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Com uma proposta sensível, o documentário “Pássaros Azuis: O Universo Masculino é uma Gaiola” surge como um convite à reflexão sobre o que significa ser um homem negro na Bahia. A produção reúne relatos de cinco personagens que, a partir de suas vivências, expõem como o racismo e o machismo atravessam suas trajetórias pessoais e sociais.
Idealizado a partir de uma pesquisa acadêmica iniciada ainda na graduação, o projeto nasceu em sala de aula e foi amadurecendo até ganhar forma como obra audiovisual. À frente do documentário, o diretor Ítalo Araújo e o roteirista Vinicius Cerqueira conduzem a narrativa e a construção do projeto. “A gente começou a ter a ideia desse documentário, na verdade, numa disciplina chamada documentário na faculdade, em que a gente falava sobre masculinidades de uma forma geral”, conta Ítalo. “Mas, depois que a gente fez esse projeto, elaborou tudo direitinho, surgiu a oportunidade de inscrevê-lo na Lei Paulo Gustavo”, completa.

Dividido em três atos, o filme aposta em uma narrativa intimista, combinando depoimentos com dados de instituições como Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e Atlas da Violência. A proposta constrói um mosaico sobre a vivência urbana em Salvador, conectando histórias individuais a uma realidade coletiva.
Ao longo do processo, a escuta dos entrevistados foi essencial para aprofundar o debate. “Ser homem negro ainda é um grande problema, é um estigma. São tantas coisas que envolvem ser, simplesmente ser uma pessoa negra, que fica até um pouco complicado definir isso”, reflete o roteirista Vinicius Cerqueira.
A construção simbólica também é um dos pilares do documentário. Elementos como gaiolas e a cor azul ajudam a traduzir, de forma visual, as camadas que envolvem a identidade masculina. “Eu pensei: ‘poxa, vai ser isso, esse vai ser o símbolo’, vai ser o significado do conceito do documentário, do quanto os homens são presos em gaiolas, em estruturas que aprisionam esse comportamento”, explica Ítalo.
Já o título da obra carrega referências diretas do processo criativo dos realizadores. “O nome, ele vem de um poema de Bukowski, em que ele fala sobre a temática masculina”, detalha Vinicius. “Então juntou essas duas coisas […] nasceu isso, o Pássaros Azuis, de fato como ele é hoje”, acrescenta.
Entre os entrevistados estão o delegado Ricardo Amorim, o ator e afrochefe Jorge Washington, o gestor cultural Vagner Rocha, o criador do projeto Positivar Masculinidades, Tiago Azeviche, e o professor Bruno Santana, vozes que contribuem para ampliar o debate a partir de diferentes perspectivas.
As locações também desempenham papel fundamental na narrativa. Da Lagoa do Abaeté ao Centro Histórico, Salvador não é apenas cenário, mas parte ativa da construção do documentário, reforçando o vínculo entre território, identidade e experiência.
Mais do que um produto audiovisual, o projeto também impactou diretamente seus criadores. “É impossível passar ileso por esse processo, porque Pássaros Azuis me atravessou de diversas formas”, afirma Ítalo. “Ele me ensinou que é preciso desacelerar, entender que, por trás de cada dado […] existe uma história de silenciamento que precisa de tempo para ser contada”, conclui.
Existe o desejo de levar o documentário para grandes festivais do país, ampliando o alcance da obra e conectando a narrativa a diferentes públicos. “A gente tem sempre os nossos desejos, né? Eu acho que nos principais festivais do país, com certeza, a gente está começando a trabalhar, a gente que já finalizou o documentário no sentido de edição mesmo, já está pronto, vamos ter uma reunião em breve. Mas, a gente já trabalha com isso nessa parte de distribuição, para poder entender em quais festivais a gente consegue inscrever o documentário, para poder levar a mensagem para mais pessoas”, afirma Vinicius Cerqueira.
Ainda sem uma data oficial de estreia, os realizadores garantem que o projeto está em fase final e cada vez mais próximo de ser lançado ao público.
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Snoop Dogg foi homenageado com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood em cerimônia que aconteceu nesta segunda-feira (19). Em seu discurso, o rapper fez questão de agradecer aos apoiadores da sua carreira e não deixou de lado o agradecimento a ele mesmo.
"Eu quero me agradecer por acreditar em mim mesmo, quero me agradecer por todo esse trabalho duro. Quero me agradecer por não tirar folgas. Quero me agradecer por nunca desistir. Quero me agradecer por ser generoso e sempre dar mais do que recebo. Quero me agradecer por tentar sempre fazer mais o certo do que o errado. Quero me agradecer por ser eu mesmo o tempo inteiro", disse Dogg em seu discurso.
Snoop também agradeceu os fãs e a família, e fez questão de citar figuras que foram importantes em sua carreira como Dr Dre e Quincy Jones.
O rapper foi homenageado na categoria "Gravação", em comemoração aos 25 anos de lançamento de seu primeiro álbum solo "Doggy style".
