Artigos
A mãe da gula
Multimídia
Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
erros de arbitragem
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) afastou, por meio de sua Comissão de Arbitragem, três árbitros de campo e quatro assistentes de vídeo após a 31ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os profissionais não têm previsão de retorno e passarão por uma reavaliação de desempenho técnico.
Entre os árbitros de campo afastados estão Ramon Abatti Abel (Palmeiras x Fortaleza), Bráulio da Silva Machado (Flamengo x Juventude) e Flávio Rodrigues de Souza (Vitória x Fluminense). Já entre os assistentes de vídeo, foram afastados o baiano de Salvador, Diego Pombo Lopez (VAR no Maracanã), Pablo Ramon (VAR no Allianz Parque), Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (VAR no Barradão) e José Claudio Rocha Filho (auxiliar do VAR no Barradão).
Diego Pombo e Rodrigo Guarizo estavam escalados para atuar como VAR em partidas da Série B nesta segunda-feira (28): América-MG x Sport e Ituano x Santos, respectivamente. A CBF informou que os árbitros estão sob avaliação de desempenho técnico após as polêmicas decisões da última rodada do Brasileirão.
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) negou na manhã desta sexta-feira (11) o pedido do São Paulo para anular o jogo contra o Fluminense. O confronto foi disputado no dia 1º de setembro, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.
A votação foi unânime contra a medida apresentada pelo Soberano. Os votantes alegaram que o árbitro Paulo Cesar Zanovelli não cometeu um erro grave o suficiente para justificar a anulação da partida, que culminou na vitória do Tricolor Carioca.
O atraso se deu porque a CBF divulgou os áudios do VAR seis dias após o confronto, o que prejudicou a análise do São Paulo. A auditora Mariana Barros Barreira, presente na sessão, reconheceu a existência de um erro de direito, mas considerou que ele não foi determinante para o resultado da partida.
RESUMO DO LANCE
Aos 31 minutos do primeiro tempo, Calleri, do São Paulo, reclamou de um contato de mão de Thiago Santos dentro da área. O árbitro não marcou a penalidade, e o Fluminense aproveitou a oportunidade para marcar um gol. O VAR foi acionado, mas o árbitro manteve a decisão de campo.
Em entrevista na zona mista, após a convocação da Seleção Brasileira, na tarde desta sexta-feira (23), o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues, falou sobre as mais novas polêmicas da arbitragem brasileira nos campeonatos nacionais. Ednaldo citou uma falta de critério e padronização dos árbitros brasileiros.
"Quem acompanha os jogos sabem. Tem situações em que os árbitros aplicam um critério e dois ou três jogos depois, os mesmos árbitros modificam as regras. Essas questões realmentes devem ser discutidas", disse Ednaldo.
O baiano ainda citou sobre o papel da entidade na escuta das queixas e representações dos clubes após os erros.
"As críticas, quando construtivas, são importantes. Precisamos chegar ali e ouvir os clubes quanto às críticas e lamentos em relação ao que mais aflinge eles quanto aos erros [de arbitragem], não sou o dono da verdade", continuou o presidente da entidade.
E finalizou afirmando que deve haver uma padronização dos critérios de marcação dos árbitros em campo.
"A padronização [dos critérios de arbitragem] tem que ser discutida e aplicada", finalizou Ednaldo.
Confira abaixo, a entrevista de Ednaldo Rodrigues:
Adson Batista, presidente do Atlético Goianiense, fez duras críticas à abritragem de André Luiz Skettino, que apitou na partida contra o Flamengo, no último domingo (14), em partida válida pela primeira rodada do Brasileirão. Segundo Adson, a arbitragem brasileira é uma das piores, alegando que existe um "máfia". Para o presidente, a CBF tem que tomar medidas.
Adson Batista, presidente do Atlético-GO, SOLTOU O VERBO sobre a arbitragem no Brasil:
— Goleada Info (@goleada_info) April 15, 2024
— A arbitragem brasileira vai acabar com o futebol brasileiro, nós vamos perder tudo que temos de essência. A arbitragem brasileira é a pior do mundo (...)
— Você faz investimento, faz… pic.twitter.com/15dazA2oAP
Reprodução / Marcelo Jorand
O Atlético reclamou de inúmeros lances ocorridos durante o jogo, entre eles estão as expulsões de Alix Vinicius, Maguinho e Jair Ventura. O pênalti marcado para o Flamengo e um gol anulado pelo VAR também entram na pauta.
"Se o Ednaldo não tiver moral para tomar atitude, ele pode desistir. Eu, sinceramente, desisto de tudo no futebol, hoje o cidadão entrou aqui para desestabilizar o nosso time. Tirou meu treinador e inverteu tudo. No primeiro tempo ele tumultuou de todos os sentidos", reclamou o presidente do clube goiano.
"Com toda sinceridade, o Flamengo não precisa disso. É uma vergonha! A arbitragem brasileira vai acabar com o futebol brasileiro. Nós vamos perder tudo que nós temos de essência. A arbitragem brasileira é a pior do mundo, nós temos cinco ou seis árbitros, e olhe lá, que dão conta de apitar. Você faz um investimento, faz um trabalho sério, e vem um cidadão mal intencionado. O tempo todo ele intimidou os nossos jogadores, inverteu faltas e ajudou o Flamengo a todo momento. O Flamengo não precisa disso, é um dos maiores clubes do mundo, em momento nenhum precisa ser ajudado por arbitragem", concluiu.
Adson Batista também afirma que até o Rubro-Negro Carioca ficou constrangido com a atuação do árbitro e falou que Skettino não deveria apitar mais jogos de futebol.
O presidente agora aguarda que Ednaldo Rodrigues tome uma posição a respeito da partida e sugere o presidente da Comissão de Arbitragem, Wilson Luiz Seneme, deixe o cargo em que ocupa.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.