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estudantes de jaguaquara
Alunas do Centro Estadual de Educação Profissional em Alimentos e Recursos Naturais Pio 12, em Jaguaquara, no Vale do Jiquiriçá, desenvolveram balas de mel a partir de plantas medicinais com uso complementar no alívio de sintomas respiratórios, como dor de garganta, tosse e espirros.
O projeto foi elaborado pelas alunas Dandara Bastos e Stefany Brito, concluintes do curso técnico em Nutrição e Dietética, sob orientação da professora Polyanna Oliveira. Segundo a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), a iniciativa surgiu da busca por alternativas naturais que pudessem auxiliar no cuidado com a saúde respiratória, sobretudo em casos de gripes e resfriados.
A pesquisa resultou em duas formulações de balas à base de mel. A primeira combinação inclui guaco (Mikania glomerata) e gengibre (Zingiber officinale). Já a segunda formulação utiliza calêndula (Calendula officinalis) e erva-doce (Pimpinella anisum). As plantas selecionadas costumam ser usadas em práticas medicinais e são estudadas como recursos complementares em cuidados de saúde.
Conforme Dandara Bastos, a proposta busca ampliar as formas de consumo de ingredientes naturais com potencial benefício à saúde. A estudante afirma que a ideia surgiu a partir da observação de que muitas pessoas recorrem exclusivamente a medicamentos industrializados ou a chás caseiros.
A intenção, de acordo com ela, foi desenvolver uma alternativa prática que pudesse integrar cuidados complementares de forma acessível. A professora orientadora Polyanna Oliveira avalia que o produto apresenta potencial de desenvolvimento acadêmico e também de aplicação no mercado.
De acordo com a docente, a proposta pode futuramente envolver solicitação de patente e iniciativas de empreendedorismo, considerando o crescimento da demanda por produtos naturais e funcionais. Atualmente, as estudantes pretendem avançar com a pesquisa.
As próximas etapas incluem aprofundamento dos testes, ajustes na formulação, análises de conservação e aceitação do produto, além de estudos voltados à viabilidade de comercialização.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Tânia Scofield
"Na verdade, o que a gente encontra hoje na rua de Salvador é uma faixa de veículo assim, bem acima do necessário. Esse acima do necessário permite inclusive que um carro ultrapasse, porque às vezes tem 3 metros e meio, 3 metros, às vezes 4 metros".
Disse a presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, durante entrevista nesta terça-feira (8) ao programa Bahia Notícias no Ar, ao comentar a preocupação de parte dos motoristas com a redução do espaço para os carros nas obras de requalificação da Avenida Lafayette Coutinho, popularmente como Avenida Contorno é uma "percepção um pouco equivocada".