido frequentes em diferentes bairros de Cachoeira e São Félix, na mesma região, com pessoas baleadas em áreas próximas ao Centro.
Em nota publicada nas redes sociais, os estudantes criticaram a postura do Comitê de Crise da universidade, que teria minimizado a gravidade da situação e pedido o retorno às atividades normais.
“A administração não pode decidir que as atividades acadêmicas estão acima da nossa segurança”, afirmaram os estudantes. Eles lembraram que já houve suspensões de aulas por motivos burocráticos em outras ocasiões.
O grupo também afirmaram que qualquer medida administrativa para manter as aulas será entendida como afronta à decisão da classe estudantil, atribuindo à gestão a responsabilidade por eventuais riscos à comunidade acadêmica.
O movimento ressalta ainda que a suspensão busca proteger alunos, professores e funcionários diante da falta de segurança no CAHL e da limitada estrutura de saúde disponível na região.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.