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entao e natal
Em celebração aos 30 anos do hit 'Então é Natal', a cantora baiana Simone lançou uma campanha nas redes sociais envolvendo os fãs.
O pedido feito pela veterana é para que o público envie histórias contando o que mais os marcou em 2025. "Quero conhecer sua história, quero saber de você. Então, o que você fez?", disse a artista.
A faixa, uma versão da música 'Happy Xmas (War Is Over)', de John Lennon, foi lançada por Simone em 1995, e se tornou um ícone do Natal no Brasil.
Na versão composta por Cláudio Rabello, a música tem um tom mais fraternal, focando no espírito natalino e na mensagem de amor, união e renovação.
O CD '25 de Dezembro', que contém a música, obteve a maior vendagem da carreira da artista, mais de um milhão e meio de cópias vendidas em apenas um mês e meio, e com o projeto, Simone abriu portas para que outros artistas investissem em CDs natalinos.
Intérprete de um dos maiores hits do fim de ano no Brasil, a baiana Simone revelou que não se sente reduzida a "símbolo do Natal”. Em entrevista ao jornal O Globo, ela que nasceu em 25 de dezembro e nesta sexta completa 71 anos, contou que por pouco não foi batizada como Natalina, mas foi “salva” pelo avô. “Por causa dele, que foi um anjo em minha vida, escapei dessa”, brincou.
Ela, que há 25 anos lançou o disco “25 de Dezembro”, cujas faixas - sobretudo “Então, é Natal” - seguem embalando as festas da época, fará uma live nesta sexta, às 20h, com transmissão no Youtube e no canal Arte 1.
“Jamais imaginei a dimensão que ‘25 de dezembro’ teria. Foi um projeto criado de maneira inocente, e que se tornou algo explosivo”, conta Simone, sobre o álbum que teve mais de 1,5 milhão de cópias vendidas. “Por que John Lennon pode, e eu, não? Eu sei que virei símbolo do Natal, mas não me sinto reduzida a isso. Sou uma pessoa grande. Tenho um repertório bonito”, argumenta a cantora.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.