Condenado por drogar e estuprar uma mulher, o comediante Bill Cosby pode perder sua estrela na Calçada da Fama de Hollywood. Moradores e comerciantes da região se organizaram para escrever uma petição, que será entregue à Câmara de Comércio de Los Angeles. A entidade é responsável pela manutenção do local.
Segundo informações da ABC7, a iniciativa partiu do presidente da Comissão de Políticas Urbanas da cidade, Earl Ofari Hutchinson. "Os horrendos crimes de abuso cometidos por Cosby não podem ser qualificados como contribuição à nossa comunidade", argumentou o homem.
A primeira vez que Cosby foi condenado pelo abuso sexual contra a funcionária da Universidade de Temple, Andrea Constand, foi em 2004. Nessa terça-feira (25), um novo julgamento o condenou a prisão de três a 10 anos pelo crime. Além disso, mais de 50 mulheres acusam o comediante de abuso (veja aqui).
O Conselho Municipal de West Hollywood aprovou uma resolução para remover a estrela do presidente americano Donald Trump da Calçada da Fama, após o local ser vandalizado (clique aqui). De acordo com informações do jornal Estado de S. Paulo, os cinco membros do conselho decidiram de forma unânime por pedir a retirada ao Conselho Municipal de Los Angeles e à Câmara de Comércio de Los Angeles, pelo fato de Trump “não compactuar com os valores da cidade de West Hollywood”. Segundo a publicação, a resolução lista ainda outras razões para o pedido, dentre elas a política de imigração que tem separado pais e filhos com entrada ilegal no país; o fato dele negar os efeitos do aquecimento global; o tratamento do Trump às pessoas transgênero; além de sua atuação para impedir a investigação sobre o envolvimento da Rússia nas eleições presidenciais de 2016. A resolução do conselho, porém, não tem caráter prático, mas apenas simbólico, já que quem administra a Calçada da Fama é Câmara de Comércio de Los Angeles.
A estrela de Donald Trump na Calçada da Fama, em Los Angeles foi destruída nesta quarta-feira (25). De acordo com informações do G1, foi encontrada no local uma picareta que estava escondida em um case de guitarra. O autor da destruição quebrou toda a parte da estrela que mostra o nome do presidente dos Estados Unidos. Essa não é a primeira vez que a homenagem feita a Trump foi vandalizada. Segundo o site, em outubro de 2016, quando ele ainda era candidato à Casa Branca, um homem foi preso por danificar a estrela. De acordo com veículos norte-americanos, o autor que realizou a ação nesta quarta-feira se entregou à polícia horas depois. Veja mais imagens:
So this just happened again... somebody used a pick axe to destroy Donald Trump's star on the Walk of Fame. Still trying to learn more, but we know it's been vandalized multiple times, just never on this level. @NBCLA ????: Victor Park/Loudlabs pic.twitter.com/lzq7YrsSRV
— Jonathan Gonzalez (@JonathanNBCLA) July 25, 2018
LAPD confirms the suspect has turned himself in to Beverly Hills Police. @nbcla pic.twitter.com/uir15Mfztp
— Jonathan Gonzalez (@JonathanNBCLA) July 25, 2018
A declaração foi dada em entrevista à revista Marie Claire, em 1960. “As pessoas me fazem todo o tipo de pergunta. Por exemplo: O que você veste para dormir? Um pijama? Uma camisola? Então eu disse: Chanel nº 5. Porque é a verdade. Eu não queria dizer: 'Nua'. Mas é a verdade!”, revelou a atriz em uma entrevista à revista Marie Claire. Vale lembrar que a frase será usada em novas campanhas da marca que vão para o ar a partir do dia 15 de novembro na televisão. Uma imagem de Marilyn Monroe, colocando o perfume no seu corpo, feita pelo fotógrafo Ed Feingersh, será usada na campanha impressa. Com informações do Portal Terra.
Confira o vídeo da campanha:
Sobre sua relação com os fãs, Paris afirma que faz questão de manter contato com eles. "Sou aberta, confio em meus fãs, lhes respondo, conto minha vida no Twitter, lhes convido para as festas que vou. Eles cresceram comigo", disse a loira.
A atriz Michelle Williams irá estrelar como a icônica Marilyn Monroe no filme “Minha Semana com Marilyn”. O longa é baseado no livro de Colin Clark, de mesmo nome, e estreia nos cinemas americanos no dia 23 de novembro.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Quando o povo toma uma decisão, seja de direita, de esquerda ou do centro, temos que aceitar esse resultado. Eu nunca teria imaginado que um metalúrgico, que já foi líder sindical como eu, fosse eleito três vezes para a presidência. Mas aqui estou eu!".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fala sobre seus planos para a eleição deste ano, das pesquisas atuais e do principal adversário, Flávio Bolsonaro, e a respeito das suas estratégias para lidar com Donald Trump.