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O CEO da McLaren, Zak Brown, levantou questionamentos sobre a relação entre equipes na Fórmula 1. Durante uma rodada de imprensa realizada em Londres, na última quarta-feira (22), o dirigente alegou que existem vínculos financeiros afetando a competitividade e a estrutura do campeonato.
"Os times de F1 deveriam ser os mais independentes possíveis, porque acredito que existe um alto risco de comprometer a integridade de nosso esporte, que alejaria nossos fãs mais rapidamente do que qualquer outra coisa", declarou.
Sem citar diretamente equipes específicas, Brown mencionou modelos de cooperação e participação cruzada como pontos de atenção.
"Isso se aplica a todos, aos equipamentos 'AB', a qualquer copropriedade", afirmou.
O posicionamento ocorre em meio a informações de mercado que indicam possíveis negociações envolvendo a Alpine e a Mercedes-AMG, que poderiam resultar em mudanças na estrutura societária da equipe anglo-francesa. Questionado sobre o tema, Brown não comentou diretamente os casos.
O executivo já havia abordado o assunto anteriormente. Em 2024, ele apontou um episódio envolvendo a Racing Bulls, sugerindo que decisões em pista poderiam beneficiar equipes do mesmo grupo.
"Se falamos de aluguel, é certo que você pode maximizar esse aluguel quando dois equipamentos dependem do mesmo grupo. É um verdadeiro problema em termos de integridade do esporte... e um sério problema para sua equidade", disse.
Atualmente, a Mercedes-AMG fornece unidades de potência para diferentes equipes do grid, incluindo a própria McLaren, além de Williams e Alpine, o que reforça o debate sobre a relação entre construtores e clientes na categoria.
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"Esses carros não serão vendidos na Bahia, terão que ser exportados, levados pros mercados das outras regiões. Como eles vão ser transportados se a gente não tem ferrovias e rodovias? Restam os portos, mas nós temos um único terminal de contêineres que está estrangulado. É preciso encontrar caminhos para ampliar o pátio, se não não teremos continuidade no crescimento".
Disse o ex secretário de Planejamento, Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia e ex-ministro da Previdência do governo FHC classificou como um desafio a logística de escoamento da produção da fábrica da BYD, em Camaçari. A declaração aconteceu nesta quarta-feira (22), na rádio Antena 1.